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Principais startups da atualidade – e o que você pode aprender com elas

O avançar da tecnologia nos permite hoje realizar coisas que há 10 anos não era possível ou imaginável. Por meio da internet é a gente comprar um produto japonês sem sair do Brasil, com um preço bem competitivo (e as vezes mais barato) em relação a um similar 100% nacional.

Percebendo essa mudança de cenário surgiram as startups, que você empreendedor já deve conhecer bem. Se não conhece, vai descobrir neste artigo que só não estava “ligando o nome à pessoa”, já que algumas se tornaram bem populares.

Fato é que o potencial empreendedor somado à ideias inovadoras e únicas estão ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho. Isso você também já deve ter notado: quantos aplicativos surgiram nos smartphones para facilitar o consumo?

Boa parte deles surgiram pequenos e hoje batem de frente com organizações sólidas e consolidadas quando o assunto é receita e lucro. Verdadeiras minas de ouro já foram ou estão sendo construídas a partir de algo que ninguém tinha pensado antes. Três exemplos rápidos para não deixar dúvidas: Google, Yahoo! e Ebay.

Uma startup é, sem dúvida, um modelo de negócio que mais cresce no mundo, principalmente entre os profissionais jovens. São empreendimentos com baixos custos iniciais e altamente escaláveis – ou seja, possuem uma expectativa de crescimento muito grande em escala quando dão certo.

Nesse artigo vamos mostrar como um modelo de negócio tradicional pode incorporar ideias e ações de startups para obter benefícios. Afinal de contas, é sempre bom tirar lições daquilo que dá certo. E principalmente: as principais startups da atualidade – e o que você pode aprender com elas.

A metodologia de criação, desenvolvimento e gestão de negócios do meio startup pode “emprestar” técnicas e ferramentas para mudar a forma que você enxerga e toca sua empresa. São ideias que principalmente têm a função de simplificar de um lado e ampliar de outro.

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10 startups famosas que você provavelmente conhece ou já ouviu falar

Para começar, vamos mostrar dez exemplos de startups que você já deve ter esbarrado por aí na internet. São empresas que já tiveram ou estão vivendo o seu apogeu de popularidade, e que muitas pessoas já assimilaram seu uso para o dia a dia.

Podendo criar novas formas de se vender um produto, fazer uma reserva ou até chamar um táxi, as startups com modelos digitais têm se mostrado bastante lucrativas. Mas antes do sucesso, todas elas passaram por um momento de planejamento para dar certo.

1 – Hotel Urbano – www.hotelurbano.com

O site de turismo Hotel Urbano existe desde 2011 e atua como plataforma de reserva de hotéis e agência on-line de turismo com 1,5 milhão de cadastrados só nos primeiros 6 meses. Em menos de um ano conquistou 1 milhão de curtidas no Facebook e foi considerado o site mais acessado do Brasil para acomodações e turismo.

Remando contra a maré das concorrentes (como os sites Hoteis.com, Decolar, ViajaNet, Booking.com), o Hotel Urbano teve uma abordagem diferente dos seus rivais: em vez de ter começado com passagens aéreas, um setor cuja lucratividade esteve em queda, a startup apostou em hotéis e pousadas, algo inovador para a época. Isso depois de terem passado por uma experiência enquanto portal de compras coletivas exclusivamente para pacotes de viagens, que não deu muito certo.

O interessante é que os donos souberam reverter o quadro rapidamente: saíram de uma situação que poderiam ter colocado o negócio em risco e apostaram em algo novo.

Hoje são 12 milhões de curtidas no Facebook. Segundo o portal da revista Exame, o Hotel Urbano foi comprado pelo fundo de investimentos americano Insight Venture Partners, e a negociação avaliou o portal em cerca de 2 bilhões de reais.

2 – PayPal – www.paypal.com/br/

Esse é um exemplo de startup que faz sucesso em todo quando falamos em pagamentos online.

O interessante da sua trajetória é que o PayPal pretendia fornecer no começo uma espécie de carteira digital para dispositivos portáteis. No entanto, os consumidores começaram a usar o serviço como forma de transferir dinheiro em negociações do eBay. Não era a ideia inicial do projeto, mas eles souberam se adaptar aos sinais da demanda, não se prendendo à ideia inicial.

Em 2002, o negócio foi vendido para o eBay, que conseguiu triplicar o valor dele no mercado, tornando-o a plataforma mais usada na sua categoria de atuação.

3 – Uber – www.uber.com/pt

O Uber foi sem dúvida o assunto do ano de 2015. Seja pela facilidade trazida por ele ou pelas polêmicas: o aplicativo tem sido duramente combatido em vários lugares por taxistas inconformados pela concorrência e por prefeituras que ainda não conseguiram encontrar a melhor forma de taxar o uso do sistema.

Tirando esses detalhes, o Uber foi avaliado em impressionantes 50 bilhões de dólares, e foi desenvolvido por uma empresa que recebeu investimento do Google logo no início de suas atividades.

A ideia dele é conectar motoristas particulares e usuários, por meio de um sistema que faz a chamada e também o pagamento daquela corrida, sem a necessidade de usar dinheiro vivo. O legal é que a empresa não possui nenhum carro, nem motoristas contratados: o DNA (e o diferencial) é justamente trabalhar com parceiros cadastrados no serviço. Com isso, somado a outros fatores, o usuário consegue sentir no bolso um preço diferenciado daquele pago aos taxistas tradicionais.

4 – Sympla – www.sympla.com.br

Fundada em 2012, a Sympla é uma startup brasileira de venda online de ingressos e gestão de eventos. É um experimento que começou após a falha de outras 6 ideias: esta característica de persistência que fez o negócio, enfim, prosperar.

A startup já vendeu mais de três milhões de ingressos em 40 mil eventos nos seus quatro anos de existência. Em outubro de 2015, eles bateram a marca de 2.500 eventos simultâneos com venda de ingressos no site, se tornando a plataforma com o maior número de eventos à venda no Brasil.

5 – Boo-box – www.boo-box.com

Em 2007, o empreendedor brasileiro Marco Gomes fundou a startup Boo-Box, especializada em publicidade e mídias sociais, exibindo propagandas para mais de 60 milhões de pessoas por dia.

Para se tornar bem sucedida, a startup recebeu investimentos e foi considerado “o mais inovador do Brasil” pela revista Forbes e um dos “mais inovadores do mundo” pela revista norte-americana Fast Company. É mole?

A destacar nessa trajetória toda é a sagacidade do fundador em observar o cenário de publicidade e trabalhar em cima do que ele via: a necessidade de levar publicidade para o público jovem em pequenos portais e blogs.

No final de 2015, o fundador anunciou a venda da empresa para a FTPI Digital, uma agência que representa comercialmente sites como Catraca Livre, Sensacionalista, Brainstorm9 e Spotify.

6 – Airbnb – www.airbnb.com.br

Três amigos – e empreendedores – resolveram criar a startup Airbnb em 2008 (em plena crise econômica!) para levar mais praticidade a viajantes do mundo todo.

O timing ajudou, já que em meio à crise muitas pessoas procuram novas fontes de renda. Mas o fato é que eles utilizaram uma estratégia de convencimento para atrair público: correram atrás de usuários por meio de um concorrente, o Craigslist (um site de classificados online). A ideia foi abordar aqueles usuários que postavam anúncios no Craigslist oferecendo o serviço do Airbnb. Com isso, pouco a pouco, eles conseguiram que os usuários migrassem do concorrente para a startup deles.

Para isso, eles precisaram entender como o sistema do concorrente funcionava. Quando o Craigslist percebeu, já era tarde demais. Hoje, o Airbnb é utilizado em mais de 50 países!

7 – Conta Azul – www.contaazul.com

Desde o ano de 2011, a startup brasileira fornece um software de gestão totalmente online, com foco em micro e pequenos empresários.

A startup passou por altos e baixos, mas os fundadores não desistiram. É aquela coisa: uma sequência de falhas pode gerar grandes aprendizados. Foi o que aconteceu com eles também.

Recebendo investimentos, a startup mudou a marca inicial, melhorou a experiência do usuário, buscou inovação e elaborou uma estratégia agressiva de captação de clientes.

Com o sucesso do empreendimento, a empresa conta hoje com mais de 250 funcionários.

8 – EasyTaxi – www.easytaxi.com/br/

O Easy Taxi, maior aplicativo de táxis do mundo, é avaliado em R$ 1 bilhão segundo fontes do mercado. A história começou com um brasileiro, Tallis Gomes, que assim com o Symplia, também passou por experiências frustrantes até se aperfeiçoar. Antes de criar o EasyTaxi, ele abriu outros dois negócios de base tecnológica que não deram certo.

Mais de 15 milhões de reais em investimento e o lançamento internacional fizeram do Easy Taxi uma das startups de maior destaque dos últimos anos. São mais de 3 milhões de downloads e 90 mil taxistas cadastrados no mundo.

É uma tecnologia brasileira, com uma grande capacidade de adquirir clientes que atua em 27 cidades do Brasil e em 29 cidades do exterior.

9 – Enjoei – www.enjoei.com.br

Criado em 2009, o Enjoei é uma plataforma para venda de produtos que as pessoas não querem mais. Desde roupas à acessórios, passando por itens de decoração. É um “brechó online”, podemos dizer assim.

Em 2016, a startup recebeu o quarto investimento internacional: quase 50 milhões em somatória. Resultado disso é que nos 7 anos de operação, o site já atraiu mais de 2 milhões de consumidores, sendo 90% mulheres. Há dois anos, a base de consumidores estava próxima de 300 mil.

A se destacar dessa startup está uma modalidade já conhecida: a comissão. Isso porque o site aproxima vendedores e compradores, por isso, cobra 20% de comissão sobre cada compra. É o modelo tradicional de serviços que o comércio pratica.

Fato é que a plataforma criada tem uma linguagem acessível e intuitiva, o que aproxima as pessoas. E aos poucos ela vem tomando espaço de gigantes como Mercado Livre e OLX.

10 – Peixe Urbano – www.peixeurbano.com.br

É verdade que o Peixe Urbano já viveu seu auge, e aos poucos vem recuperando o tempo perdido. Em 2012 o site viveu o ápice de popularidade através das compras coletivas, que virou febre. Depois da queda de acessos (por falta de interesse de vendedores e compradores), o Peixe Urbano começou a se distanciar de seu antigo modelo de negócios para sobreviver.

A estratégia? A empresa deixou as compras coletivas e aposta no e-commerce local. Um sistema de negócios que incentiva que pessoas explorem estabelecimentos próximos a elas.

O que há de se destacar é a capacidade do time reestruturar a empresa para a nova realidade de negócios e buscar um reposicionamento por meio da diversificação.

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O que há de se aprender com elas

Nem precisa encher muita linguiça. Nestes 10 exemplos de startups, destacamos em negrito os principais ensinamentos de cada uma delas para crescer, aparecer ou se reerguer no mercado.

Algumas, como é o caso do PayPal, têm quase 20 anos de história, e precisou se adaptar ao que o usuário procura. Essa é a grande filosofia das startups: um bom tato. O tempo e os hábitos mudam, e muitas vezes é preciso caminhar a favor da maré.

E principalmente: aprender com os erros. As falhas existem para serem superadas. Esses exemplos que mostramos geralmente seguem um ciclo de desenvolvimento, medição e aprendizado, refazendo o ciclo novamente e corrigindo falhas a cada necessidade.

Nesse processo, é necessário ouvir os clientes e colher dados que possam levar às respostas e as falhas que foram cometidas.

O que você ainda deve considerar – simplicidade

Outras características das startups também podem ser incorporadas a seu modelo de negócio – seja ele tradicional ou não. São ideias que, a depender do ramo e nicho de negócio, podem ser usadas ou adaptadas, para concentrar aquilo que realmente interessa.

A primeira delas é a simplicidade.

Na economia tradicional, presenciamos a todo momento (principalmente na área de serviços) alguns produtos e pacotes que parecem querer abraçar o mundo, não é mesmo?

Empresas que oferecem “de um tudo” e acreditam que, quanto mais têm a oferecer, maior o número de usuários e clientes que irá atrair.

No meio startup aprendemos que o produto ideal deve ter a sua “gordura” cortada, ou seja, simplificando aquilo que você oferece. Muitas vezes, o “opcional” não faz nenhuma diferença na prática para seu cliente – mas possuem um custo no seu bolso.

Além de reduzir custos, esse tipo de corte reduz a possibilidade de erros, facilita o trabalho de vendas (gestão e controle) e ainda deixa seu produto mais objetivo.

A simplicidade das startups está em trabalhar bem alguns produtos e serviços que têm um nítido apelo junto a seu público, e cortar aqueles que representariam apenas vendas eventuais. Produtos sem muita circulação engordam estoques e geram desperdícios. Um exemplo: uma lanchonete que trabalha com 30 opções de sanduiches diferentes. É certo que dessas 30 opções no cardápio, apenas umas 10 ou 15 têm mais aceitação e saída. Se essa quantidade toda é simplificada, os estoques de alimentos também são simplificados e não há prejuízos pela deterioração de ingredientes, por exemplo.

Outra característica ligada à simplicidade está no ambiente de trabalho. Muitas startups começam ou adotam a política de trabalho em home office.

Nós já falamos sobre as vantagens e desvantagens modalidade de trabalho, mas especificamente falando de startups, essa forma de trabalhar pode reduz (e muito) os custos de manutenção de escritórios físicos – por um tempo determinado ou indeterminado.

Essa prática pode ajudar a reverter situações de prejuízo (as eventuais falhas que falamos) até que se recupere o fôlego para recomeçar. Ou mesmo para sobrar um dinheiro para investir em publicidade ou equipamentos mais modernos.

Startups nos ensinam que devemos avaliar a possibilidade de enxugar os custos com estruturas físicas restritas.

O que você ainda deve considerar – múltiplas capacidades

Sabe aquela ideia do profissional com múltiplos talentos? A ideia usada em pequenas empresas em que poucos funcionários executam muitas funções diferentes também é exercida pelas startups.

O papel dos seus fundadores muitas vezes é essencial para que o negócio dê certo. Quando ele possui conhecimento em várias áreas, é possível reduzir (olha a simplicidade aí de novo!) necessidades como contratações para trabalhos específicos, além de ter um olhar diferenciado para conduzir o negócio e passar por obstáculos.

O que você ainda deve considerar – métricas e escalas

Uma das características mais latentes das startups é a obsessão em medir os resultados e progressos alcançados, periodicamente. Por que não fazer isso com a sua empresa?

Basear-se somente em balancetes ou em dados de faturamento pode prejudicar a compreensão de novas oportunidades de mudar o rumo do barco. Esteja atento(a) à criação e o manuseio de informações quantitativas e qualitativas para fazer previsões e tomar decisões quando necessário.

As métricas são as melhores amigas dos empreendedores e investidores. São elas que nos tiram do escuro e mostram se algo está dando certo ou não.

Outra característica importante é o potencial escalável das startups, ou seja, uma série de ações que podem ser repetidas em escalas. O conceito deriva do termo “produção em escala”, onde se pode produzir repetidamente algo em grande quantidade e com ganho de produtividade.

São modelos de negócios que podem ser replicados sem demandar recursos na mesma proporção do seu crescimento, ou seja, que permitem atender um maior número de pessoas sem necessariamente alterar radicalmente sua estrutura inicial.

Um exemplo prático: se você tem um armazém e vende 10 panelas (e isso se mostra bastante lucrativo), a tendência é de que seja ainda mais lucrativo vender 1.000 panelas. Ou o fato de você lidar com 100 novos clientes da mesma forma que consegue lidar com 10 antigos sem que o esforço tenha que aumentar 10 vezes.

Essa é uma característica que funciona muito bem quando as contas não fecham e a empresa passa por um momento de baixas vendas, por exemplo. O foco fica quase que exclusivo para a venda daquilo que é mais lucrativo.

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5 startups promissoras para 2016 – o porquê ficar de olho

Vamos mostrar agora algumas startups que você ainda vai ouvir muito falar nos próximos meses ou anos. Elas existem e estão crescendo graças ao potencial inovador e, bem por isso, aos grandes investimentos que estão recebendo.

São empresas que nascem de tendências de mercado e procuram diferenciais para se destacar. Provam, portanto, tudo o que vimos falando até agora.

1 – Quinto Andar – www.quintoandar.com

O sonho de alugar um apartamento online, sem fiador e sem estresse parece distante, né? A promessa dessa startup com sede em São Paulo é oferecer uma plataforma online para conectar inquilinos e donos de imóveis de uma forma mais ágil e simples. Ele faz ainda a mediação da negociação entre as partes interessantes e responsabiliza-se pela vistoria e entrega das chaves.

A inovação está justamente no fim do drama de encontrar um fiador, emitir cheque-caução e pagar um seguro por fora.

A empresa cobra 100% do primeiro aluguel pela intermediação da locação (taxa de corretagem) e 8% do aluguel mensal pela administração do imóvel.

Em entrevista ao portal da Revista Exame, o fundador aposta justamente numa operação enxuta e escalável baseada na reinvenção de cada etapa do processo de locação com uso de tecnologia. Preferem, portanto, investir em coisas que geram benefícios concretos aos clientes como uma plataforma muito mais fácil de usar, fotos profissionais e seguro-fiança grátis em vez de gastar com lojas físicas.

2 – PegCar – www.pegcar.com

O conceito do PegCar segue a crescente tendência da economia compartilhada, na qual o direito de usar algo é mais importante que possui-lo de fato. E é justamente seguir essa tendência que fez essa startup crescer.

Ela nasceu para incentivar o consumo consciente de uso de veículos, ao realizar a conexão entre proprietários e condutores de veículos e estimular o compartilhamento de carros através do site e por um valor bem acessível.

O aluguel pode ser feito por hora, dia ou semana, com preços mais competitivos que as locadoras tradicionais. A plataforma oferece ainda seguro e assistência 24 horas, 7 dias por semana.

3 – GymPass – www.gympass.com.br

Imagine pagar uma única mensalidade e poder usufrui dos serviços de academia em 5.000 unidades espalhadas pelo Brasil? Para quem viaja muito, essa é uma ótima solução. É o que a Revista Istoé chama de “Netflix das academias” nessa reportagem.

A ideia de criar essa startup surgiu justamente de uma percepção pessoal do fundador, e dos conhecimentos relativos à mesma economia compartilhada que já mencionamos.

O negócio saiu do papel com investimento de 100 mil reais, em parte vindo de sete investidores. A startup leva uma comissão em cada diária comprada pelo usuário cadastrado no site.

4 – Descomplica – www.descomplica.com.br

O Descomplica é um site de educação que ajuda estudantes a se darem bem nos vestibulares e no ENEM. São disponibilizadas video aulas para melhorar as chances do aluno ingressar no ensino superior.

Ao fazer uma leitura sobre o cenário da educação no Brasil (e as dificuldades dos estudantes), a startup conseguiu realizar grandes ações em um curto período de tempo desde que foi fundada. Se tornou rapidamente uma marca confiável, verdadeiramente nacional de educação e praticamente única entre as companhias de tecnologia para educação, desenvolvendo um modelo de negócios próprio e sustentável.

A startup recebeu aporte financeiro recente de US$ 7 milhões liderado pela Amadeus Capital Partners, fundo de investimento global. Segundo os donos, o dinheiro será usado para expandir o catálogo de conteúdo pedagógico e para lançar novos produtos e serviços por todo o país. Ou seja, “investimento para investir no crescimento”.

5 – Retroca – www.retroca.com.br

Esse é um e-commerce de roupinhas de bebê que também passou por aquela situação de persistência que exemplificamos no começo do artigo.

Os fundadores do Retroca conseguiram resolver um problema de todos os pais do mundo: os bebês crescem e perdem suas roupinhas super rápido. A solução proposta pela startup é simples: você envia para o site as roupinhas que não te servem mais e eles te enviam dinheiro em troca (ou crédito para comprar novas roupas no site). Segue, portanto, a tendência dos portais colaborativos.

De acordo com os donos, foram necessários alguns tropeços para acertar a mão e continuar com o negócio. Um deles foi esperar o investimento inicial acabar para ir atrás de mais capital. Foram exatos 85 “nãos” até ouvir um “sim” de um investidor.

Para fechar

Para quem tiver interesse em se aprofundar mais nas histórias e aprendizados de novas startups no mercado, veja a relação de 100 modelos brasileiros mais atraentes para empresas especialistas em inovação (divulgada pelo movimento “100 Open Startups”). A listagem está nessa matéria da Revista Exame aqui. É só correr atrás das histórias.

E ai, o que achou do artigo? Preparado para tirar a sua ideia de cabeça e colocá-la em prática? Quem sabe não tem um público que espera por uma solução oferecida por você? Compartilhe suas experiências conosco através dos comentários!

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