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Como os cursos à distância (ead) pela internet têm mudado o empreendedorismo convencional

A taxa de empreendedorismo no Brasil é a maior dos últimos 14 anos. De acordo com uma pesquisa feita pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), quatro em cada dez brasileiros estiveram envolvidos na criação de uma empresa só no ano passado.

Muita coisa né?

Mas nem tudo são flores. Uma outra pesquisa feita pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) indicou que mais de 20% destes novos empreendimentos acabam encerrando suas atividades antes de completarem dois anos de vida. Isso porque muitas vezes os empreendedores não têm a orientação necessária para tocar o negócio e/ou passam por dificuldades relacionadas à área de atuação.

Por isso e para isso, muitas empresas têm buscado na capacitação uma forma de manter a sustentabilidade do negócio e a sobrevivência do empreendimento. Neste cenário enxergamos oportunidades de profissionalização de micro e pequenos empresários com o uso da metodologia da educação a distância (EAD), aliada aos recursos da tecnologia da informação online. Isso tem mudado a forma como enxergamos o empreendedorismo tradicional do ponto de vista educacional.

Diversas instituições de ensino renomadas oferecem cursos e aulas abertas disponíveis para download ou streaming. Muitas delas, ofertam uma variedade de conteúdo totalmente ou parcialmente de graça. Várias áreas de conhecimento são comtempladas e, para quem busca fugir de estatísticas nada animadoras, esses cursos podem interferir diretamente na rota em busca do sucesso.

Sabia que 80% dos cursos a distância incidem direta ou indiretamente na formação de profissionais? Isso é o que diz a Associação Brasileira de Educação a Distância a Educação (Abed). Já os dados do Ministério da Educação (MEC) referentes à credibilidade da EAD em 2010 apontam que um a cada cinco novos alunos que pretendem fazer um curso de graduação prefere a modalidade a distância.

Vamos mostrar neste artigo o porquê essa modalidade tem transformado o empreendedorismo que conhecemos até pouco tempo, tanto pelo lado de quem ensina como pelo lado de quem é ensinado. Quais as principais mudanças no comportamento de alunos e instituições? E as principais vantagens desta modalidade? E por fim, como os cursos à distância pela internet têm mudado o empreendedorismo convencional?

Fato é que os empreendedores estão espalhados em todos os lugares, muitos atuando longe dos grandes centros urbanos, em locais onde as possibilidades de capacitação (infelizmente) são menores.  Com a adesão à modalidade de EAD, ele ou ela pode estudar na comodidade de sua casa ou escritório, através da internet e/ou indo até um polo de apoio presencial mais próximo para complementar a aprendizagem.

Também vamos discutir uma questão intrigante: será que o aprendizado online irá substituir a sala de aula?

A educação a distância é só um dos primeiros passos de uma revolução que vai mudar o futuro da sala de aula, da educação, do trabalho, e da vida das pessoas. Grandes e renomadas instituições de ensino no Brasil e no exterior já estão cientes de que é preciso se adaptar em direção ao ensino a distância, afinal, é uma tendência que não pode ser ignorada.

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Duelo entre tradição e inovação

Desde o advento da internet, a forma de interação entre as pessoas mudou radicalmente. Transações bancárias, compras de produtos, aquisição de serviços e até o ato de conhecer novos amigos são ações que passaram a ser executadas de uma forma não presencial. No entanto, nem por isso os bancos deixaram de existir, muito menos os shoppings ou a apresentação face a face entre pessoas.

A educação caminha para um ambiente de transformação intensa em relação a distância, mas nem por isso a modalidade presencial irá cessar totalmente.

Assim como algumas pessoas preferem o livro impresso ao livro digital (e-book), existirão ainda estudantes que preferem ir até uma sala de aula na universidade do que de uma sala de aula virtual.

Muitos estudiosos no tema acreditam na junção de dois modelos: presencial e online, que muitas instituições já executam em alguns cursos e têm se mostrado vantajoso.

As vantagens do sistema de comunicação online e a distância

Fato é que toda essa mudança na forma de ensinar traz muitos benefícios aos estudantes, e torna o aprendizado muito mais confortável e dinâmico.

Para o estudante, a conveniência de poder estudar no seu tempo, respeitando o seu ritmo, é um dos pontos mais atrativos. A customização é outra vantagem: a escolha do “que, onde, como, por que, quando e quanto” estudar fica a cargo do(a) aluno(a), que nem sempre está em busca de um diploma. No ensino a distância, muitos estudantes estão atrás de um conhecimento específico, em busca de apoio para exercer alguma função dentro do trabalho ou adquirir uma nova competência que irá auxiliá-lo(a) no futuro. Até novos idiomas estão inclusos nesta modalidade de ensino, fundamental para entrada e sobrevivência em algumas empresas.

A flexibilidade do ensino a distância permite que a grande maioria dos estudantes consiga conciliar trabalho e estudos dentro da rotina. De fato, com um curso EAD fica tudo mais fácil. O material didático e as vídeo-aulas ficam disponíveis todo o tempo e podem ser acessados a qualquer hora do dia ou da noite. Os tutores e professores ficam à disposição para tirar dúvidas por e-mail ou chats, e existem plataformas de interação com outros estudantes na mesma situação de aprendizado que você – o networking também é possível.

Por não precisar se deslocar todos os dias até a faculdade, o aluno ainda economiza tempo e dinheiro com transporte, e estando em casa, consegue economizar ainda no preparo de refeições – assim como acontece com quem trabalha em home-office.

Para o desenvolvimento do ensino a distância, é mais produtivo a diversidade de inscritos do que necessariamente um diploma. A essência do aprendizado online é outro, bastante diferente do que hoje vemos nas salas de aula. Mais do que obter um certificado de conclusão, interessa saber se os alunos foram mais longe do que esperavam e se o aprendizado superou as expectativas.

Mesmo assim, o diploma ou certificado de conclusão que são emitidos por um curso superior a distância valem tanto quanto o de um curso presencial, se a instituição tiver uma autorização e reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). A informação sobre modalidade – presencial ou a distância – geralmente nem constam no documento. Com ele em mãos e o conhecimento na cabeça, os alunos que se formam no EAD podem usar a qualificação para assumir uma vaga que exija mais preparo, participar de concursos públicos de nível superior ou fazer uma pós-graduação.

No ensino a distância é possível encontrar cursos em diferentes áreas do conhecimento, e nas modalidades bacharelado, licenciatura e de formação tecnológica. Dá para fazer ainda pós-graduação e especializações pela internet. Essa variedade de cursos adaptados ao sistema é grande e tem aumentado a cada ano.

O sistema de EAD tem funcionado como uma preparação para o mercado de trabalho: muitos empregadores têm preferido candidatos familiarizados com a aprendizagem online porque ela é a base de muitos treinamentos internos. Isso porque as competências desenvolvidas pela modalidade vão ao encontro das necessidades do mercado de trabalho atual, como fluência digital, planejamento, administração do tempo, comunicação, autonomia e até mesmo lidar com feedbacks. Todas essas características são utilizadas também como critério de desempate em um processo seletivo.

Exigências e preferências do sistema ead

Certo é que, na hora de escolher e se inscrever em um curso a distância, a preferência deve ser por instituições reconhecidas no mercado e professores qualificados, principalmente quando o curso é gratuito. Nesse último caso, a confiabilidade se dá pela instituição e o currículo dos autores.

Mas de uma forma geral, o empreendedor deve pesquisar se a instituição de ensino e os autores do material têm tradição no tema oferecido.

Como exigência tecnológica, deve-se ficar atento à configuração mínima de seu computador para fazer as aulas. Um computador com processador lento provavelmente te fará passar maus bocados, não é mesmo?

O empreendedor precisa ainda ter determinação e estipular metas para aproveitar melhor um curso nesta modalidade. As aulas podem ser feitas em intervalos curtos durante a semana, ou durante um período maior aos finais de semana, mas isso pode variar. Cada aluno deve encontrar o melhor horário para se dedicar ao aprendizado.

É um sistema flexível: a pessoa pode seguir o ritmo imposto por ela mesma. Não é porque as aulas podem ser realizadas a qualquer momento que os cursos online não devem ser levados a sério. A disciplina precisa ser a mesma ou até maior.

Por que as instituições têm mudado?

Além de todas essas vantagens que o estudante leva na modalidade EAD e online, há uma série de outros motivos que levam instituições de ensino a migrarem para a plataforma online. Às vezes isso acontece de forma completa, outras gradativa.

Ao dispensar as salas de aulas convencionais, feitas de tijolo e concreto, o conhecimento ganha uma dimensão maior. A instituição de ensino economiza materiais impressos, aluguel de espaços, estrutura de mobília, manutenção de equipamentos, segurança, limpeza, e consegue operar com menos recursos, por exemplo. Há ainda a questão da acessibilidade: pela internet a universidade atinge mais pessoas, inclusive aquelas que não têm condições de pagar pelo “pacote” que uma faculdade ou universidade presencial oferece. Com o corte de custos que mencionamos, a instituição pode oferecer cursos com valores mais acessíveis, e aumentar o número de inscritos.

Por consequência da economia que o aluno faz, isso acaba diminuindo a possibilidade de inadimplência e evasão, problemas constantes que preocupam gestores de instituições de ensino de todo o Brasil. Muita gente começa um curso e acaba desistindo no meio do caminho. Você mesmo(a) já deve ter começado algum curso na vida e parou por algum motivo, seja pela não identificação com a escolha, por não ter tempo ou por não conseguir honrar com os custos como tinha imaginado.

Outro fato relevante para essa mudança e crescimento é a aceitação da sociedade, do mercado de trabalho e o reconhecimento de grandes instituições de ensino do país, que inclusive, utilizam o EAD em cursos de graduação. São exemplos: UnB, USP, Ibmec, UNESP, Estácio de Sá, Unopar, Anhanguera, UEMG, UFSM, UFMA, e até mesmo instituições fora do Brasil, como as universidades americanas de elite Yale, Harvard e Princeton. E olha só: nos EUA, 86,5% das instituições de ensino superior têm pelo menos uma oferta de curso on-line!

Essa aprovação e reconhecimento só tende a crescer no Brasil, com cada vez mais escolas e universidades aderindo ao EAD e possibilitando um ensino a distância eficiente e de qualidade.

Com o aprimoramento constante de hardware e software, essas novas modalidades de ensino têm se tornado ainda mais acessíveis para um grande número de alunos. Sob o ponto de vista do empreendedorismo, essas instituições conseguem diminuir custos e aumentar a cartela de clientes com a adesão/adaptação de suas plataformas.

7 cursos ead gratuitos para empreendedores

Entra ano, sai ano, e profissionais e empreendedores passam por aquele momento de reflexão sobre o que estão fazendo e como podem avançar. Mas e quando os objetivos não cabem no bolso?

Já não bastasse as facilidades, existem muitas opções de cursos sem custo algum para o aluno. Na área de empreendedorismo, na qual você está ligado(a), existem opções de cursos relacionados à área de finanças, investimentos, planejamento estratégico, gestão de pessoas e marketing, entre outros.

Todas essas opções servem para quem busca orientações na hora de empreender, e precisa de uma carga horária condizente com a sua realidade.

Vamos mostrar 7 opções gratuitas em português.

1 – Endeavor – Essa é uma organização global e sem fins lucrativos para empreendedores, que oferece uma infinidade de disciplinas que podem ser assistidas gratuitamente pelo site da entidade. Há cursos que ensinam como construir a empresa certa para os clientes certos, como tornar seu negócio escalável e inovador, mostra os primeiros passos para montar seu negócio, ferramentas práticas de inovação, gestão de pessoas, e por aí vai.

2 – Universidade de São Paulo (USP) -  Por meio da plataforma de ensino Veduca, a USP oferece cursos a distância com assuntos relacionados ao empreendedorismo. Há cursos de gestão de projetos, gestão do desenvolvimento de produtos e serviços, engenharia econômica, fundamentos de administração, entre outros. Para acessar o conteúdo, basta clicar no link relativo ao curso e botar para quebrar. Os vídeos têm acesso livre e nem é necessário fazer cadastro.

3 – Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) – A ESPM oferece alguns cursos à distância gratuitos para aqueles que pretendem adotar uma atitude empreendedora em seu próprio negócio ou até mesmo na uma empresa onde trabalha. Há cursos de empreendedorismo, liderança de equipes, blackboard, atendimento ao cliente, e técnicas em vendas. Cada curso possui uma carga horária específica.

4 – Fundação Getúlio Vargas (FVG) – No site da instituição, o empreendedor pode escolher o curso de seu interesse e efetuar a matrícula. Há cursos nas áreas de gestão financeira, gestão de projetos, gestão de pessoas, sustentabilidade, direito, comunicação, gestão de marketing, entre outros. O bom é que não é preciso esperar formação de turma. A FGV não fornece certificado de conclusão, mas emite um comprovante de participação nas aulas. A duração do curso vai de 2 horinhas até 30 horas no total.

5 – Escola do Empreendedor Paulista – O Banco do Povo oferece por meio do Acessa SP uma cartela de 10 cursos online de empreendedorismo para quem quer começar um novo negócio ou melhorar o currículo. As aulas são gratuitas e podem ser feitas através do site da Escola do Empreendedor Paulista. Para iniciar as aulas é preciso fazer um rápido cadastro no site.

São cursos de atendimento ao cliente, lei da oferta e da procura, estratégias de marketing, formalização, formação de preço, gestão financeira, entre outros. O melhor: há certificado de conclusão.

6 – Sistema Findes (Senai e Sesi) – Através deste portal, o aluno tem à disposição uma série de cursos oferecidos pelo Sesi e Senai sobre os mais variados temas, desde educação ambiental, empreendedorismo, legislação trabalhista, segurança do trabalho, noções de TI e comunicação e até propriedade intelectual. Tudo bem simples: basta realizar o cadastro no site.

7 – Sebrae – No portal do Sebrae, você pode filtrar os cursos oferecidos por dois grupos: “quero abrir uma empresa” ou “já tenho uma empresa”. Assim fica mais fácil definir quais cursos têm mais a ver com o seu objetivo. Há opções que abordam a qualidade do atendimento, gestão, planejamento financeiro, MEI, como vender mais e melhor, visão estratégica, e uma infinidade de opções.

5 cursos pagos para empreendedores

Mas se você deseja adquirir e aperfeiçoar conhecimentos em áreas específicas, uma opção é procurar por cursos online pagos. Apesar de não oferecerem o benefício da gratuidade, muitos destes cursos têm informações mais aprofundadas de determinadas áreas do conhecimento e podem ser mais úteis a depender do seu objetivo.

Como vantagem, os estudantes contam com alguns outros benefícios, como conteúdos complementares, exercícios de fixação e revisão de conteúdo personalizado. As instituições que cobram pelo serviço geralmente contam com um time de professores e elaboradores de conteúdo com vastos currículos, e com expertise em criar e desenvolver conteúdos bastante dinâmicos e intuitivos.

Os preços dos cursos variam entre 60 e 300 reais mensais, com facilidades na hora de pagar.

1 – iPED – As matrículas para os cursos oferecidos pelo Instituto Politécnico de Ensino a Distância (iPED) podem ser feitas pelo site e também não é necessário esperar o fechamento de turmas. Para ter acesso ao auxílio de professores e grupos de estudos, o empreendedor precisa pagar taxas que variam de acordo com a quantidade de serviços solicitados. Alguns cursos podem ser visualizados a primeira vez de forma gratuita, assim que são lançados, ou com algumas restrições. Há opções para cursos referentes aos assuntos: atendimento ao cliente, atendimento web e redes sociais, comunicação assertiva, administração de pequenas empresas, administração de tempo, entre outros.

2 – Edx – A Edx é o caminho para você que sempre quis fazer um curso em uma grande faculdade internacional, mas nunca teve oportunidade. A plataforma online disponibiliza cursos, totalmente em inglês ou espanhol sobre negócios, artes, ciências sociais e outros temas. Alguns exemplos: fundamentos de negócios e gestão, reputação, gestão para resultados, entre outros. Todos os cursos oferecem uma declaração de participação e, em alguns casos, você ganha até mesmo um certificado do curso.

3 – Escola São Paulo – A Escola São Paulo é uma instituição para formação nos setores da economia criativa, que oferece capacitação para quem quer atuar, gerir ou empreender. Com uma metodologia personalizada, os cursos abordam temas atuais e relevantes no mercado e relacionados à estratégia, como técnicas de negociação, gestão de redes sociais e liderança criativa.

4 – Descola – Essa é uma escola que aposta na aprendizagem dinâmica e no uso de metodologias diferentes das convencionais. Em cada curso, o aluno tem acesso a vídeo-aulas e materiais de apoio com textos e informações complementares. O curso de empreendedorismo tem 3 segmentos: primeiro um curso inspirador com 3 empreendedores dando dicas para quem está começando, o segundo aborda a metodologia “Fail fast”, onde é adotada a mentalidade de falhar o mais rápido possível para validar ou invalidar suas hipóteses. E por fim, há um curso dedicado a uma das mais importantes ferramentas dos empreendedores, o Business Model Canvas.

5 – Coursera – Para finalizar, o Coursera é uma plataforma de ensino que realiza parcerias com as melhores universidades e instituições de ensino ao redor do mundo. Parte dos conteúdos é paga, mas você pode acionar a opção de ser apenas ouvinte em algumas aulas, como acontece no curso “Introdução à Administração da Produção“. No catálogo, há ainda cursos em português e espanhol que falam sobre o empreendedorismo e as competências do empreendedor, negociações de sucesso, marketing analítico e capitalismo consciente, por exemplo.

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Uma dica

Para quem quiser mais informações sobre a modalidade de ensino a distância, existe um portal que reúne tudo o que você precisa saber. Dá para encontrar a listagem de faculdades que oferecem a modalidade, testes para identificar se você tem o perfil para estudar a distância, e muitas dicas e orientações.

E ai, o que achou? Viu como os cursos à distância pela internet têm mudado o empreendedorismo convencional? Está pensando em fazer um curso na modalidade à distância e online? Já passou por essa experiência? Não esqueça de compartilhar suas ideais e opiniões através dos comentários!

Listas que todo empreendedor precisa ver – filmes, séries e até termos

Vasculhando a internet, vez ou outra a gente se pega vendo artigos e posts com títulos dizendo “x coisas que todo empreendedor precisa saber”. Ou “x frases que todo empreendedor precisa ouvir”, e por aí vai.

Resolvemos, então, reunir alguns desses ensinamentos e conselhos, para você aplicar no seu dia a dia. Fizemos um apanhado de livros, filmes, séries, vídeos e termos que todo empreendedor precisa saber.

Vamos lá?

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Filmes que todo empreendedor precisa ver

Essa é do Portal Economia do Ig.

1.  How To Get Ahead In Advertising (sem tradução do português)

Mesmo se você não estiver procurando por conselhos de publicidade e marketing, este filme vai conseguir te chamar a atenção e, com certeza, ensinar uma ou duas coisas sobre solução de problemas através da criatividade. De 1989, o longa foi um verdadeiro fiasco na sua estreia, mas acabou sendo “descoberto” anos depois – sendo uma sátira brilhante de como funciona a indústria da publicidade.

How To Get Ahead In Advertising é, definitivamente, feito para você pensar diferente sobre e dentro do mundo dos negócios e comércio.

Os tópicos discutidos incluem estratégia de marketing, advertising know-how, segmentação de marketing e branding.

2. Startup.com

Este é um documentário de 2001, dos Estados Unidos, que examina a criação e a falência da empresa govWorks.com, entre os anos 1999 e 2000. A startup levantou US$ 60 milhões do Hearst Interactive Media, do KKR, do Fundo de Investimento em Nova York, e do Sapient.

O filme é interessante especialmente para entendermos os altos e baixos do período retratado, além de ser uma história real de como as amizades podem ser facilmente ameaçadas com parcerias de negócios.

Os tópicos abordados incluem financiamento para empresários, levantamento de capital, gestão de crescimento, empreendedorismo, formação de equipes e habilidades de gestão.

3. Prenda-me se for capaz

Baseado em uma história real, Prenda-me se for capaz (Catch Me If You Can, 2002) é um clássico filme que exemplifica a jornada para o empreendedorismo. É interessante observar como uma mente habilidosa como da personagem Frank Abagnale (Leonardo DiCaprio) pode seduzir todos ao seu redor a fim de conseguir o que deseja.

O filme é super-recomendado para empreendedores porque aborda temas como criatividade para resolver problemas e como é possível tornar algo realmente bom em uma situação ruim, habilidades de empreendedorismo, inovação, perseverança, visão de negócios, técnicas de vendas e fontes de fundo.

4.  Senhor das Armas

Se você gosta de comédias mais “pesadas” com uma boa quantia de ação, essa é uma boa escolha! Senhor das Armas (Lord of War, 2005) é um filme de guerra, que conta a vida de Yuri Orlov (Nicolas Cage), um imigrante da Ucrânia que decide “empreender” na rota ilegal da venda de armas. O personagem possui deixa a moral de lado por sua personalidade ambiciosa, tenaz e hábil, lidando de maneira eficaz com os riscos apresentados em seu caminho. Nada mau para empreendedores, né?

Além disso, se você quiser saber mais sobre pirataria, construção da fidelização de clientes, e técnicas de negociação, o filme pode te ajudar, já que mergulha profundamente nestes tópicos. Você, provavelmente, vai incorporar algumas das lições em seu próprio empreendimento.

Os tópicos abordados no filme incluem habilidades de empreendedorismo, mercados emergentes, resolução criativa de problemas, gerenciamento de crise, técnicas de negociação, estratégias competitivas e geopolítica.

5. O Diabo Veste Prada

O filme estrelado por Meryl Streep vai te motivar a mergulhar fundo na busca de seu emprego dos sonhos. É um longa-metragem que mostra como pode ser difícil e desconfortável enfrentar situações cotidianas quando estamos em um emprego supercotado, além de revelar como o trabalho duro pode recompensar futuramente. É também uma janela interessante para observarmos e conhecermos os bastidores da indústria fashion.

Agora, o mais interessante é para que chefes tomem consciência de quanto podem ser influentes (de forma positiva ou não) na vida dos empregados. Além disso, é uma maneira divertida de pensar sobre o mundo corporativo.

Os assuntos inclusos no filme são branding, técnicas de venda, importância da mídia e desenvolvimento de carreira.

6. Erin Brockovich: uma mulher de talento

Este drama é baseado em uma história real da mulher que, contra todos os obstáculos e probabilidades, tem influência na vitória do maior acordo já pago em um processo de ação direta na história. O filme tem tudo a ver com as discussões atuais, embora seja de 2000, já que incorpora o empoderamento feminino no mercado de trabalho e sublinha a importância da ética e do respeito pelos próprios escrúpulos – mesmo em face de dificuldades.

Ele toca em temas como responsabilidade social, modelos de negócios sustentáveis ​​e preconceitos de gênero no negócio.

7.  O Homem que Fazia Chover (The Rainmaker)

O filme é dirigido por Francis Ford Coppola, de 1997, e conta a história de um advogado que assume uma empresa de seguros corrupta, a fim de lutar pela vida de um menino com leucemia terminal. O Homem que Fazia Chover é um retrato fantástica da opressão (e do oprimido) , exemplificando o poder de determinação e responsabilidade social.

Os tópicos abordados incluem a responsabilidade social, ética nos negócios e direito empresarial.

Séries e programas que todo empreendedor precisa assistir ou acompanhar

O levantamento é do Startupi.

1. Bloomberg Game Changers – A série, produzida pela Bloomberg, traça o perfil de diversos líderes e empreendedores de sucesso. Algumas personalidades retratadas são J. K. Rowling, Jeff Bezos, Steve Jobs e Mark Zuckerberg.

2. House of Cards – “House of Cards” é uma série que dá lições de negociação para empreendedores. E em um ambiente onde tanto o pensamento estratégico quanto a força de decisão são necessários: o universo da política.

3. Mad Men – A série se passa nos anos 60, em Nova York, e acompanha a vida do diretor de criação Don Draper. Retratando o universo da publicidade da época e as mudanças nesse setor, o programa também mostra a vida pessoal das personagens – incluindo ambição, frustração e disputa por poder. A série fala muito sobre inovar e criar novas oportunidades de negócio.

4. O Sócio – Originalmente chamado “The Profit” (“O Lucro”), o programa é estrelado pelo investidor Marcus Lemonis. Ele ajuda empresas em apuros a se reerguerem – em geral, são pequenos negócios familiares, geridos de forma amadora. O empresário coloca seu próprio dinheiro no negócio e passa a ser sócio dos empreendedores, identificando falhas e guiando empreendimentos para o sucesso.

5. Aprendendo com tubarões

Quer aprender como fazer um bom pitch da sua empresa? É isso que ensina o programa Shark Tank (em português, “Shark Tank: Negociando com Tubarões”). Em Shark Tank, empreendedores apresentam sua ideia de negócio para cinco possíveis investidores. Esses “tubarões” criticam o projeto e podem ou não fazer uma proposta de aporte, envolvendo tanto dinheiro quanto uma participação societária na empresa.

6. Silicon Valley

“Silicon Valley” é uma série de comédia que mostra a história de seis programadoras tentando fazer sucesso no Vale do Silício, enfrentando desafios típicos do desenvolvimento de uma ideia de negócio inovadora.

7. The Office

A série de comédia “The Office” é uma espécie de pseudodocumentário sobre um braço da empresa Dunder Mifflin, que comercializa papel. A série aborda principalmente conceitos de liderança, por meio do chefe Michael Scott: o que fazer – e, principalmente, o que não fazer – na sua empresa.

8. Undercover Boss

O reality show “Undercover Boss” (no Brasil, “O Chefe Espião”) mostra, a cada episódio, um empresário da alta hierarquia de uma empresa tendo de secretamente trabalhar com os funcionários nas posições iniciantes do negócio. Assim, o executivo aprende realmente como é a operação do negócio que ele administra – na foto acima, vemos um episódio que envolve a rede Subway. Recentemente, o programa Fantástico (Rede Globo) fez um quadro similar, chamado “Chefe Secreto”.

9. Your Business

O programa “Your Business” é voltado para pequenas e médias empresas. Além de mostrar exemplos desses negócios, a atração leva especialistas em negócios e investidores para aconselhar empreendedores em diversos assuntos. Na foto, um exemplo da loja de óculos Warby Parker, que começou na internet e se tornou uma referência de marca.

Termos em inglês que todo empreendedor precisa aprender

A reunião foi feita pelo Endeavor Brasil. Selecionamos alguns. Veja só:

1. Break-even – Em português, um ‘ponto de equilíbrio’. É quando os custos da empresa são iguais às suas receitas. Como tudo que a empresa recebe paga somente as despesas, o lucro (ou resultado do período), acaba sendo 0, nesse caso.

2. Co-working – Espaço de trabalho compartilhado por diversas empresas, que passam a poder se relacionar e a trocar conhecimentos.

3. Crowdfunding – Obtenção de capital através de financiamento coletivo, em geral de pessoas físicas interessadas na iniciativa. Existem plataformas on-line especializadas nisso.

4. Crowdsourcing – Forma de conseguir serviços/ajuda de forma colaborativa para geração de conteúdos, solução de problemas, desenvolvimento de novas tecnologias, geração de fluxo de informação e afins.

5. Early stage – São consideradas empresas em early stage (estágio inicial) as que possuem até três anos de existência.

6. Elevator pitch – Apresentação da ideia do negócio em aproximadamente 30 segundos (o tempo que uma pessoa passaria no elevador).

7. Mergers and Acquisitions (M&A) – Termo em inglês para ‘Fusões e Aquisições’ (abreviado M&A), é tanto um aspecto da estratégia corporativa e finanças corporativas quanto compra, venda, divisão e combinação de diferentes empresas.

8. Networking – Ter ou estabelecer uma rede de contatos. ‘Fazer networking’, como é empregado, costuma ser uma ótima forma de ampliar a qualidade de seus relacionamentos e transformá-los em benefício mútuo no meio profissional.

9. ROI – Sigla da tradução de ‘Retorno sobre Investimento’, corresponde a um percentual da quantidade de dinheiro ganho em relação à quantidade de dinheiro investido.

10. Seed capital – Capital ‘semente’, aquele capital que se capta quando o negócio está em sua fase inicial, para que ele possa dar seus primeiros passos no mercado.

11. Spin-off – Criação de uma nova empresa de produtos ou serviços inovadores, criados inicialmente a partir de um projeto em uma ‘empresa-mãe’. Geralmente, os empreendedores do novo negócio trabalharam antes no desenvolvimento desse projeto na empresa-mãe, que gerou o spin-off.

12. Stakeholders – Stakeholders são todos os impactados pelo negócio, sejam eles sócios, acionistas, funcionários, clientes ou segmentos da sociedade.

13. Startups – Uma empresa projetada desde o início para ser grande! Eric Ries, autor do livro ‘Lean startup’, define startup como ‘um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza’.

14. VC (Venture Capital) – Traduzido como ‘capital de risco’, os VCs apoiam empresas de pequeno e médio porte já estabelecidas e com potencial de crescimento. Com duração média de 5 a 7 anos, os recursos investidos financiam as primeiras expansões, levando o negócio a novos patamares no mercado.

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Para finalizar

Você viu neste artigo que:

1) Prenda-me se for capaz é um filme clássico que exemplifica a jornada para o empreendedorismo. É interessante observar como uma mente habilidosa como da personagem Frank Abagnale (Leonardo DiCaprio) pode seduzir todos ao seu redor a fim de conseguir o que deseja. Recomendado!

2) House of Cards é uma série que dá lições de negociação para empreendedores. E em um ambiente onde tanto o pensamento estratégico quanto a força de decisão são necessários: o universo da política. Recomendado também!

3) Se você não sabe a diferença entre co-working, crowdfunding e crowdsourcing, melhor reler o artigo!

E aí, pintou alguma dúvida sobre essas dicas e conselhos que reunimos? Tem alguma outra sugestão de filme, série ou termo que não incluímos? Deixe um comentário pra gente! Até o próximo artigo!

Como alcançar a formalização se tornando um MEI – Microempreendedor Individual

Em tempos de crise e alta taxa de desemprego, muitas pessoas buscam no empreendedorismo uma saída para encontrarem o sucesso e novas fontes de renda.

Se você quer abrir um negócio com pouco dinheiro, saiba que existem algumas opções que necessitam de quantias bem baixas – e com grandes potenciais de se transformarem em negócios rentáveis. Por isso, buscar alternativas não deve ser um fator para desmotivar o empresário iniciante.

Em geral, aqueles que utilizam recursos próprios para abrir um negócio têm mais chances de “ir para frente” quando o negócio escolhido depende da capacidade do empreendedor de entregar o serviço. Principalmente da sua dedicação.

Uma boa saída para encontrar uma nova fonte de renda é se tornar um microempreendedor individual, ou simplesmente MEI.

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Tirando o CNPJ para se tornar um MEI

Para conseguir legalizar suas atividades, é recomendado que você tenha um CNPJ. Até na aquisição de uma máquina de cartão de crédito para receber seus pagamentos ele será útil.

Pois bem. O Governo Federal instituiu em 2009 uma figura jurídica especial na categoria de micro e pequenas empresas, na qual você irá se encaixar para conseguir o seu registro: o Microempreendedor Individual (MEI).

O órgão entende que qualquer negócio com previsão de faturamento anual de até 60 mil reais (ou seja, até 5 mil reais mensais) pode ser registrado nessa categoria. Nesse caso, o processo para obter o CNPJ é bem mais simples e menos burocrático que o tradicional.

Não pense que somente empresas físicas precisam do registro. Para qualquer exercício de uma atividade profissional em um espaço – mesmo que virtual, é preciso se adequar à lei. Isso abre muitas portas para o mercado e leva o negócio para outro patamar, através da formalização.

É importante lembrar que uma das exigências da Receita Federal é que o MEI não tenha participação em outra empresa como sócio ou titular.

Você terá muitas vantagens e condições especiais ao legalizar o seu empreendimento. Terá acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio maternidade e há a possibilidade de ter um funcionário registrado – recebendo um salário mínimo ou quantia correspondente ao piso da categoria. Com esse documento, você poderá fazer transações com outras empresas, emitindo nota fiscal dos serviços prestados.

Além disso, o MEI tem maior facilidade para a abertura de conta bancária e solicitação de empréstimos.

Na teoria, o MEI é aquele profissional que que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Esse é o documento de identificação do seu negócio, assim como todos nós precisamos do RG para exercer algumas atividades cidadãs, como votar.

A maior vantagem, sem dúvida, é a facilidade para realizar todo o processo. Ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso contratar um contador e você mesma pode fazer tudo por conta própria.

Mais vantagens em ser MEI

O MEI também fica enquadrado no Simples Nacional e, logo, é isento de alguns tributos federais (como o pagamento de Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL), arcando com um valor fixo mensal atualizado todo ano, de acordo com o salário mínimo. Os custos são extremamente baixos, mas não nulos.

Nesse pagamento estão inclusos todos impostos e outros deveres legais de uma empresa.

A quantia é destinada à Previdência Social e ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) ou ao ISS (Imposto Sobre Serviços), e o valor varia de acordo com sua área de atuação.

Benefícios de emitir nota fiscal

Como a possibilidade de emitir nota fiscal, aumentam as possibilidades em relação à clientela, que podem ser também outras pessoas jurídicas.

Isso pode ser um diferencial entre você, e alguma concorrente que trabalha no ramo de forma amadora.

Como é o processo

Todo o processo para formalização é feito pela internet, através do Portal do Empreendedor, disponibilizado pela Receita Federal.

O site é bem explicativo e intuitivo, sem muito mistério. O cadastro para ser MEI é feito online e o CNPJ já sai na hora.

Buscando ajuda extra

Mesmo com a simplicidade do processo, você pode pedir a ajuda de um escritório de contabilidade. Nesse caso, o contador é obrigado a ajudá-lo a se formalizar e fazer a sua primeira declaração anual sem cobrar nada. 

Outra opção é recorrer ao Sebrae. Além de consultores nos postos de atendimento, é possível tirar dúvidas online no site da instituição. Lá são disponibilizados cursos online, palestras e artigos voltados para o Microempreendedor Individual.

Vamos praticar!

O cadastro é feito em um campo denominado “Quero me formalizar” dentro do Portal do Empreendedor.

Ao acessar o item “Formalize-se” no Portal do Empreendedor, será solicitado seu CPF e data de nascimento para uma nova inscrição.

Depois, o sistema irá pedir o número de sua última declaração de Imposto de Renda – caso tenha sido declarante nos últimos dois anos.

Complete o cadastro com seus dados pessoais e empresariais, incluindo endereço físico do estabelecimento.

Você pode optar em alugar uma sala comercial ou colocar o seu endereço residencial no cadastro. A única observação dessa última opção é que o valor do próximo IPTU terá um acréscimo, que varia de estado para estado, de acordo com as regras de tributação de cada um.

Em seguida, você precisa selecionar a atividade que você exerce enquanto empreendedor.

Concluindo o cadastro

Após cumpridas as etapas, você está pronto para começar a atividade como qualquer outra empresária. O sistema gera instantaneamente um documento único, chamado de Certificado da Condição de Microempreendedor Individual – CCMEI.

Nele está contido o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará Provisório de Funcionamento da sua empresa.

Próximos passos

Depois de formalizado, você precisa lembrar de:

  • Gerar o carnê no Portal do Empreendedor e pagar a taxa fixa todo mês;
  • Redigir o relatório mensal de Receitas Brutas;
  • Fazer a Declaração Anual de Receitas até o último dia útil de janeiro, todo ano.

O Relatório Mensal de Receitas Brutas é o documento em que você descreverá, de forma simples, todas as receitas adquiridas com a prestação de serviços a pessoas físicas e jurídicas.

O modelo do relatório está disponível no Portal do Empreendedor.

Uma vez por ano, é necessária a submissão da Declaração anual do MEI junto à Receita Federal. A declaração é enviada pela internet, e a sua entrega acontece, geralmente, de janeiro a maio do período subsequente.

E não se esqueça: guarde todos os documentos que tem a ver com a sua empresa, como canhotos de notas fiscais geradas e notas fiscais de compras de equipamentos e produtos utilizados na profissão, como bases, batons, e sombras, por exemplo.

Uma forcinha extra ao alcance das mãos

O Sebrae-SP lançou um aplicativo gratuito que ajuda o MEI a controlar todas as ações burocráticas da empresa a partir do smartphone ou tablet.

O aplicativo tem o nome de Qipu, e é compatível com aparelhos dotados dos sistemas operacionais iOS e Android. Ele está disponível nas lojas do Google Play e na Apple Store.

Com ele você controla suas despesas para agilizar a declaração anual, recebe lembretes das datas de pagamento do carnê do MEI (DAS), é avisado sempre que conquistar novos benefícios (como auxílio-doença, aposentadoria, etc.); Nele você também tem acesso a dicas para melhorar ainda mais o seu negócio.

Para mais informações, é só acessar o site www.qipu.com.br.

Segurança

Após finalizar o registro da empresa no Portal do Empreendedor, imprima o CCMEI, que é emitido no próprio site, e imprima o cartão do CNPJ, a partir do site da Receita Federal.

Esses são os documentos que comprovam a existência da MEI, e te dá o alvará para começar formalmente o seu negócio.

Até quando continuar como MEI?

Enquanto a receita bruta do seu negócio não ultrapassar 60 mil reais por ano ou de 5 mil reais mensais, e todas as outras características que citamos sejam mantidas (um único dono, licença e um único funcionário), a empresa continua enquadrada no MEI.

Mas caso a demanda cresça, e a receita ultrapasse o teto definido por lei (ou você precise contratar novos funcionários, por exemplo), é preciso rever sistema de arrecadação. Ocorre o que é chamado de desenquadramento.

O contribuinte desenquadrado como MEI passa a recolher os tributos devidos pela regra geral do Simples Nacional, como Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte.

O desenquadramento por opção poderá ser realizado em qualquer mês ou dia do ano, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro do ano-calendário subsequente, salvo quando a comunicação for feita no mês de janeiro, quando os efeitos do desenquadramento acontecem nesse mesmo ano-calendário.

O desenquadramento é feito por meio do serviço “Desequadramento do SIMEI”, disponibilizado no Portal do Simples Nacional.

Ah, uma observação: mesmo com a mudança, o seu CNPJ pode se manter o mesmo!

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Para finalizar

Você viu nesse artigo que:

1) O primeiro passo para conseguir legalizar suas atividades, é recomendado que você tenha um CNPJ;

2) Você terá muitas vantagens e condições especiais ao legalizar o seu empreendimento. Terá acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio maternidade e há a possibilidade de ter um funcionário registrado, por exemplo;

3) Como a possibilidade de emitir nota fiscal, aumentam as possibilidades em relação à clientela, que podem ser também outras pessoas jurídicas;

4) Todo o processo para formalização é feito pela internet, através do Portal do Empreendedor, disponibilizado pela Receita Federal.

E ai, alguma dúvida? Utilize o espaço dos comentários e participe! Até o próximo artigo!

Como analisar as redes sociais da concorrência e aprender muito com isso

Já falamos aqui da importância de se manter e deixar ser envolvido pela inovação, para estar sempre um passo à frente da concorrência. É uma forma de sobrevivermos, e também de nos sobressairmos diante de situações de crise, como esse momento que vivemos atualmente.

Falamos também em como é importante analisar a concorrência quando se está escolhendo um ponto comercial, por exemplo, e também na hora de abrir um negócio com pouco dinheiro. Do mesmo modo, os concorrentes são bem visíveis na hora de analisar as menções que sua empresa recebe nas redes sociais, e também no momento de fazer uma boa e completa pesquisa de mercado.

Pois bem.

Vamos dar um foco agora em como analisar os concorrentes através de suas redes sociais e aprender bastante com isso. Em alguns casos, pode servir de um “puxão de orelha” pra nós, em outros, fonte de inspiração, mas nunca como objeto de cópia ou algo que fuja de uma correta ética profissional.

A melhor maneira de ficar perto dos seus concorrentes nas redes sociais ainda é assistindo-os, vendo o que eles fazem e analisando-os cuidadosamente. Isso mesmo: analisar a concorrência é essencial dentro de suas estratégias nas redes sociais.

Afinal de contas, como você pode tomar decisões inteligentes para ajudar a manter seus clientes atuais e a atrair novos se você não sabe nada sobre a sua concorrência? Quanto mais perto dos seus concorrentes, mais chances você tem de saber se as suas atividades nas mídias sociais estão no caminho certo ou se há algo que deve ser potencializado, eliminado ou revisto.

Vamos mostrar neste artigo como fazer uma análise bem competitiva com relação à seus concorrentes. Vamos lá?

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Por que analisar as redes sociais da concorrência

Se você está se perguntando por que é tão importante fazer análise da concorrência, vai ver todas as respostas abaixo e não vai mais precisar pensar nessa pergunta.

Veja 12 razões:

  • Fornece uma visão geral do seu ramo de atuação;
  • Ajuda a saber como seus concorrentes se comunicam com o público;
  • Saber em todos os momentos o que a concorrência está fazendo, onde quer que esteja;
  • Identificar os pontos fortes e fracos da sua estratégia – e das deles;
  • Conhecer melhor os seus clientes e ter uma ideia mais sólida dos seus hábitos;
  • Inspirar a fazer coisas novas e implementar ações mais potentes;
  • Detectar algo que você não tinha levado em conta mas que é relevante;
  • Saber o que você está fazendo certo e o que não  – para então agir de acordo com as necessidades;
  • Evitar surpresas já que você vai conhecer todos os movimentos da concorrência;
  • Sair na frente, já que você conhecerá o contexto e poderá prever seu comportamento;
  • Permitir que você monitore a atividade e a evolução de seus concorrentes para comparar com a sua performance;
  • Evitar o estancamento e fomentar a permanente melhora para que você se posicione como uma referência no seu setor.

Mas é importante que você tenha em mente que não se trata de ‘espiar’ a concorrência, é preciso analisá-la para poder tirar o maior proveito da sua estratégia. Basicamente, a análise da concorrência não serve para espionar ou copiar, e sim para ter ideias e identificar uma vantagem competitiva.

Veja quem são os seus concorrentes

O primeiro passo na análise de seus concorrentes é saber quem são e onde estão. O primeiro passo é procurar no Google e nas Redes Sociais, encontre a sua concorrência e escolha pelo menos quatro competidores. Dessa forma, você já vai ter dados suficientes para começar o estudo.

Para que a análise da concorrência seja completa, preste atenção nos tipos de concorrentes:

  • Concorrência direta. Ache os seus concorrentes diretos, ou seja, os empreendimentos que fazem parte do mesmo mercado em que você se encontra e oferecem o mesmo produto ou serviço, por exemplo: Coca-Cola e Pepsi, Samsung e Apple.
  • Concorrência indireta. Por outro lado, encontre os seus concorrentes indiretos, ou seja, as empresas que fazem parte do seu setor e têm o mesmo público-alvo, mas que vendem um produto diferente.

Defina os dados da concorrência que você quer analisar

Depois de ter identificado os seus concorrentes, é necessário definir quais são os dados que você vai analisar.

Por exemplo, em quais redes sociais estão os seus concorrentes? Quantas publicações diárias e semanais fazem no Facebook, Twitter e em todos os canais de mídia social? Quantos seguidores têm? Que tipo de conteúdo publicam? Quantas interações são geradas com likes, shares e comentários? Eles respondem as mensagens do público?

Resumindo, tudo o que você acha que pode lhe ajudar a aprender mais sobre a sua concorrência e analisar seu comportamento de forma mais eficaz.

E se você não sabe por onde começar ou quais dados incorporar, além dos mencionados acima, não se preocupe, porque no passo 4 eu vou compartilhar um modelo para download para que você saiba quais os dados precisam ser seguidos.

Tenha as melhores ferramentas para analisar as redes sociais da concorrência

Estamos na era da Internet, onde tudo é mais fácil do que nunca, por isso, se você não sabe como analisar as redes sociais da concorrência, não se preocupe: existem ferramentas especificamente criadas para ajudá-lo a fazer uma análise dos concorrentes da forma mais abrangente possível.

E, apesar de que encontrar estes dados é uma coisa que você pode fazer com facilidade – revisando os perfis rivais – aqui vão algumas ferramentas que podem ser bastante úteis:

1. Quicksprout – https://www.quicksprout.com/

Permite comparar até quatro concorrentes ao mesmo tempo e mostra a quantidade de conteúdo compartilham em suas redes sociais.

2. Fanpage Karma – http://www.fanpagekarma.com/

Controle a sua presença e da sua concorrência nas redes sociais. O plano gratuito dá a possibilidade de analisar os últimos 90 dias de todas as contas e permite comparar o desempenho, o crescimento, o conteúdo mais usado, o número de fãs, as interações, a frequência de publicação e o engagment, dependendo do dia, da hora, e muito mais.

3. Audiense – https://es.audiense.com/

Permite medir a sua marca e a concorrência no Twitter ao mesmo tempo. A ferramenta compara as suas ações com as dos seus concorrentes.

4. Twitter Counter – http://twittercounter.com/

Com esta ferramenta é possível fazer uma comparação de seguidores e tweets no Twitter, embora a versão gratuita só permita visualizar no máximo seis meses.

5. Like Alyzer – http://likealyzer.com/

Faz uma análise completa de fan pages do Facebook se você informar só a URL: Analisa desde informações mais básicas até o rendimento das publicações.

6. Quintly – https://www.quintly.com/facebook-analytics/

É semelhante à Fan Page Karma e permite monitorar as redes sociais (como Facebook, por um período de teste gratuito). Fornece informações sobre os KPIs, o comportamento dos fãs, usuários mais ativos, tempo de resposta e interações com os usuários e localização, entre outros.

Recolha dados e analise as informações

Esse é o momento de fazer a análise da concorrência, identificar qual é a sua vantagem competitiva (e, portanto, trabalhar para promovê-la) e ver quais são as informações úteis que você pode extrair dos seus concorrentes para melhorar o desempenho da sua estratégia nas redes sociais.

Para poder analisar tudo isso, é fundamental que você monte um documentou ou planilha onde vai anotar os dados de forma clara e agrupável. É importante fazer esse seguimento e dedicar o tempo necessário à análise.

Tome decisões estratégicas

Depois de ter recolhido e analisado informações dos seus concorrentes, chega o momento crucial: tomar as decisões que vão mudar o rumo da sua empresa.

No fundo, esta é a verdadeira razão pela qual você analisa os seus concorrentes: pra fazer o seu negócio melhorar. Então, agora que você já tem todos os dados à sua disposição, é hora de decidir o que fazer com eles.

Aproveite a oportunidade pra fazer um brainstorming e redefinir a sua estratégia de mídia social, mas também vá além e aproveite pra potencializar as ações que você sabe que funcionaram, deixe de fazer tudo o que não esteja funcionando e nunca deixe de provar novas ideias. É assim que você vai encontrar a fórmula que vai lhe permitir crescer e crescer enquanto você vê os concorrentes ficarem pequenininhos no seu retrovisor.

Se você fizer uma boa análise dos concorrentes e tomar as medidas adequadas, ninguém vai pará-lo.

Leader of competition. Concept. 3d illustration.

Resumo para finalizar

Você viu neste artigo que:

1) Ver o que os outros estão fazendo vai lhe ajudar a melhorar a sua própria estratégia de mídia social e fazer que o seu negócio cresça.

2) A análise da concorrência não serve para espionar ou copiar, e sim para ter ideias e identificar uma vantagem competitiva;

3)Depois de ter identificado os seus concorrentes, é necessário definir quais são os dados que você vai analisar;

4) Apesar de que encontrar estes dados é uma coisa que você pode fazer com facilidade, existem ferramentas que podem ser bastante úteis.

Então, o que você achou destes passos e orientações sobre como analisar as redes sociais da concorrência? Vai implementar? As informações foram úteis? Participe e interaja conosco através dos comentários!

Está sem motivação? Então veja o que Bill Gates tem a dizer e ensinar

Acordar na segunda-feira e ir trabalhar, encarar aquele ou aquela colega chato(a) no serviço, ler uma infinidade de e-mails na caixa de entrada antes de pegar no batente…

São muitos os acontecimentos na nossa rotina que nos deixam cansados(as), exaustos(as), insatisfeitos(as) ou apenas sem motivação para continuar. Ainda que você esteja “sofrendo”, a máquina da produção continua a girar, e os clientes esperando para adquirir seus produtos ou contratar seus serviços. Vamos combinar que todos passam por momentos assim, e você não está sozinho(a) neste barco.

Está sem motivação? Então veja o que Bill Gates tem a dizer e ensinar.

Separamos as melhores frases do mostro da tecnologia para dar um empurrãozinho na sua “árdua” rotina. O nome Bill Gates dispensa apresentações, não é mesmo? É um gênio dos códigos de programação, que realizou grandes feitos em sua vida – como a criação do Windows e a popularização do computador.

Se hoje você pode “ostentar” um smartphone, notebook ou tablet, certamente Bill Gates tem muito de contribuição nessa acessibilidade. Mesmo que você diga que a Apple é melhor que a Microsoft e que Steve Jobs seja seu maior ídolo, não dá para negar a importância de Gates na democratização da informática e modernização de processos no mundo. Portanto, arrume um espacinho no coração para ele também!

O dia-a-dia exige disposição e ânimo, afinal, a luta para enfrentar todos os desafios do trabalho e da vida pessoal não param (e caminham em uma constante). Nós que acostumamos e somos treinados para dar o máximo nos nossos empregos, e fazer “tudo-ao-mesmo-tempo-agora”, muitas vezes somos nossos auto gestores e não temos o luxo de deixar tudo para trás. Estamos cada dia mais em busca de nos tornarmos o profissional do futuro, e para isso, devemos estar em aprendizado contínuo.

Neste artigo você vai encontrar os principais ensinamentos de Bill Gates, em cápsulas para se motivar e encher o seu dia de positividade. Não precisa de receita e o consumo é livre!

“Ao persistirem os sintomas, o artigo deverá ser consultado”, combinado?

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Mas afinal, quem é Bill Gates?

Então, vamos lançar alguns dados biográficos deste empresário que tem muito a ensina-lo(a).

Para conhecer alguém, é sempre bom saber de onde veio, sua trajetória e eventos que marcaram a sua vida.

Pois bem.

Bill Gates e seu parceiro Paul Allen começaram no mundo da tecnologia em 1975. A visão comercial somado à visão tecnológica tornou possível o acesso a computadores pessoais (personal computers, ou apenas PCs) em praticamente todo o mundo. Junto ao hardware (parte física), surgiu o OS (sistema operacional) Windows.

Em apenas 6 anos o então jovem Bill Gates já aparecia na lista dos homens mais ricos do mundo pela Revista Forbes. Para isso acontecer ele precisou abandonar a carreira em Harvard em 1976, o que não impediu que o rapaz tivesse um extremo sucesso.

Após vários anos dedicados à desenvolver seus produtos e soluções tecnológicas, e de ter conseguido mudar a forma como as pessoas se comunicavam e trabalhavam, Bill Gates decidiu depois de alguns anos que era um bom momento para se afastar dos trabalhos diários na Microsoft e se entregar a atividades filantrópicas.

Desde 2008, ele dedica a maior parte de seu tempo para trabalhar em uma fundação chamada Bill & Melinda Gates Foundation, de combate a pobreza mundial. A instituição se dedica a promover caridade e ciência pelo mundo, e tem sede nos Estados Unidos. Além de se dedicar à filantropia, por meio da fundação, Bill Gates também financia pesquisas diversas na área da saúde.

O que talvez você não saiba é que ele vendeu seu primeiro programa de computador por US$ 4,2 mil, aos 17 anos, para a escola onde estudava. Você também não deve saber que, durante o período da faculdade, resolveu um complexo problema matemático, feito que foi publicado em uma revista acadêmica e que não foi superado pelos 30 anos seguintes.

Impressionante, né?

Estamos falando de um empreendedor cujas ideias modificaram as vidas de praticamente todas as pessoas do mundo de forma profunda e ampla.

As principais lições de gestão de Bill Gates

Agora que você sabe de quem estamos falando, quem melhor pra incentivar o seu dia a dia do que uma das figuras mais importantes de todos os tempos?

No livro “A gestão segundo Bill Gates”, o autor Des Dearlove aponta diversos pontos importantes na administração do empresário que todo empreendedor deve conhecer para fazer uma boa gestão de seus negócios.

Como empreendedor, você deve estar sempre atento às principais tendências, novidades e transformações sociais e tecnológicas do mundo, e fazer um exercício constante de pensar à frente e tirar proveito das mudanças que ocorrem.

Veja as principais lições que separamos:

1 – Estar no lugar certo na hora certa

Se tem uma coisa que Gates sempre soube fazer foi reconhecer uma boa oportunidade e aproveitá-la. E talvez essa seja uma das características mais importantes para um empreendedor. Quer um exemplo? A primeira parceria da Microsoft foi com a IBM, nos anos 80. A empresa de hardware, querendo entrar no mercado de computadores pessoais, procurava um fornecedor de software.

Gates fechou com a IBM, comprou um software criado por uma empresa pequena por 50 mil dólares, implementou melhorias substanciais no produto e o vendeu* por 8 milhões de dólares para a IBM. Isso é que é margem, não é?

2 – Investir na equipe e motivá-la

Gates é conhecido por trazer para sua equipe os melhores estudantes recém saídos da universidade, além dos bons pacotes de benefícios para motivar a equipe. Como qualquer bom empreendedor, ele sabia que sozinho não iria chegar à lugar algum e que precisava investir em uma equipe engajada e comprometida.

O engajamento é um ativo fundamental para o sucesso de uma empresa, e só será conquistado a partir de uma cultura que valorize verdadeiramente o funcionário e possibilite que ele se conecte com os valores da empresa. Escute seu funcionário, invista nele e transforme sua organização em um lugar onde as pessoas querem trabalhar, mais do que isso, onde elas se orgulham de trabalhar.

Artigo sobre liderança – Como ser um líder eficiente que eleva os resultados do seu time (ainda não foi publicado)

3 – Pedir e ouvir os feedbacks de clientes

A Microsoft sempre acreditou na importância de receber feedbacks de seus clientes. Na versão beta do Office 2010, por exemplo, os clientes davam o feedback em formato de fácil entendimento para a equipe, com divisões para comentários positivos e negativos. A empresa também é conhecida por receber bem as reclamações, além de arquivá-las, para que os erros possam ser corrigidos de forma rápida.

4 – Saber tudo que se passa no seu negócio

Para Bill Gates, gostar de tecnologia era muito importante, principalmente como fundador de uma empresa cujo core estava ligado à tecnologia. Agora, mais do que isso, o empreendedor ressaltava a importância de conhecer e entender todos os processos de uma empresa para estar sempre bem informado, perto de seus funcionários e por dentro de tudo que se passa.

5 – Ser visionário

Um visionário da tecnologia, Bill Gates sempre pensou à frente. Tão à frente que anteviu, em 1999, muitas das grandes mudanças pelas quais o mundo está passando no momento. Palpites que na época em que foram feitos pareciam “não ter pé nem cabeça”, mas que, de fato, se tornaram realidade. Alguns exemplos:

  • Comparadores de preços na web: vide os grandes sites especializados como Buscapé, JáCotei e Zoom, além dos e-commerces ou sites de venda de passagens de avião;
  • Celulares com internet: hoje isso é tão comum, que ninguém quase se lembra que em algum momento essa tecnologia não existia e que as pessoas viviam sem ela. Em 1999, Gates já previa a invenção dos smartphones;
  • Pagamento de contas pela internet: quando os bancos começaram a oferecer aos seus clientes a possibilidade de acessar e movimentar suas contas pela internet nós não imaginávamos que um dia esse serviço pudesse superar as operações feitas em agências físicas. E muito menos que empresas fossem inventar sistemas de pagamento via celular – como já vem ocorrendo;
  • Redes sociais: poucos conseguem imaginar suas vidas sem as redes sociais. O facebook, a maior rede social do mundo, e também uma empresa milionária;
  • Anúncios pagos virtuais direcionados: sim, ele também previu essa grande transformação no mercado publicitário e nas possibilidades de anunciar e direcionar anúncios para alcançar determinado público-alvo.
  • O poder da rede como instrumento de engajamento social: estamos na era da colaboração e do uso da rede como poderosos instrumento de engajamento a causas, movimentos, manifestações e marcas. Bill Gates também já tinha previsto que tudo isso aconteceria muito antes.

As melhores frases de Bill Gates para se inspirar – sucesso e liderança

Está sem motivação? Então veja o que Bill Gates tem a dizer e ensinar.

1 – “A paciência é um dos elementos chave para o sucesso”;

2 – “Minha ambição sempre foi poder realizar os sonhos”;

3 – Quando olhemos para o futuro, no próximo século, veremos que os líderes serão os que favoreçam o desenvolvimento de todos os outros”;

Artigo sobre liderança – Como ser um líder eficiente que eleva os resultados do seu time (ainda não foi publicado)

4 – “Os líderes do futuro serão os que empoderam os outros”;

5 – “Considero que no próximo século, se temos sorte, contaremos com um panorama mais global. Deixar de pensar que “sim, isso é bom para o meu país” e pensar num mundo em grande escala”;

6 – “É genial festejar o sucesso, mas é mais importante aprender com as lições do fracasso”;

7 – “Para ser grande, às vezes é necessário correr riscos enormes”;

8 – “O capitalismo é algo maravilhoso para motivar as pessoas. Ajuda à criação de invenções geniais. Por outro lado, no que se refere às problemáticas mundiais em grande escala, realmente decepcionou profundamente”;

9 – “O sucesso é um mestre terrível. Convence às pessoas inteligentes a pensar que não vão perder”;

10 – “As companhias comerciais fracassam por vários motivos. Em algumas vezes são mau administradas, em outras, simplesmente não criam produtos que satisfaçam aos clientes. Entretanto, acredito que o maior vilão de uma companhia – principalmente nas indústrias que provem mudanças radicais, como a nossa – é justamente a dificuldade de adaptar-se às mudanças”;

11 – “Nunca se compare com ninguém neste mundo. Caso o faça, entenda que você estará insultando a si mesmo”;

12 – “O mundo não se interessa pela autoestima. O mundo espera que você consiga fazer algo, com independência para que você se sinta bem – ou não – consigo”;

13 – “Antes de Paul [Allen] e eu começamos a companhia (Microsoft), nós nos envolvemos em alguns projetos de software que foram desastres. Eles só traziam novas pessoas, e ninguém sabia como o projeto seria estabilizado. Nós prometemos para nós mesmos que faríamos melhor do que isso”.

As melhores frases de Bill Gates para se inspirar – negócios e inovação

14 – “Esse é um momento fantástico para entrar no mundo comercial, principalmente porque os negócios irão mudar ainda mais na próxima década, muito mais do que nos últimos 50 anos”;

15 – “Seus clientes menos satisfeitos são a maior fonte de aprendizado”;

16 – “As grandes organizações requerem um altíssimo nível de compromisso de todas as pessoas envolvidas”;

17 – “A propriedade intelectual tem a vida útil de uma banana”;

18 – “Enquanto alguns de nossos competidores compravam aviões e ficam por aí se divertindo, nós investimos quase todo o dinheiro de volta na nossa companhia”;

19 – “Na Microsoft, temos montes e montes de ideias brilhantes, mas também se percebe que vêm de cima… Acredito que essa não é a melhor forma”;

20 – “Neste negócio, quando você percebe que está em problemas, já é muito tarde pra se salvar. Se o sujeito não está assustado e correndo o tempo todo, não vai durar muito”;

21 – “Se você não pode fazer algo bem, pelo menos faça que tenha uma boa aparência”;

22 – “Se você mostrar o problemas às pessoas, e indicar uma solução, elas vão se mobilizar para agir”;

23 – “Somos responsáveis pela criação da indústria dos PCs. Toda a noção de máquinas compatíveis e toneladas de softwares é algo que levamos à computação. Exatamente por isso, é nossa responsabilidade assegurar-nos que aspectos como a segurança não interfiram no caminho da realização deste sonho”;

24 – “A Microsoft teve rivais claros no passado. Felizmente, há museus para documentar tudo isso”;

25 – “Escolho uma pessoa preguiçosa pra fazer um trabalho pesado. Principalmente porque uma pessoa preguiçosa vai encontrar uma forma simples de resolver o problema”;

26 – “Em três anos, todos os produtos da minha companhia estarão obsoletos. A única pergunta é se somos nós mesmos os que vão deixá-los obsoletos ou se outra pessoa fará isso primeiro”;

27 – “A Microsoft não tem a ver com cobiça. Trata-se de inovação e igualdade”;

28 – Para criar um novo modelo, é preciso algo que não é só um pouquinho diferente. É preciso algo realmente novo, que capture a imaginação das pessoas”;

29 -” A primeira regra de qualquer tecnologia aplicada aos negócios é a de que a automação usada em uma operação eficiente diretamente magnifica a eficiência. A Segunda é saber que a automação aplicada à operações ineficientes magnificará a ineficácia”;

30 – “Se dúvida, estou bem atendido quando o assunto é comida e roupa… O dinheiro não tem mais serventia para que do que resolver alguns pontos. A principal razão dos recursos é a construção de uma organização e para obter recursos para ajudar aos mais pobres no mundo”;

31 – “Todos os dias nos perguntamos: como posso fazer meus clientes felizes? Como podemos estar à frente em matéria de inovação nesta indústria? Porque, se nós não o fazemos, alguém mais o fará”.

As melhores frases de Bill Gates para se inspirar – situações cotidianas

32 – “A vida não é justa… Acostume-se a isso”;

33 – “A tecnologia é somente uma ferramenta. No que se refere a motivar as crianças e conseguir que trabalhem juntas, um professor é o recurso mais importante”;

34 – “Creio que é justo dizer que os Computadores Pessoais se converteram na ferramenta mais poderosa que criamos. São ferramentas de comunicação, criatividade e podem ser moldadas pelos usuários”;

35 – “Você tem que ser realista sobre o fato de que o governo é um instrumento bastante contundente. Sem a atenção constante de pessoas altamente qualificadas e com estatísticas adequadas, nada pode ser feito bem”;

36 – “O estilo de vida moderno não é uma criação política. Antes do ano 1700, o mundo inteiro era terrivelmente pobre. A vida era curta e cruel. As coisas não eram assim por que não tínhamos bons políticos; tivemos excelentes políticos. Mas começamos a inventar – eletricidade, motores a vapor, microprocessadores, começamos a entender a genética, a medicina – e inovar. Sim, a educação e a estabilidade são importantes – não tiro o mérito a essas questões -, mas a inovação é o verdadeiro motor do progresso”;

37 – “As pessoas sempre têm medo das mudanças. Tinham medo da eletricidade quando foi inventada”;

38 – “É impressionante ter passado de em um mundo no qual os computadores eram ignorados ou complexos demais para um onde os mesmos computadores são a ferramenta de todos os dias. Esse era o sonho que eu queria converter em realidade, e grande parte da realização aconteceu assim como eu esperava É possível debater sobre modelos publicitários, sobre qual é o protocolo de trabalho em rede mais eficiente ou mesmo sobre quais são os tamanhos das telas que devem ser usados em um dispositivo. Há menos robôs hoje em dia do que eu poderia acreditar”;

39 – “Me dei conta, há 10 anos, que a minha fortuna deve retornar à sociedade. É melhor não transferir a nossos filhos uma fortuna de tal tamanho que chega a ser difícil imaginar. Não é construtivo para eles”;

40 – “A internet está se transformando na praça centra da aldeia global do amanhã”;

41 – “A internet fez com que as regras da competição mudassem, e isso dá chance de as pequenas empresas alavancarem aquilo que fazem de melhor – reagir rápido e desenvolver relacionamentos próximos com seus clientes -, enfrentando seus maiores competidores”;

42 – “Erradicar (as doenças) é muito importante. Zero é o número mágico. Ou você faz o necessário para chegar a zero e fica contente por ter alcançado o objetivo ou tenta chegar o mais próximo possível desse objetivo. Quando você se rende, tudo volta à estaca zero, e aí você gastou dinheiro, credibilidade e tempo que poderiam ter sido usados pra outras coisas”;

43 – “A televisão não é a vida real. Na vida real as pessoas de fato têm que sair da cafeteria e ir trabalhar”;

44 – “O mercado não faz que os cientistas, comunicadores, pensadores ou mesmo os governos façam as coisas corretas. É só prestando atenção a cada um destes campos e contando com pessoas brilhantes que poderemos alcançar o progresso que tanto necessitamos”;

45 – “Seja bom com os nerds. É muito provável que você acabe trabalhando para um”;

46 – “Tive realmente muitos sonhos quando era pequeno, acredito que isso se deve ao fato de ter tido a oportunidade de ler muitíssimo”.

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Conclusão

Percebeu a quantidade de sabedoria e experiência nas frases de Bill Gates? Sem dúvida, dá para usar esses ensinamentos nos seus projetos pessoais e de trabalho.

Esperamos que a seleção de lições e pensamentos deste grande personagem tenha conseguido te dar inspiração, motivação, além de ampliar a sua visão sobre a realidade.

No fim das contas, somos todos resultados do que escolhemos para nossas vidas, somado aos erros e acertos. O futuro é só uma probabilidade e o passado se trata somente de escolhas.

Para saber mais detalhes sobre a vida, a obra e a trajetória de Bill Gates, dê uma olhada nesse vídeo disponível no Youtube. Com toda certeza ele tem muito a nos ensinar.

Para saber mais sobre o que Bill Gates anda fazendo, uma boa dica é acompanhar o blog que ele mantém. Lá você encontra dicas de leitura e ideias que estão fazendo a cabeça do empreendedor – só que está em inglês.

E ai, o que achou do artigo? Deveríamos adicionar algum outro pensamento de Bill Gates? Fique à vontade para dizer o que acha!

Como o financiamento coletivo pode ajudá-lo a colocar um projeto em prática

Se você tem uma boa carta na manga e uma boa ideia para desenvolver um negócio, mas não tem capital ou mesmo com pouco dinheiro ainda não conseguiria dar o pontapé inicial, saber o que é financiamento coletivo pode ser a informação que você precisava para concretizar o seu desejo.

O Crowdfunding, ou “vaquinha virtual” como é chamado quando esse tipo de financiamento é feito através de sites especializado na Internet, tem ajudado desde empreendedores que querem encontrar financiamento para suas ideias a artistas que buscam por apoiadores para seus projetos.

O modelo de crowdfunding vem ganhando espaço no mundo inteiro e já é o responsável pelo nascimento de muitos negócios que o idealizador ou idealizadores, não tinham capital suficiente para montar. Muitas startups de sucesso são exemplos disso.

Um dos casos mais conhecidos de financiamento coletivo de produtos foi a ideia que transformou o iPod Nano em um relógio de pulso, uma ideia simples que “ganhou o coração” de investidores. O projeto foi apresentado em um site especializado neste tipo de financiamento e recebeu doações de milhares de pessoas, levantando em pouco tempo o valor de U$ 1 milhão.

Por isso, saber o que é financiamento coletivo pode ser a grande saída para você que tem uma ideia inovadora, seja ela de produto ou serviço, no mundo físico ou virtual. Vamos lá?

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Como funciona o financiamento coletivo

O modelo de financiamento coletivo funciona através de uma ação para captação de recursos e para o posterior desenvolvimento de um projeto, através de diversas fontes de financiamento. Essas fontes de financiamento podem ser pessoas interessadas em ver essa ideia transformada em realidade, para terem acesso ao produto ou serviço, investidores interessados em uma boa opção de investimento ou as duas coisas, sem uma invalidar a outra.

O processo, quando conduzido pela Internet, é dividido em quatro etapas:

  • Elaboração da proposta e apresentação do projeto
  • Determinação do valor a ser conseguido através do financiamento coletivo
  • Divulgação do projeto através das mídias sociais e outros meios online
  • Avaliação dos resultados para saber se a iniciativa teve sucesso ou não

De maneira geral, o projeto é apresentado e uma meta de arrecadação estipulada, para que, uma vez atingida, o projeto seja viabilizado. No caso desta meta não ser atingida, o projeto não será financiado e o valor arrecadado retorna para os doadores.

Não fique surpreso com essa velocidade toda, pois é justamente essa a ideia do negócio: simples, rápido, eficiente, e sem dor de cabeça.

Como criar um projeto de crowdfunding

Agora que você já sabe o que é financiamento coletivo e como ele funciona, vamos ver como estruturar um projeto desses.

Pra começar, você precisa ter uma boa ideia, inovadora e original que empolgue o público e lhe pareça viável. Parece óbvio, mas é importante destacar isso, pois não adianta ir para uma plataforma de financiamento coletivo para dizer que você quer montar um negócio, mas está sem dinheiro. Esse é o problema de milhões de brasileiros e para isso existem outras soluções.

A ideia de negócio precisa ser inovadora e ter apelo popular, pois é isso que faz com que as pessoas contribuam com o funcionamento do projeto e que investidores passem a acompanhar seu desenvolvimento. Se você apresentar um projeto que seja apenas um pouco mais do mesmo, a chance de sucesso é praticamente inexistente.

Definido o projeto, você precisa detalhá-lo para que as pessoas saibam exatamente do que você está falando. Criar um bom vídeo explicativo, com não mais que cinco minutos e de ótima qualidade é a melhor forma de fazer isso.

Sabendo o que é financiamento coletivo, o tipo de ideia viável para esse tipo de captação de recursos e o material para apresenta-lo, é hora de apresentar este projeto ao público, e a melhor forma de fazer isso é a Internet, através das plataformas de financiamento coletivo, sites especializados neste tipo de captação.

Quais os sites mais indicados para propor um financiamento coletivo

A mais conhecida das opções é a Kickstarter, responsável pela viabilização de milhares de negócios nos últimos anos. É o lugar ideal para você fazer uma pesquisa e ver, em função dos projetos que estão atingindo suas metas de captação, se a sua ideia de negócio se adapta a esse modelo de captação de fundos.

Mas aqui no Brasil também já há alguns sites interessantes. É importante que você entre em cada um deles e veja quais são as condições e regras de cada um, pois elas pode variar bastante. Alguns desses sites arrecadaram mais em meio à crise, conforme mostrou a revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. Veja só:

1. Catarse – www.catarse.me (em português)

A alternativa nacional oferece plataforma para várias categorias de projeto.

Com apenas três anos de existência, o serviço já arrecadou mais de 5 milhões de reais para mais de 500 projetos em todo o país.

O método usado para arrecadação é o tudo ou nada. O Catarse cobra 13% da quantia arrecadada caso o realizador alcance a meta.

2. Kickante – www.kickante.com.br (em português)

O site abriga várias iniciativas de impacto social, como Médicos Sem Fronteiras, WWF e Greenpeace.

Além das causas sociais, aceita projetos criativos e de empreendedores. As campanhas são nos modos tudo ou nada e flexível.

Cobra 15% sobre a arrecadação em campanhas flexíveis que não tenham alcançado a meta ou 12% nos projetos bem-sucedidos.

3. Benfeitoria – www.benfeitoria.com (em português)

Reúne iniciativas em categorias como cidades, cultura e arte, educação, inclusão social, saúde e bem-estar.

Como o site não recebe nenhuma comissão sobre o dinheiro arrecadado, sua forma de gerar receita é baseada em doações, parcerias e serviços extras especiais, como consultorias, produção de vídeo e divulgação.

4. Juntos.com.vc – www.juntos.com.vc (em português)

O Juntos.com.vc é dedicado exclusivamente a ações sociais. A plataforma já ajudou a financiar mais de 60 projetos de ONGs e pessoas físicas.

Não há cobrança de comissão dos projetos bem-sucedidos, mas há taxa de administração para receber as doações por MoIP e as campanhas são na modalidade tudo ou nada.

5. Bicharia – www.bicharia.com.br (em português)

Ajuda na arrecadação de fundos para projetos que levam a bandeira das causas dos animais.

O serviço cobra 10% do valor arrecadado, mais a taxa do MoIP, quando as iniciativas são financiadas.

O dinheiro é passado ao realizador quando atinge 50% ou mais da meta. Caso contrário, é devolvido aos apoiadores.

6. Queremos! – www.queremos.com.br (em português)

Além de atender aos fãs interessados em ver uma apresentação de sua banda favorita na cidade, o serviço é dedicado a artistas e produtores que precisem de apoio para realizar turnês e shows.

O espetáculo somente acontece se o valor mínimo para viabilizar o show é alcançado, e o dinheiro é devolvido em caso contrário.

7 dicas essenciais para ter um projeto de sucesso

Dicas do advogado especialista em direito eletrônico e especialista em crowdfunding Vinícius Maximiliano.

1. Comece sua campanha antes mesmo de apertar “publicar”

É muito importante você angariar e conscientizar as pessoas previamente sobre um potencial projeto, iniciativa ou produto. Um site, uma página nas redes sociais falando sobre o assunto, entregando algum conteúdo útil e gratuito, será um grande estímulo para o público.

2. Atenção às leis e impostos

Os valores que circulam em projetos de financiamento coletivo estão sujeitos a tributação, especialmente se forem para pré-venda de produtos, serviços ou investimento em empresas. Por isso, lembre-se de ter um bom contabilista especializado em empresas digitais para evitar surpresas desagradáveis e um bom advogado focado em direito eletrônico e contratos para ajudar na formatação dos termos da campanha, forma, envio de recompensas e coisas do gênero. Ah, e considere a possibilidade de abrir um CNPJ para sua campanha e uma conta bancária exclusivamente para movimentação de dinheiro. Assim, evita misturar tudo com seu CPF e seu Imposto de Renda.

3. Escolha a platarfoma correta

Esse ponto é o mais crucial! Dependendo do tipo do seu projeto, estar em um site de nicho pode fazer toda a diferença. Plataformas mais direcionadas muitas vezes atendem mais os objetivos e dão um suporte diferenciado ao dono do projeto, desde a criação até o fim da campanha.

4. Números simples e claros

Um grande número de campanhas, mesmo quando bem sucedidas, acabam falhando na conclusão do projeto em razão das projeções financeiras serem furadas. Para isso, peça ajuda a um contabilista para estruturar corretamente os custos. Tenha em mente que você precisa:

  • Pagar todas as recompensas e enviá-las corretamente;
  • Recolher todos os impostos devidos;
  • Despesas de marketing consideradas no orçamento ;
  • Despesas com sua equipe (vídeo, advogado, contador);
  • Taxa de sucesso das plataformas (entre 10% a 15%);
  • Margem de segurança de 30% para gastos imprevistos na aplicação do projeto.

5. Escolha suas recompensas com carinho

O tipo e o custo da recompensa são cruciais para o sucesso da campanha. Afinal, as pessoas querem algo que as faça lembrar do que fizeram. Isso não significa recompensas caras, mas sim recompensas originais. Não esqueça de calcular o frete de envio, afinal, você pode ter doadores de qualquer lugar do país e até do exterior.

6. Se apresente com um vídeo

O vídeo deve ser simples e curto (nada maior que quatro minutos), mas cuidado com o amadorismo! Você não precisa ter uma equipe de filmagem profissional, mas ter pelo menos um bom som e uma iluminação adequada faz toda a diferença e mostra respeito pelo tempo do seu público.

7. Os primeiros 30% são 100% essenciais

Análises de diversas campanhas comprovam que 30% dos fundos arrecadados são da sua família e amigos, portanto, garanta que esse apoio ocorra, especialmente nos dias iniciais do projeto! Essa alavancagem, além de lhe motivar ainda mais, vai tornar seu projeto viral e rastreável pelos motores de promoção da plataforma, e mostrar que você tem potencial arrecadatório.

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Em resumo

Você viu nesse artigo que:

1) O Crowdfunding é feito através de sites especializado na Internet, tem ajudado desde empreendedores que querem encontrar financiamento para suas ideias a artistas que buscam por apoiadores para seus projetos;

2) O modelo funciona através de uma ação para captação de recursos e para o posterior desenvolvimento de um projeto, através de diversas fontes de financiamento;

3) O espírito do financiamento coletivo é ser simples, rápido, eficiente, e sem dor de cabeça;

E ai, dúvidas esclarecidas? Surgiu algum outro questionamento? Utilize o nosso espaço de comentários! Até o próximo artigo.

Os tipos de negócios online que realmente funcionam

Se você está pensando em iniciar seu próprio negócio através da internet, sem correr grandes riscos, saiba que existem formas de conhecer as melhores opções. Vamos mostrar neste artigo como fazer uma avaliação a respeito de negócios online, pra saber se realmente funciona na internet.

Não basta só atrair clientes e vender, visto que todo negócio precisa ser muito bem sustentado para durar muito tempo.

Vamos lá?

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Pesquisas de comportamento e empatia para negócios online

Os melhores negócios online são aqueles que atendem uma demanda específica de um grupo. Por isso, é interessante começar pensando com a cabeça do cliente: o que ele deseja comprar que não possui tantas opções ou variedades? Qual é a demanda do mercado? Nas pesquisas de comportamento sobre sites e lojas virtuais, são feitas tentativas de compreender o processo de tomada de decisão do comprador, tanto individualmente como em grupos. Essa pode ser uma forma de validar sua ideia inicial. Ela estuda as características dos consumidores individuais, tais como variáveis ​​demográficas e de comportamento em uma tentativa de compreender os desejos das pessoas. Além disso, ela tenta avaliar as influências sobre o consumidor de grupos como família, amigos, grupos de referência, e a sociedade em geral.

Esse mecanismo é válido para descobrir que tipos de negócios funcionam na Internet independentemente do modelo inicial que você tenha em mente, seja para vender um produto próprio ou oferecer um serviço pronto, como as franquias. Quando você se coloca na posição do leitor ou consumidor, você compreende melhor o que funciona online e o que definitivamente não funciona. Ou pelo menos pode tentar.

Sem dúvida, os melhores negócios online são aqueles que atendem à demanda do consumidor. Por exemplo, se a sua ideia de negócios é algo mais relacionado à informação do que solução ou necessidade, as chances são bem maiores para o insucesso. Ou seja, se você não oferecer algo que supra suas necessidades, certamente seu negócio online está fadado ao fracasso.

Outro ponto a ser levado em consideração é a capacidade de prender e segurar o leitor dentro da plataforma digital. Além de oferecer um bom produto ou serviço, você deve se perguntar: qual o comportamento de um consumidor quando ele está buscando algo na internet? O que faz ele conhecer a fundo a sua página? Quando o internauta acessa um site, ele tenta perceber em poucos segundos se o site oferece o que ele está buscando ou não: se ele percebe que o site não oferece o que ele está buscando, ele abandona o site e vai pulando de site em site pela web, tentando encontrar o que está procurando.

Se seu site não se posicionar de forma a entender e auxiliar o internauta de alguma forma, ele não lhe dará chance alguma.

Exemplos e tipos de negócios online

Há inúmeras oportunidades de negócios na comercialização de produtos digitais (e-books, vídeos, MP3 e áudio em geral, cursos online, consultoria online, coaching, entre outras modalidades que podem ser transmitidas ou exercidas online). Veja alguns exemplos.

1. Lojas Virtuais – Esse é o negócio que tem um mercado bem extenso, mas que é dominado pelos grandes nomes tradicionais, geralmente, as grandes redes físicas que se adaptaram ao digital, como Americanas, Ponto Frio, Magazine Luiza, e por aí vai.

2. Criação, desenvolvimento e personalização de sites – Quando pensamos em internet pensamos logo em sites. Não são todos que tem paciência de aprender a criar um site, blog ou loja virtual então eis ai um mercado de criação, manutenção e personalização.

3. Criação de cursos digitais – Empacotar o seu conhecimento e vender é uma excelente forma de trabalhar online. Produzir cursos digitais é uma maneira muito inteligente de empreender já que não há a necessidade estoque, o produto é facilmente reproduzido e a entrega é feita por download.

4 – Programas de Afiliados – Nessa forma de trabalho online, o afiliado basicamente tem o objetivo de recomendar os produtos de terceiros em troca de comissões. Existem diversos tipos de programas de afiliados com formas variadas de remuneração.

5. Blogs – Quer exemplo melhor que o EmpreendedorX? O trabalho com blogs consiste em constantemente escrever artigos oferecendo conteúdo de valor que vá ajudar outros e trabalhar ou usar um produto ou serviço, além de conteúdos ligados ao bem estar ou que seja de interesse do público alvo. É de suma importância a definição de um nicho de mercado.

6. Venda de Domínios – Negócio ainda não tão popular no Brasil mas que pode muito em breve vir a ser um grande mercado. Há casos de pessoas que chegam a ganhar uma fortuna na internet com a venda de um único domínio. Como não se trata de muito dinheiro para adquiri-los e sua renovação é anual, é um interessante investimento.

7. Canais no YouTube – Vídeos são a grande tendência da internet e o YouTube é o grande cinema mundial dos vídeos. Os canais são levados a sério e é feito um trabalho bem profissional para que o número de inscrições no canal aumente, assim como as visualizações dos vídeos.

Mais exemplos

Quer mais opções? Veja esse levantamento feito pelo IBISWorld, instituto de pesquisa americano, identificou quais são os mercados de mais rápido crescimento nos Estados Unidos. Certamente eles têm uma influência aqui no Brasil também. O levantamento leva em consideração a receita anualizada desde 2008 e o desempenho esperado até 2018. Veja aí:

1. Games para redes sociais – Os jogos para redes sociais já se provaram altamente viciantes para muitos usuários. Com o crescimento do número de smartphones, este mercado deve crescer 134,4%, segundo o estudo. Os pesquisadores projetam que o mercado tenha um crescimento de 16,9%, ao ano, nos próximos cinco anos.

2. E-books – A explosão nas vendas de tablets e celulares impulsiona o mercado de livros digitais. Segundo os pesquisadores, as editoras de e-books aproveitam títulos que já existem e novas obras no formato digital para expandir. O crescimento deve ser de 88,3%, com receita em 2013 de quase 7 bilhões de dólares.

3. Redes sociais próprias – As redes sociais já são um fenômeno e o futuro parece continuar brilhante. Para os pesquisadores, sites como Facebook e Twitter encontrarão novas formas de ganhar dinheiro e continuarão crescendo em números de usuários. Só no Brasil, segundo o Ibope, são mais de 46 milhões de pessoas nas redes sociais. O crescimento anualizado da receita deve ser de 74,4%.

4. Venda de moda online – Sapatos e roupas devem conquistar de vez seu lugar na web nos próximos anos. O mercado de calçados tem crescimento esperado de 17% e o de roupas, de 55,6%. Para os pesquisadores, os consumidores estão perdendo o medo de comprar este tipo de produto online, o que impulsiona o crescimento. Além dos grandes players, sites mais específicos e focados estão conquistando uma clientela fiel.

5. Pagamentos online – O mercado de pagamentos online cresce amparado pelo avanço do próprio comércio eletrônico. Novas marcas chegando ao e-commerce evidenciam a necessidade de novos softwares de processamento de pagamentos. O crescimento anualizado médio é de 43,2%. Além disso, estes novos softwares devem facilitar a compra através de celulares.

6. Venda de cartões online – Ainda pouco explorado no Brasil, o mercado de cartões comemorativos e convites online cresce rapidamente nos Estados Unidos, com receita na casa dos 3 bilhões de dólares, com crescimento anual de 40%.

7. Impressão de foto online – Os pesquisadores estimam que os sites para solicitar impressão de fotos online devem ter receita de mais de 2 bilhões de dólares neste ano, no mercado americano. No Brasil, já existem algumas empresas competindo neste mercado, que deve crescer 27,7% ao ano até 2018.

8 – Venda de móveis e decoração online – Assim como o mercado de moda, este segmento se beneficia da profissionalização dos sites, que tiram o receio dos consumidores em comprar móveis e objetos de decoração online. O crescimento, entre 2008 e 2018, deve ser de 13,8%, ao ano. Para 2013, este mercado deve contar com receita de quase 8 bilhões de dólares.

9. Sites de recrutamento – Segundo os recrutadores, os sites de recrutamento revolucionaram o mercado de empregos. Plataformas como Linkedin devem crescer rapidamente nos próximos cinco anos, chegando a quase 12% de avanço ao ano.

Observações e cuidados

Você já deve ter percebido muitas vantagens em desenvolver um negócio online, mas saiba que há também desvantagens de trabalhar pela internet. Uma delas é que tudo depende exclusivamente de você: nada vai acontecer se não houver um processo de aprendizagem e aplicação contínua.

O ser humano é imediatista e sempre tenta encontrar o atalho enquanto deveria se preocupar em conseguir adquirir conhecimento. Seja lá qual ou quais opções você achar interessante, não se preocupe tão loucamente em colocar em prática e sim em aprender as formas mais eficazes de fazer dar certo.

É recomendado a leitura de bons livros, e conhecer boas histórias para se inspirar a abrir o próprio negócio online.

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Resumo para finalizar

1) Os melhores negócios online são aqueles que atendem uma demanda específica de um grupo;

2) Ao pensar em qualquer ideia de negócio na Internet, é fundamental que você faça uma avaliação do potencial de solução e preenchimento de uma necessidade que seu posicionamento possui;

3) Nada vai acontecer com sucesso se não houver um processo de aprendizagem e aplicação contínua.

E ai, o que achou das dicas e levantamentos que reunimos? Há algum ponto que queira destacar ou acrescentar? Utilize o espaço dos comentários e participe! Até o próximo artigo.

Trabalhar por conta própria tem suas vantagens e desvantagens

Trabalhar por conta própria é o sonho de muitos brasileiros, que veem nesta oportunidade, a possibilidade de realizar seu desejo e investir numa carreira onde possam fazer realmente o que gostam.

Mas aí que entra a exclamação. Abrir uma empresa por conta própria exige muito planejamento, foco, compreensão do mercado e dedicação do empreendedor. Isso você já sabe.

Agora, você já parou para estudar os pontos positivos e negativos de trabalhar por conta própria? Afinal de contas, ser seu próprio chefe e fazer seus próprios horários não são as únicas vantagens, e nem só disso vive um empreendedor por conta própria. Para se dar bem nessa empreitada, é preciso conhecer bem todos os pontos, e desenvolver competências e habilidades que ajudem nesta jornada. Engana-se quem acha que tudo são flores, pois assim como quando somos funcionários de uma empresa, há muitos desafios e exigências e, como empreendedor, é preciso estar preparado para enfrentá-las.

Veja neste artigos as vantagens e desvantagens do trabalho independente.

Como se preparar para a mudança

Antes de tudo, é importante destacar que começar um novo trabalho por conta própria não é sinônimo de um completo abandono de tudo que você faz ou construiu ao longo da carreira.

Dá até para conciliar as duas coisas, com muita ética e confiança entre todas as partes.

A ideia é que você aproveite os conhecimentos e experiências para criar novas oportunidades e poder investir em seu negócio, e não simplesmente começar do zero.

Vamos bater de novo na tecla do verbo ‘planejar’: é importante fazer um planejamento de seus objetivos e metas ao trabalhar por conta própria. Tenha em mente o que você deseja alcançar e quais passos serão necessários para conquistar seu estado desejado e saber como montar sua empresa.

É importante ainda entender que suas responsabilidades e horários de trabalho mudarão drasticamente, o que influenciará em sua vida familiar e social. Por isso, comunique a todos sobre estas mudanças e peça apoio para conseguir cumprir seus objetivos. Isso é essencial para que haja um engajamento de sua família e dos amigos, para que respeitem sua decisão, e se adaptem ao novo momento.

Pontos positivos em trabalhar por conta própria

  • Você é seu próprio chefe, e faz a gestão do seu próprio desenvolvimento;
  • Realização profissional e pessoal. Nada paga a sensação de conseguir executar tudo que planeja;
  • Ter liberdade para empreender e inovar. Essa é uma reclamação constante de quem está preso a um trabalho formal. Quando se trabalha por conta própria, o espaço para testar e tentar é maior;
  • Fazer os próprios horários e salários. Para quem deseja qualidade de vida, e tempo para praticar esportes, cuidar da família ou mesmo fazer atividades do dia a dia como ir à bancos ou compras, fica mais fácil com organização;
  • Aprender a gerir seu próprio tempo, gerir um negócio e também pessoas que estiverem envolvidas nesse processo. E de quebra, desenvolver novas habilidades de administração, finanças, comunicação e liderança;

http://empreendedorx.com.br/coach/10-verbos-que-vao-te-ajudar-administrar-melhor-o-seu-tempo-trabalho

  • Se dedicar de corpo e alma à uma profissão que realmente goste e ame muito;
  • Poder trabalhar num negócio compatível com seus valores e sonhos;
  • Possibilidade de criar um negócio novo mais voltado para um mercado exclusivo;
  • Ao contrário do que muitos pensam, dá pra ter alguns direitos previdenciários assegurados, como aposentadoria, auxílio doença e licença maternidade, por exemplo. É só continuar pagando a Previdência Social.

O outro lado: os pontos negativos

  • Maior responsabilidade (já que não haverá ninguém para se respaldar) e dedicação integral (muitas vezes fora dos horários convencionais);
  • Ter que aprender a lidar com as burocracias e com os altos impostos; http://empreendedorx.com.br/financas/quais-sao-e-como-administrar-melhor-os-principais-impostos-seu-negocio
  • Falta de benefícios previdenciários como décimo terceiro e férias remuneradas;
  • Dificuldades de adaptação à nova vida profissional. Isso é algo que precisa ser trabalhado com o tempo;
  • Lidar com problemas financeiros e na gestão de pessoas. Isso pode gerar muito desgaste e dor de cabeça, além de noites sem dormir;
  • Salários variáveis e diminuição da renda no início – já que se trata de um investimento;
  • Instabilidade do mercado e concorrência, a depender do negócio que escolheu;
  • Falta de capital de giro e de retorno financeiro.

As características que você precisa ter para trabalhar por conta própria

De nada adianta ter ideias para trabalhar por conta própria se você não possui as características de um empreendedor. Muitas vezes, ter apenas vontade de abrir um negócio não basta para que ele tenha sucesso.

  • Ter espírito de liderança
  • Ter iniciativa
  • Ter visão estratégica
  • Não ter medo de ariscar
  • Ser determinado

Sugestões para se trabalhar por conta própria

Confira a lista e inspire-se para ter o seu próprio negócio.

1. Trabalhe pela internet

Seja criando conteúdo para blogs e abrindo espaço para anúncios publicitários, oferecendo serviços de design, abrindo uma loja virtual ou investindo em negócios online, essa é uma das ideias para trabalhar por conta própria, uma vez que a internet permite novas formas de trabalho que podem ser extremamente rentáveis. É só encontrar a melhor opção, gostar de estar conectado e fazer dessa atividade o novo emprego.

2.  Realize eventos

Seja prestando serviço para uma produtora de eventos ou atuando por conta própria, é possível trabalhar com casamentos, festas de aniversários, batizados e outros, seja na parte de decoração, na confecção da comida ou na organização e logística. Organize o seu dia a dia e esta pode ser uma das ideias para trabalhar por conta própria que vai te render um bom dinheiro, principalmente se você gostar de eventos.

3. Preste consultoria

Se você quer ganhar muito dinheiro, uma ótima ideia para trabalhar por conta própria é ser um coach. Quem entende muito de um determinado assunto, como finanças, tecnologia, culinária ou moda, por exemplo, pode aproveitar a aptidão para ajudar outras pessoas que estejam dispostas a pagar para receber a assistência de um profissional especializado. Você sabia que esta profissão pode render um salário de até R$ 40 mil por mês? Veja aqui.

4. Compre uma máquina

No Brasil, o setor alimentício funciona muito bem na rua. Quem não tem medo, essa é uma das ideias para trabalhar por conta própria. Mas tem que ser paciente para saber lidar com a burocracia e ter uma licença para trabalhar em espaços públicos. Você pode optar por investir na compra de uma máquina pipoca, pão de queijo, sorvete ou açaí e trabalhar com a venda desses produtos em um local com boa movimentação, ou mesmo alugar os equipamentos para festas de aniversários e outros eventos. É possível encontrar opções de maquinários em torno dos R$ 850,00.

5. Abra uma franquia

Existem muitas opções de franquia nas quais pode se tornar uma das ideias para trabalhar por conta própria mesmo sem sair de casa. Há tipos de franquias baratas, rondando os R$ 4 mil (como é o caso das franquias digitais) ou mesmo aquelas franquias que parcelam o investimento.

Negócios em alta para se trabalhar por conta própria

Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa era algo restrito a atividades como costura, produção de comida congelada e artesanato. Com o tempo, a lista foi crescendo e hoje inclui também atividades descoladas. Veja alguns exemplos listados pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

1. Perfumes terapêuticos

A aromaterapia pode ser uma oportunidade para novos negócios dentro do setor de bem-estar. O mercado ligado ao bem-estar segue em alta no país. Um número cada vez maior de pessoas busca alternativas para equilibrar o corpo e a mente e para reduzir o estresse do dia-a-dia. Muitas atividades exigem investimentos relativamente altos, como a montagem de um spa urbano ou de uma clínica de terapias orientais.

2. Designer virtual

A expansão da internet como ferramenta de trabalho nos mais diversos ramos de atividade acabou por abrir boas oportunidades para os webdesigners, aqueles profissionais que criam páginas personalizadas na rede. É um negócio promissor para quem gosta de informática e quer trabalhar em casa, já que a atividade exige apenas um bom computador conectado à internet, de preferência por banda larga.

3. Festeiro profissional

Uma festa cuja proposta é fazer os convidados ferverem na pista de dança requer som e iluminação potentes. Como nem sempre os anfitriões dispõem dos equipamentos, a locação é a alternativa mais conveniente. Para você, que entende ou gosta de eletrônica, eis aí uma boa opção de negócio para começar em casa. Recomendamos que você compre primeiro equipamentos para espaços menores, como salões de festa de edifícios.

4. Organizador de viagens

Você pode montar sua própria agência de viagens, cujo papel basicamente é vender passagens avulsas para pessoas físicas ou jurídicas e revender pacotes turísticos de operadoras de turismo. O negócio não requer grandes investimentos. Basta uma sala com mesa, computador e telefone. Não é obrigatório ter curso superior em turismo, mas um dos responsáveis pela empresa deve ter, no mínimo, três anos de experiência em atividades ligadas ao setor.

5. Promotor de eventos

Da produção dos convites à contratação dos manobristas do estacionamento, dos garçons ao bufê. E mais: atrações musicais, brindes, cenografia, performances teatrais e tudo o que o cliente desejar. Uma agência de organização de eventos eficiente deve estar sempre preparada para oferecer toda a estrutura que a atividade exige.

Resumo para finalizar

Você viu aqui nesse artigo que:

1) Ser seu próprio chefe e fazer seus próprios horários não são as únicas vantagens, e nem só disso vive um empreendedor por conta própria;

2) Começar um novo trabalho por conta própria não é sinônimo de um completo abandono de tudo que você faz ou construiu ao longo da carreira;

3) Suas responsabilidades e horários de trabalho mudarão drasticamente, o que influenciará em sua vida familiar e social.

E ai, o que achou das vantagens e desvantagens? Acredita que valha ou não a pena trabalhar por conta própria? Deixe sua opinião através dos comentários. Até o próximo artigo!

Dicas valiosas para conciliar emprego e negócio próprio com tranquilidade

Se você está com uma boa ideia na manga para transformar em negócio, mas de alguma forma está ligado à um trabalho formal, saiba que há maneiras de conciliar as duas atividades. Esse dilema não é único, na verdade, ele aflige muita gente que por algum motivo não aguenta mais trabalhar para os outros, ou por querer ter uma expectativa de renda complementar.

Abrir o próprio negócio, mesmo que com pouco dinheiro, é possível. Por isso, vamos mostrar neste artigo algumas dicas valiosas para conciliar emprego e negócio próprio com tranquilidade. Possível é, mas é preciso uma dose extra de esforço.

A discussão é importante pois, para algumas pessoas, essa é uma situação que gera insegurança, mal-estar e para alguns chefes é motivo até de desconfiança, e não raramente, atritos no trabalho.

Geralmente, ter um emprego garantido ali nos primeiros meses do novo negócio é uma chance de manter uma renda para arcar com os investimentos iniciais. Já outras pessoas buscam essa situação por medo de que o negócio não prosperar, em especial quando falamos de uma época de economia desacelerada como a que estamos vivendo. Se tudo der errado na nova empreitada, pelo menos ainda existe a opção de continuar em seu emprego e com isso garantir uma renda mensal.

Se essa situação tem suas vantagens, em especial econômica, bem certo também que existam desvantagens no meio do caminho: sobrecarga, stress, sacrifício do lazer, cansaço e distanciamento dos amigos e família são alguns exemplos. Além disso, por não poder se dedicar em tempo integral a nova atividade, certamente aumentará o tempo da curva de aprendizado e plena operacionalização do negócio.

É importante ressaltar que alguns negócios exigem atenção exclusiva. Por isso, antes de tentar ter uma dupla jornada, analise sua situação e veja se é possível conciliar as duas atividades com tranquilidades. Se a resposta for sim, veja as dicas que separamos.

Vamos lá?

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Como conciliar o emprego e negócio próprio

A Revista Exame ouviu alguns especialistas que dão dicas. Veja só:

1. Tenha paixão pelo empreendimento

Ter iniciativa para manter o empreendimento é ainda mais difícil quando você não é apaixonado pela ideia. “A pessoa se dedica ao que ela gosta, porque arranja a energia necessária para lidar com o trabalho. Se é para tocar alguma coisa em paralelo, toque alguma coisa que você goste”, aconselha Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae.

2. Invista em organização e eficiência

Para conciliar negócio próprio e trabalho, você tem que saber fazer várias coisas ao mesmo tempo sem se estressar. Segundo Leticia Menegon, da Incubadora de Negócios da ESPM, o futuro empreendedor deve conversar com outras pessoas e analisar os feedbacks no trabalho: se ele já não dá conta nem das suas atividades na empresa, deve repensar a ideia de ter um negócio.

Já Sinelli ressalta que é preciso otimizar o tempo ao máximo e que a necessidade do negócio não deve ser subestimada. “Você tem que afiar muito mais o machado do que alguém que se dedica integralmente”, diz.

3. Faça um planejamento

Assim como pedir demissão precisa de planejamento, ao se deparar com esse dilema também é necessário se planejar.

O negócio não nasce do nada, diz o professor Marcos Martins, do Ibmec-RJ. A fase de planejamento serve para que o empreendedor veja quanto de tempo e dinheiro deverá ser investido. Isso inclui, segundo ele, fazer pesquisas de mercado, viajar para contratar empresas e evitar determinado fabricante.

Para o consultor Sinelli, “quando o problema surge, o empreendedor em tempo integral já resolve na hora. Para quem concilia negócio e trabalho, o problema só será atacado quando der: no final da noite, no final de semana. O planejamento deve ser muito mais minucioso”.

Quando você trabalha em tempo integral em seu negócio, qualquer problema que surja, você está a frete do negócio para resolver. Se você tem um emprego, a solução terá que ser adiada para a noite ou finais de semana, por exemplo.

4. Não se esqueça da ética

Se você pretende cobrar compromissos éticos dos seus colaboradores, comece por você mesmo em seu emprego atual. O horário dedicado à empresa onde você trabalha deve ser exclusivamente dedicado às questões da empresa e nunca usado para resolver questões que envolvam o seu negócio próprio.

“Um grande obstáculo é a capacidade que a pessoa vai ter de separar os dois mundos. O empreendedor tem que lembrar que, enquanto trabalha as oito horas diárias, ele tem que se dedicar àquele tempo. Não pode usar para benefício próprio. É antiético”, diz Martins.

Já Leticia recomenda uma conversa franca. “É sempre importante conversar com o seu chefe e falar que você está abrindo sua empresa, além de assegurar que sua produção não irá diminuir com o novo negócio. Não deixe o chefe descobrir pelos outros”, explica.

Se não der para ser assim, saia do emprego e assuma full time o seu próprio negócio. É melhor sair de forma digna do que ficar marcado no mercado como um profissional que usava o tempo da empresa em que trabalhava para cuidar do seu próprio negócio.

Se o seu chefe vier a descobrir por vias transversas, sua situação ficará bastante prejudicada na empresa, podendo até mesmo rolar uma desconfiança. Por isso, a melhor alternativa é jogar limpo e deixar tudo muito claro.

5. Faça (e mantenha) contatos

Segundo o consultor Sinelli, você deve trabalhar de uma maneira inteligente e se cercar de pessoas que ajudam seu processo a caminhar. Se você não pode trabalhar com funcionários, faça parcerias, tenha uma rede de contatos muito bem estruturada e encontre gente que resolva os problemas da sua empresa. “Quando você se dedica aos dois, trabalho e negócio, você não deve ficar muito tempo procurando, mas já ter contatos na mão quando precisar”.

Já Martins ressalta que os contatos não dizem respeito só ao seu negócio. “Como manter isso de uma forma aceitável, profissional, sem que um trabalho toque no outro? Você precisa se relacionar bem com as pessoas envolvidas nesse novo negócio e se envolver também com a empresa onde está empregado”.

6. Treine adequadamente e confie nos outros

É fato que você não estará disponível para o seu negócio durante todo o dia. Por isso, talvez seja necessário treinar pessoas e terceirizar tarefas.

“Você vai ter que capacitar e confiar nas pessoas que estão à frente, e abrir mão de alguma gerência e da liderança ao longo do dia”, diz Martins. Ele também recomenda que, mesmo com o conforto de um emprego e de uma renda mensal, o empreendedor busque ajuda com consultores e com órgãos como o Sebrae.

7. Tenha muita disposição

Ter duas atividades vai requerir um cuidado com a saúde física e emocional. “Não ter isso pode acabar atrapalhando todos os seus trabalhos”, adverte Martins.

Para Sinelli, sua empresa só decola quando você cuida do negócio, e não dá para ficar esperando a empresa dar certo para investir seu tempo nela. “Conheço muitos que passaram por essa situação de trabalhar e ter um negócio e foram bem sucedidos, mas tem que ter muita vontade, ainda mais do que competência. Vai abrir mão do final de semana, da balada, de muitas coisas”, recomenda.

Para concluir a tarefa de conciliar emprego e negócio: apoio com sua família

Mesmo ciente que talvez alguns sacrifícios precisem ser feitos para conciliar emprego e negócio próprio, não deixe de contar com o apoio da família para essa tarefa. Essa sustentação certamente dará uma forcinha para tocar o negócio.

Tente envolver seus familiares neste desafio, pelo menos nos primeiros meses, até que você decida a hora de largar o seu emprego.

Os familiares são importantes, inclusive, para que você possa programar os momentos de descanso. Afinal de contas, ninguém é de ferro. Sempre é importante lembrar que não há sucesso profissional sem um bom equilíbrio com a vida pessoal. Por isso, reserve um tempo para descansar, seja em períodos curtos durante o dia, ou mesmo um momento na semana para um relaxamento total do corpo e da mente. O hábito de ler, praticar esportes, ou mesmo programar as refeições em família pode ajudar bastante.

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Resumo para finalizar

Você viu aqui neste artigo que:

1) A discussão sobre conciliar emprego e negócio próprio é importante pois, para algumas pessoas, essa é uma situação que gera insegurança, mal-estar e para alguns chefes é motivo até de desconfiança, e não raramente, atritos no trabalho;

2) Montar um negócio próprio é o tipo de coisa que você não consegue esconder durante muito tempo em seu trabalho. Não há como conciliar o emprego com um negócio próprio sem que ninguém saiba ou pelo menos desconfie, não é mesmo?

3) Para conciliar negócio próprio e trabalho, você tem que saber fazer várias coisas ao mesmo tempo sem se estressar;

4) Fazer um planejamento é fundamental para qualquer iniciativa de negócio, mas se você não estará à frente em tempo integral, esse planejamento precisa ser mais minucioso ainda.

E ai, o que achou do artigo? As informações que separamos foram úteis? Utilize o espaço dos comentários para dizer o que achou, e também para sugerir outras soluções e dicas importantes nesse processo todo. Até o próximo artigo!

 

Como escolher uma franquia perfeita para o seu investimento

Imagine essa situação: você pensa em empreender e decidiu que as franquias são a sua melhor opção. Mas com tantas opções de setores e redes, a decisão de qual franquia escolher não tem sido fácil.

Imaginou? Ou é isso que você tem vivido? Neste artigo você verá um roteiro simples e objetivo para ajudar escolher uma franquia perfeita para o seu investimento. Afinal, uma decisão importante como esta não pode ser tomada com base apenas na sua intuição, na sua paixão por determinado produto ou serviço ou por uma história de sucesso/fracasso que você ouviu por ai.

Investir em franquias é uma opção para muitos empreendedores que buscam ter o negócio próprio, mas sem ter de começar uma marca do zero. Isso porque começar do zero implica muito trabalho e burocracia, e as vezes o empresário quer cortar alguns caminhos. Com o modelo já formatado, os riscos acabam sendo menores, o que atrai muitos empreendedores. O investidor em franquias tem mais de duas mil oportunidades de negócio nos mais variados segmentos para escolher aquela que mais se aproxima de seu perfil.

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Como escolher uma franquia ideal e lucrativa

Antes de tomar qualquer decisão, é importante fazer uma pesquisa detalhada sobre o sistema e procurar entender como ele funciona. Depois, realize uma auto avaliação para ver se o seu perfil é adequado para ser um franqueado. Para isso, analise suas preferências, habilidades e motivos para querer ter um negócio e por que a melhor maneira de abrir esse empreendimento seria por meio de franquias. Quais são seus pontos fortes? E seus pontos fracos? Quais são seus sonhos? Em que ramo de negócio deseja atuar? O que lhe falta?

Concluída a análise, você deve partir para saber qual o ramo de negócio tem mais a ver com o seu perfil. Ou seja: dentro de um universo de mais de milhares de marcas, de segmentos variados, quais estão de acordo com as suas expectativas, desde o valor de investimento até os valores da empresa.

No portal do Franchising, é possível encontrar opções de franquias por segmento, investimento área, faturamento e outros filtros. Dê uma olhada.

Etapas na escolha de uma franquia

Vamos agora detalhar passo a passo as etapas para escolher uma franquia perfeita para o seu investimento. Veja aí:

1. Pesquisa e mais pesquisa

Anote as características importantes de cada setor que você está pesquisando. Isto vai te ajudar a entender melhor se você vai realmente gostar de administrar um negócio no setor ou se apenas gosta do produto.

Outro ponto importante a considerar é o investimento necessário. Existem alguns setores que exigem valores mais significativos de capital e outros que podem ser feitos de casa.

Neste ponto você já será capaz de eliminar alguns setores. No caso, por exemplo, dos investimentos necessários estarem muito acima do seu capital. Vá excluindo aqueles em que você não se vê fazendo todo dia.

Pense também na concorrência próximo aonde você quer implantar a franquia. Existem outras empresas que fornecem o mesmo serviço ou produto? Qual a avaliação dos clientes sobre elas? Em que sentido você pode melhorar a experiência dos clientes e/ou usuários?

Sem clientes em quantidade suficiente e com interesse e poder aquisitivo compatível com os produtos e serviços você terá para lhes oferecer, não há negócio que resista.

Depois de fazer um filtro inicial, definindo em qual ramo você preferiria atuar, procure conhecer as oportunidades que o mercado lhe oferece nessa área. Mesmo que esteja interessado em uma determinada marca X, procure compará-la com outras e verifique com cautela todos os dados do negócio – como investimento inicial, taxa de franquia, rentabilidade, prazo de retorno do investimento, entre outros aspectos.

2. Definição de prazos

A definição de prazos é importante para você se programar e definir prioridades. Além disso, a ausência de prazos pode levar à inércia: não queira ser aquele tipo de pessoa que fica anos à espera da franquia ideal.

Por outro lado, se esta vai ser uma decisão que vai comprometer grande parte do seu patrimônio pelos próximos anos, melhor gastar alguns meses a mais antes de tomar a decisão do que se arrepender por vários anos à frente.

3. Visualização dos aspectos relativos à gestão do negócio

O passo seguinte é identificar os aspectos importantes na gestão do negócio no futuro. Um bom ponto de partida é o próprio site das empresas: muitas franquias descrevem qual o tipo de franqueado que elas buscam, quais as características e habilidades importantes. Será que você se adequa?

No entanto, somente a pesquisa online não é suficiente. Visite lojas, teste os serviços, converse com pessoas que administrem o negócio que você está estudando. Tudo é válido para te ajudar a formar uma melhor opinião sobre a rotina e desafios de cada setor.

Na parte financeira, como são geralmente os retornos neste setor? Quanto tempo demorará para eu ter retorno do investimento ou para o negócio começar a ter lucro? Já na parte comercial, como é o reconhecimento da marca? O produto se vende sozinho ou precisará de um grande esforço meu? Existem muitos concorrentes na região?

Na parte de gestão, qual a complexidade da gestão de pessoas? Qual o nível exigido de qualificação dos funcionários? Tenho as competências necessárias para gerir os processos? Qual a dedicação que o negócio exigirá?

Na parte dos produtos, qual a minha identificação com o serviço ou produtos vendidos?

Cada pessoa valoriza diferentes aspectos com diferentes pesos. Uma pessoa pode descartar um setor que tenha uma rentabilidade mais alta caso o produto não seja condizente com os seus valores.

4. Consulta a respeito do histórico da franqueadora

Procure saber ainda quem são as pessoas que estão por trás daquele negócio. Se informe sobre a história da empresa franqueadora, dos seus sócios e fundadores e das pessoas que trabalham ali. Quem desenvolveu, quem estruturou e quem vai operar o negócio no dia a dia?

Da mesma forma, é recomendável avaliar a credibilidade das pessoas no mercado e o histórico de sucesso (ou de fracassos) dos integrantes da equipe do franqueador. Se conhecer ou tiver uma forma de entrar em contato com alguém que já teve ou tem experiência com a franquia, melhor ainda.

Após escolher uma franquia, os cuidados na hora de fechar negócio

Tendo em mente em que campo você vai atuar, é importante estudar com cautela alguns documentos, como a Circular de Oferta de Franquia (COF). Esse é um documento que, por lei, o franqueador deve entregar no mínimo 10 dias antes de assinar qualquer contrato ou efetuar qualquer pagamento. Neste documento, estão expressos os direitos e deveres de franqueados e franqueadores. Muitos franqueados têm o péssimo hábito de firmar o contrato sem ler a COF – e a maioria pode se arrepender disso depois.

Depois disso, analise bem o contrato. Nunca assine um contrato sem antes analisá-lo a fundo, com a ajuda de um advogado de sua confiança que entenda de contratos. Parece óbvio, mas é importante lembrar que você jamais poderá alegar em sua defesa que ignora qualquer cláusula do contrato.

É através do COF e do contrato que você terá uma noção maior sobre as normas e padrões definidos pelo franqueador. Portanto, seu papel como franqueado não será o de fazer as coisas à sua própria maneira. Se você acha que não conseguirá conviver com essas regras, então talvez seja melhor rever sua decisão de investir numa franquia. Mas se você gosta da ideia de replicar um modelo pronto e bem sucedido, vá fundo!

Uma dica: algumas franquias chegam a incluir um tipo de “test drive” para que o franqueado tenha a oportunidade de experimentar o dia a dia da operação antes de assinar o contrato. Quem sabe é uma boa oportunidade para você visualizar na prática se vai ou não se dar bem?

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Resumo para finalizar

No fim das contas, os setores mais adequados ao seu perfil serão aqueles com maior saldo de pontos positivos do que negativos. Esta é certamente a melhor maneira de escolher uma franquia de sucesso.

Este é um momento de exploração, no qual você deve buscar mais e melhores informações para tomar uma decisão mais consciente. Não se apaixone por um produto e tome a decisão sem considerar todos os aspectos envolvidos.

Uma outra dica é visitar feiras de franquia, como a realizada anualmente pela Associação Brasileira de Franchising.

Para finalizar, você viu neste artigo que:

1) Uma decisão importante como escolher a franquia perfeita esta não pode ser tomada com base apenas na sua intuição ou na sua paixão por determinado produto ou serviço;

2) Investir em franquias é uma opção para muitos empreendedores que buscam ter o negócio próprio, mas sem ter de começar uma marca do zero;

3) O investidor em franquias tem mais de duas mil oportunidades de negócio nos mais variados segmentos para escolher aquela que mais se aproxima de seu perfil;

4) Antes de tomar qualquer decisão, é importante fazer uma pesquisa detalhada sobre o sistema e procurar entender como ele funciona.

E ai, o que achou das informações? Já passou por essa experiência ou está pensando em entrar no mundo das franquias? Ficou alguma dúvida? Utilize o espaço dos comentários para nos ajudar a criar conteúdos ainda mais relevantes. Até o próximo artigo!