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Negociação: como responder uma pretensão salarial ou pedir um aumento para o chefe

Umas das competências mais importantes para o sucesso profissional é a capacidade de negociação. Alguns a tem “por natureza”, outros desenvolvem com o tempo. Nada que seja uma tarefa difícil, muito menos impossível, já que ao longo da vida todos nós negociamos de alguma forma na nossa vida pessoal e profissional. Há quem diga até que cerca de oitenta por cento do nosso tempo estamos exercitando essa arte: comprando, vendendo, nos associando a pessoas, e por aí vai.

Dentro das empresas, as negociações são ainda mais intensas. O sucesso de um líder, de um administrador ou de um empreendedor dependem, e muito, da sua capacidade de negociar. Habilidade essa também associada ao profissional do futuro.

Artigo: líder eficiente que ainda não foi publicado + profissional do futuro que não foi publicado.

Muita gente que está procurando emprego fica sem saber o que fazer quando encontra um anúncio de uma empresa que pede envio do currículo com pretensão salarial.

Sabia que até esses casos a negociação enquanto competência é essencial?

Ainda mais quando se quer abordar a questão salarial com chefes em busca de um novo salário ou uma movimentação na carreira.

Esse artigo irá orienta-lo(a) a superar as etapas de entrevistas em um processo seletivo e superar com sucesso a tensão que existe na expectativa de pedir um aumento de salário.

Se você deseja se tornar um bom negociador ou uma boa negociadora, é importante ter consciência da investimento que é preciso ser feito em prol do desenvolvimento desta competência comportamental.

Esse investimento deve partir, principalmente, da prática de bom senso e uma correta interpretação da realidade do mercado.

Vamos lá?

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Situação 1 de negociação – pretensão salarial

A) Antes da candidatura

A grande maioria das empresas inclui a pretensão salarial entre as exigências na hora de anunciar uma vaga de emprego. Essa é uma dúvida que passa pela cabeça de muitos candidatos, que não sabem se vale a pena pedir o salário ideal (e correr o risco de não ser chamado para uma entrevista) ou sugerir um salário mais baixo (para ter uma garantia maior de que será convocado).

De fato, pedir a pretensão salarial é uma forma que as empresas utilizam para filtrar quais profissionais serão chamados para a entrevista. Depois disso, geralmente existe uma avaliação para ver quais os candidatos podem trazer o melhor resultado por menos, com base nas suas competências, habilidades, experiências e valor informado no ato da candidatura.

A principal dúvida de quem passa por isso realmente é se deve chutar um valor baixo para não perder a oportunidade ou se aproveitam a chance para aumentar o salário que recebem atualmente – caso esteja empregado(a).

Para quem está na dúvida, a orientação é que se faça uma pequena pesquisa de mercado para saber qual é a média salarial da função e se basear em pelo menos 20% a mais do que seu último salário ou o atual (para compensar a mudança). Esse percentual está dentro da média praticada pelo mercado, então não é nenhum absurdo.

Pela internet dá para ter uma noção da média salaria oferecida em cada cargo, por cidade ou região. A remuneração média é fornecida por alguns buscadores de emprego para milhares de cargos em todo o Brasil. Se você quer ter uma noção de qual é a remuneração média para “analista de compras” no interior de São Paulo (que normalmente é diferente do valor praticado na capital), basta realizar uma busca com essas palavras-chave para ver qual é a faixa salarial com base em anúncios de emprego abertos nessa região.

É importante que o candidato se baseie no que o mercado pratica, para não colocar nenhum valor muito fora da realidade (daí a prática do bom senso). Por isso, pesquise e, se possível, também consulte algum colega da área que trabalhe no mesmo cargo que você para ter uma base (principalmente para quem está fora do mercado por algum motivo).

O salário é geralmente o reflexo da trajetória que o candidato passou, com a soma de suas experiências, competências e habilidades. Por isso, mandar uma pretensão salarial baixa não é garantia para conseguir a vaga: pode ser interpretado como sinônimo de incapacidade ou desespero. Também não adianta colocar um valor menor e tentar aumentar durante a entrevista presencial porque não vai colar.

Quando a pretensão é colocada no currículo ou no corpo do e-mail, de forma escrita, é mais difícil negociar depois. Por outro lado, quando o profissional se adequa ao perfil e pede um salário maior do que ela pode pagar, as companhias podem oferecer outros benefícios como vale alimentação, vale refeição, participação nos lucros e/ou um plano de carreira bem estruturado.

Para estabelecer um valor realista, você deve levar em conta ainda o custo de vida da região onde irá trabalhar. Por isso os 20% que falamos agora há pouco: uma quantia a mais para compensar toda a mudança. Ter conhecimento dos novos gastos fixos como moradia, alimentação e transporte, por exemplo, é essencial para estabelecer um salário que atenderá as suas necessidades.

Optar por um salário um pouco acima do praticado pelo mercado também não quer dizer que você será eliminado(a) do processo. Isso porque profissionais com boa formação acadêmica, mais tempo de experiência e com bons projetos e resultados no histórico profissional podem justificar o salário requisitado. Tanto no currículo como na entrevista, o candidato deve provar porque é merecedor daquele salário, ou seja, o porquê de sua pretensão salarial ser aquela informada. Quem pede um pouco acima do que é praticado pelo mercado tem que mostrar quais são os seus diferenciais para merece-lo.

Normalmente a empresa já possui uma faixa salarial para cada cargo antes de anunciar a vaga, e mesmo que o valor oferecido seja maior do que a pretensão do candidato, o salário que passa a valer geralmente é o oferecido pela companhia. Ninguém vai abaixar o salário só porque você pediu menos.

Caso a dúvida ainda persista, não coloque algo como “salario a combinar” ou dê respostas vagas, deixando a escolha para o empregador. No entanto, se você quer deixar claro está aberto(a) a negociações, uma opção é dizer que a sua pretensão está numa faixa que vai de “tantos” reais a “tantos” reais. Um exemplo: “pretensão salarial entre R$ 2.000 e R$ 2.500 reais”. Ou então você pode colocar um valor X e colocar entre parênteses a palavra “negociável”.

Além de facilitar o processo de seleção, a pretensão salarial ajuda a empresa a contratar profissionais com os “pés no chão”, evitando que muitos abandonem o barco porque estão insatisfeitos com o salário – ou por achar que merecem mais. Para nenhuma empresa é interessante perder um funcionário com alguns meses de casa. Ninguém quer contratar uma pessoa que fique na empresa por apenas três meses, por exemplo, porque na primeira proposta que o funcionário receber ele certamente irá embora e o processo seletivo precisa ser aberto novamente.

Ah, um alerta: se a empresa não pede pretensão salarial, ela não precisa ser fornecida. Simples assim.

B) Na entrevista de emprego:

Se o processo seletivo avançou sem terem te perguntado antes sobre a pretensão salarial, provavelmente o assunto virá à tona ao vivo. Algumas empresas optam por questionar o candidato na lata, sem muitos rodeios, então é bom estar preparado(a) para responder de forma segura e com os pés no chão.

E mesmo se a pretensão tiver sido mencionada no currículo, provavelmente irão tratar do assunto presencialmente também.

Quando um candidato é chamado para a entrevista, o empregador já deve ter em mente o teto máximo que pode pagar, mas a depender da negociação as coisas podem mudar de rumo. Mesmo com uma pretensão salarial clara em mente, com base nas orientações que demos no último tópico, ainda é preciso tomar alguns cuidados.

Primeiro de tudo, seja firme ao falar e não dê margem para a insegurança. Isso pode dar caminho para o recrutador pensar que você está blefando, e que num “choro” pode pagar menos a você. Por isso, quando for questionado(a) sobre salário, fale com firmeza e de forma direta, sem rodeios. A entonação também conta muito: seja o(a) mais natural possível, e se o valor for acima do que você recebe ou recebia no último emprego argumente o porquê. Tome cuidado com os extremos: não fale como se estivesse com vergonha de pedir aquele valor ou de forma prepotente, como se dissesse: “nem pense em me oferecer menos do que estou pedindo”.

No entanto, é importante que você tenha noção do seu valor em relação à posição que irá ocupar. De preferência, não diga valores exatos. Fale naquele esquema de “faixa de x a y” como falamos antes, ou trabalhe com a proporção do salário mínimo atual. Por exemplo, que você deseja receber de 2 a 3 salários mínimos. Isso dará uma margem de negociação para ambas as partes.

Mesmo se o salário não for exatamente o que você espera, fique de olho no rumo que a conversa pode tomar. De repente, empregador pode ter um plano de crescimento a curto ou médio prazo, que lhe dará mais responsabilidades e, consequentemente, um salário mais competitivo. Você pode se surpreender e até conseguir uma promoção antes do que imagina.

Às vezes, um salário um pouco abaixo da sua pretensão (mas o suficiente para você ficar confortável) pode ser mais interessante do que uma remuneração alta. Avalie bem as oportunidades que aquela vaga vai oferecer: benefícios, possibilidade de subir de cargo, oportunidade de ter sua primeira experiência como gestor de pessoas, viagens para conhecer clientes ou outras filiais da empresa em outros estados ou países, etc.

Também tenha um teto mínimo para a negociação. Ou seja, não aceite a proposta de for abaixo de um valor X. É importante que você saiba qual o valor mínimo que irá satisfazer suas necessidades, para não correr o risco de se arrepender depois. Caso contrário, é bem provável que em pouco tempo você esteja descontente e comece outra caça a emprego. Ter um limite mínimo e deixar isso claro na entrevista também conta pontos para mostrar sua firmeza, e para o recrutador ter noção de até onde vai a sua flexibilidade.

Situação 2 de negociação – pedir aumento para o chefe

Essa é uma situação que para muitas pessoas causa até calafrios. Encarar o chefe e pedir um aumento pode soar como “cara de pau”, ainda mais numa época em que a maioria das empresas estão enxugando o orçamento para evitar demissões.

Se bem fundamentado, o pedido pode ser justo e oportuno, a depender da situação. Avalie com calma o momento mais adequado para ter essa conversa, mas antes de bater à porta do chefe, o recomendado é que você faça uma grande reflexão sobre a sua trajetória profissional, desempenho na função que ocupa atualmente, quais os principais projetos realizados com sucesso, e nível de preparo em comparação à época que você ingressou na empresa. Essa reflexão lhe dará argumentos para justificar o pedido.

Feita a reflexão, responda algumas perguntas: seu salário atual é condizente com a sua posição e às atividades que você tem desenvolvido na empresa? O salário atual é compatível com o valor praticado pelo mercado? E seu comportamento é bem visto por chefes e colegas?

Se o seu salário já está acima da média de mercado e/ou o profissional teve algum aumento recentemente, então esse pode não ser o momento de voltar ao assunto. Outra situação: se você tem pouco tempo de empresa, será que já está na hora de pensar em aumento? Muitas vezes, a solicitação de aumento antes de um tempo mínimo de empresa ou próximo de um aumento anterior não é muito coerente e pode pegar mal.

É essencial que a conversa com seu chefe seja baseada nas respostas dadas a todas essas perguntas que desafiamos você a pensar. O gestor precisa compreender a sua importância para os projetos e desafios da empresa – atuais e futuros. Seu chefe precisa ver que você é fundamental e está 100% engajado(a) para o funcionamento e melhoria contínua do setor a que você está ligado(a) dentro da empresa.

Organize bem seu discurso com base nessas questões e apresente fatos e argumentos que justifiquem seu pedido de aumento. Uma conversa transparente e honesta sobre salário com seu líder só fará sentido se você tiver uma excelente performance profissional – conhecida e reconhecida pelo chefe.

Mostre para sua liderança que você está disposto(a) a participar de mais atividades e desafios que sua função exige. A postura firme também conta muito: acredite que você realmente merece o aumento, pois isso tem um papel fundamental na decisão do chefe. A postura e posicionamento crítico diante do assunto mostrará muito do que você merece ou não receber.

É importante se ligar também em alguns argumentos que não devem ser usados nesse momento de negociação. Não faça uso de argumentos de âmbito pessoal, como os anos de amizade com o chefe, as dificuldades financeiras que você possa estar passando, realização de desejos materiais (supérfluos ou não) e outros problemas que não competem à chefia. Essas são questões pessoais que não tem nada a ver com o ambiente corporativo.

Mantenha a negociação de forma mais reservada possível: não toque no assunto na frente de colegas, porque pode causar uma série de problemas desagradáveis. Esse é um assunto particular que só interessa a você e ao seu líder. Evite ainda comparar o salário de colegas do mesmo setor, ou daqueles que desempenham a mesma função que você, para tratar do seu. Se você tem esta informação, utilize apenas como referência de quanto seu salário pode chegar, mas lembre-se que cada profissional tem suas qualidades e especificidades. Essa é uma atitude que pode comprometer seriamente a decisão.

Mas se por acaso, a resposta for negativa e você não conseguir chegar ao que deseja, não desanime. Essa pode ser uma decisão com base naquele momento, naquela realidade do dia e mês, o que não significa que as coisas não possam mudar. O importante é continuar atuando com profissionalismo, e acumular mais bons resultados para justificar um salário ajustado. O grande segredo é receber o “não” como uma resposta “passageira”. Se não há a possibilidade de um aumento agora, pode ser daqui a quanto tempo? Se esse aumento não puder ser em dinheiro, pode ser em forma de outro benefício? São questões a se pensar e discutir com a chefia.

Nesse meio tempo até conseguir o que deseja, o profissional pode buscar aprimoramento por meio da realização de cursos, pós-graduação, MBA e através da participação em palestras e seminários dentro da área de atuação, por exemplo. Um profissional à frente da concorrência, tende a ser mais valorizado.

Tenha consciência que vivemos hoje um cenário econômico de muitos desafios e dificuldades, e muitas empresas não têm como justificar aumentos de custo.

E se mesmo após toda as tentativas, nada mudar? Aí nesse caso, se realmente quiser continuar nessa mesma empresa, você deverá se adaptar. Se não, a solução pode ser mesmo a procura de outra organização que lhe ofereça um salário mais competitivo.

O mercado sempre passa por altos e baixos e, em momentos de quedas, procure manter seu otimismo e profissionalismo. Esse tipo de atitude será observada pelo seu gestor e ajudará em um novo cenário.

Atenção à linguagem do corpo

Em uma negociação salarial, você deve ter algumas preocupações relacionadas à forma com que seu corpo age e reage em uma conversa, e também observando como a outra pessoa trabalha a linguagem corporal.

Já falamos sobre a linguagem corporal em entrevistas de emprego e reuniões de trabalho, mas nesse caso de negociações de salário, alguns componentes são específicos.

Como estão dispostos os braços e pernas dos participantes da conversa? Qual é a posição da sua cabeça enquanto escuta a outra pessoa falar? E o olhar, o que diz? Essa são perguntas que traduzem relações de expansão ou retração, dominação ou submissão, agressividade ou receptividade, entre outras características conflitantes.

O ideal para você, enquanto candidato à uma vaga ou em busca de aumento salarial, é transparecer domínio da situação e parecer amigável.

Ao sentar para a negociação, procure manter os cotovelos apoiados nos braços da cadeira. Essa posição transmite poder e integridade. Quem fica com os braços caídos para dentro, por exemplo, comunica insegurança e nervosismo.

Outra dica é inclinar a cabeça enquanto escuta o outro falar. Isso o(a) fará parecer calmo(a) e intuitivo(a), inspirando confiança no outro. Mantenha o contato visual sempre para passar ainda mais confiança.

Observe também a posição das pernas. Se estão cruzadas, por exemplo, é provável que a pessoa esteja insegura e reticente. Pernas abertas, por outro lado, indicam que ela está aberta ao diálogo ou pretende dominar a conversa. Da mesma forma as mãos: movimentos muito rápidos demonstram impaciência e pressa.

Balance a cabeça lentamente, para comunicar que você está interessado no que está ouvindo e tranquiliza-lo de que você está compreendendo o que é dito.

Um exercício interessante para perceber os atos falhos da sua linguagem corporal é simular conversas na frente de um espelho, ou gravando um vídeo curto no celular ou câmera digital. Dessa forma, você consegue analisar se a mensagem que o seu corpo está mandando é coerente com o que você quer passar.

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Conclusão

E ai, o que achou das dicas que demos aqui?

O importante é manter os pés no chão e ter bom senso quando o assunto é calcular e pedir o incremento salarial. Mesmo após chegar à conclusão que sua remuneração está desatualizada, ou fora das práticas comuns de mercado, não espere receber a diferença total do que pretende em uma única movimentação. Isso pode ser feito em “parcelas”, ou através de outros benefícios.

Pesquisar a remuneração de seus pares no mercado pode te dar uma boa base. Não deixe de acessar os sites especializados que podem ajudá-lo(a) na hora de entender mais sobre o assunto, como os buscadores de emprego.

Aproveite para dar uma olhada em um outro artigo que tem tudo a ver com esse assunto: inteligência emocional para conquistar colegas e melhores salários.

Em caso de dúvidas, escreva para a gente através dos comentários! Esteja à vontade para compartilhar suas experiências conosco!

Como ser um líder eficiente que eleva os resultados do seu time

Fundamental para manter o desempenho e a produtividade em uma equipe lá no alto, o líder exerce um papel que vai além da autoridade e burocracia dentro das corporações. Isso mudou, claro, porque antes era exatamente assim que ele era visto. Hoje o líder é responsável por indicar a direção certa para que as metas e objetivos da organização sejam alcançados, com respaldo nos valores corporativos, além de ser a figura capaz de motivar e apoiar uma equipe rumo ao sucesso.

O sucesso, em uma época de instabilidade econômica, nem sempre quer dizer o lucro e a imagem acima da concorrência. Até mesmo o fato de sobreviver em um mercado difícil também pode ser considerado uma vitória digna de comemoração, não acha? Nesse contexto, a produtividade não pode ser alterada, mesmo em épocas de vacas magras. Por isso, é mais que importante ter e desenvolver uma liderança competente e entusiasmada para promover a produtividade dos funcionários de uma empresa, ou como muitos costumam definir, do time profissional.

Mas e ai, como ser um líder eficiente que eleva os resultados do seu time? Neste artigo vamos mostrar o caminho das pedras para atingir o objetivo de ampliar a conquista de resultados.

Vale a pena dar uma olhada também em um outro artigo que fizemos, em que mostramos como empresas inovadoras estão fazendo para aumentar a produtividade de seus colaboradores.

Porém, o foco dessa vez é no papel crucial da liderança para provocar impactos positivos em um contexto corporativo. Nesse artigo, vamos entender o que é o líder, quais as principais características e habilidades deste profissional e como se tornar um líder capaz de superar expectativas.

Mas antes, já ouviu aquela frase que diz que no futuro, todo líder será um coach? Não deixe de acompanhar também o artigo que mostramos como o coaching pode te ajudar em um cenário de crise. Lá colocamos termos e situações que podem te ajudar a compreender e absorver melhor o conteúdo que desenvolvemos nesta página. Vamos lá?

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Primeiro, um questionamento: o que é líder eficiente?

Sem delongas, o líder eficiente é aquele que busca identificar o que cada profissional precisa fazer para obter um maior desempenho. Ao mapear as necessidades dos indivíduos, seus defeitos e talentos, suas habilidades e seus potenciais, ele é capaz de direcionar o melhor das pessoas obtendo melhores resultados.

O líder é o mesmo que dá oportunidades para melhoria, e que consegue fazer com que os colegas enxerguem o verdadeiro potencial dentro de si. Se não houver sucesso de primeira, ele dará outras oportunidades para melhoria, praticando o exercício do feedback. Prestar atenção e apreciar ideias é um modo de mostrar a importância dos membros da equipe, assim criando um relacionamento de confiança mútua.

Ao acreditar no desenvolvimento do funcionário, o líder pode aumentar o engajamento e a motivação, proporcionando maior elevação de performance e produtividade.

Ao contrário do coach tradicional, o líder não oferece sessões periódicas para seus colaboradores. Ele apenas utiliza muitas das competências do coaching “dentro de casa”, para elevar sua própria capacidade e de sua equipe no relacionamento, na tomada de decisões e no alcance de metas, entre outras diversas ações impactantes no dia a dia de trabalho.

Matrículas abertas na escola de desenvolvimento

A verbo da vez é potencializar. Diferente dos chefes preocupados com lucro, números e a resolução das “urgências”, o líder compreende que a melhor maneira de elevar resultados é potencializando as pessoas, direcionando os profissionais para este aumento de desempenho constante. Isso é desenvolvimento contínuo, dividido em “aulas” que todos devemos frequentar.

O líder eficiente faz de seu dia a dia uma escola de aprendizado constante e entende que um de seus papéis é desenvolver pessoas acreditando que, para serem efetivas, elas devem ser protagonistas de suas atividades.

Não adianta cobrar excelentes performances e resultados absurdos sem antes oferecer as ferramentas e o conhecimento necessário para se atingir os propósitos iniciais. Sempre falamos em nossos artigos sobre a importância da capacitação, por isso, líderes eficientes sempre têm o cuidado de oferecer algo para contribuir com a formação da equipe.

E capacitar não significa necessariamente gastar. Existem cursos e treinamentos que podem ser feitos de graça pela internet, com o objetivo de desenvolver diversas competências humanas e profissionais. Na área de empreendedorismo existem várias opções, como mostramos no artigo sobre os cursos a distância e online e como eles têm mudado a forma convencional que vemos a educação.

Autoconhecimento e autodesenvolvimento são buscas constantes que devem ser promovidas. Se isso parte da equipe e não do líder, melhor é. No entanto, isso também pode e deve ser incentivado com frequência. O bom líder sempre está disposto a aprender e entende que novas ideias e soluções podem partir de qualquer lado, sem amarras de vaidades. Esperar que uma colega já tenha nascido “pronto”, com todas as ferramentas e habilidades necessárias não faz sentido com base no que sabemos sobre a complexidade de grupos e processos sociais. Muito longe da teoria, a prática mostra que a capacidade de se auto liderar é em sua maior parte desenvolvida.

As práticas de um líder que promove o conhecimento adquirido em um processo de coaching fazem surgir uma verdadeira escola de liderança onde todos se tornam atores e atrizes do seu próprio desenvolvimento contínuo em prol de resultados.

A organização que aprende é a organização que aperfeiçoa continuamente a capacidade de criar o seu futuro, adaptar o ser humano para que produza resultados que lhe interessam e priorizar coisas que lhe são realmente importantes.

A produtividade em níveis

Para ficar mais fácil entender como se dá o processo de produtividade, e como você pode se beneficiar com isso, vamos dividi-lo em três níveis.

O primeiro deles é o pessoal, nas atividades comuns que você e os funcionários sob sua tutoria executam no dia a dia. Nesse campo, o profissional precisa desenvolver todas as tarefas de forma satisfatória, sabendo gerir bem o tempo e encontrando formas de aumentar a produtividade. Existem ferramentas gratuitas na internet para aumentar a produtividade no trabalho, como mostramos neste artigo. Se o indivíduo funciona bem no individual, mais fácil fica para contribuir com as outras esferas. Ou seja, aprender a tornar o tempo mais produtivo com o auxílio de técnicas de planejamento e organização, que a tecnologia pode ser uma ótima aliada.

Em seguida, a produtividade se desenvolve no conjunto de pessoas (as equipes), em que a capacidade produtiva de cada um se une para uma finalidade em comum, como um grande projeto por exemplo. O papel do líder aqui é definir prioridades e deixar claro qual o objetivo deve ser atingido – quais as formas para chegar lá e quanto tempo será necessário para consegui-lo. Dessa forma, o líder precisa ter um propósito em comum com a equipe para poder desenvolver os trabalhos com qualidade.

Por fim, o último nível é mais global, e diz respeito ao funcionamento das organizações, em que diretores e executivos precisam coordenar as atividades de outros líderes. É a parte que impacta diretamente nos lucros e fechamento de contratos que são essenciais para manter o oxigênio da empresa circulando, mas que não vamos entrar muito a fundo porque não é o objetivo do artigo. São estratégias de produtividade para atender os anseios do negócio, basicamente.

No final, o conselho é trabalhar pontos essenciais que podem contribuir para o desenvolvimento dos funcionários.

O líder eficiente é o que lidera pelo exemplo

Nada influencia mais um ser humano do que ter um bom exemplo ao seu lado para se inspirar – e até copiar, por que não?

Um bom líder compreende que a melhor forma de influenciar pessoas é tornar-se o modelo de comportamento que deseja ver nos outros. Assim como nós nos influenciamos a partir de boas histórias de sucesso, como as de Donald Trump, George Samuel Clason ou pelas regras de sucesso de Arnold Schwarzenegger.

A verdade é que todos nós gostamos de ser influenciados por pessoas que nos inspiram, que apresentem as habilidades e os comportamentos necessários para obter grandes resultados. Se um líder cobra comprometimento de seu time, mas não se mostra comprometido, é bem provável que ele não irá inspirar as pessoas a elevar suas performances.

O líder é o modelo capaz de causar impacto positivo justamente por inspirar pessoas, influenciando-as através de seus próprios comportamentos. Desta forma, o líder eficiente é capaz de promover um nível muito mais profundo de cooperação e engajamento. Ele se torna exemplo por estar continuamente buscando sua melhoria e excelência.

Pode reparar: o tempo todo nós estamos influenciando pessoas através do nosso comportamento, da nossa forma de enxergar a vida e como lidamos com as responsabilidades e fracassos. Cabe justamente a nós decidir a maneira como vamos influenciar essas pessoas.

Os atributos da liderança

Existem muitos mas vamos elencar os 10 principais, que têm impacto direto na promoção e perpetuação da produtividade da equipe.

1 – Auto motivação – Para começar, um líder de time que não consegue se auto motivar não tem a menor chance de motivar e melhorar o desempenho da equipe. A partir desse start em você mesmo(a), o próximo passo é implementar um propósito maior ao grupo, que não seja apenas ser estimulado a trabalhar esperando o salário cair na conta no fim do mês. O time precisa dar o melhor, e para isso, o papel do líder é fazer com que a pessoas trabalhem por um senso de realização e porque se interessam, de forma verdadeira, pelo que fazem. O líder que se auto motiva para chegar antes dos subordinados e só sai do escritório depois que a equipe já foi embora é um exemplo de uma influência positiva para obter maior produtividade do grupo.

2 – Atitude positiva e justa – Essa é uma das características que apontamos como importantes no artigo sobre o coaching em um cenário de crise. É um atributo que diferencia um profissional de outro, e é importante especialmente para que o líder consegua unir as equipes e proporcionar um clima agradável, mesmo nos períodos em que a economia está desacelerada como agora. O positivismo inspira confiança, constrói e mantém uma equipe com entusiasmo. Um líder que incentiva a união e olha em direção para a produtividade acaba dando mais atenção às dúvidas, queixas e sugestões dos funcionários. Ele sabe que a criação de um ambiente propício ao diálogo, em que todos se sintam bem para se expressarem, só trará benefícios e bons resultados. A liderança que trata doso de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança.

3 – Planos bem definidos – A produtividade está relacionada a decisões objetivas. O líder motivado sempre tem objetivos claros e bem definidos para a concretização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano com a participação de sua equipe. Quem coordena uma equipe precisa observar se o time tem o perfil para realizar o desafio almejado. Aqueles líderes que conseguem estabelecer quais são as metas a cumprir e as tarefas a serem desenvolvidas por cada membro da equipe (profissionais corretos para funções adequadas) evitam desgaste, retrabalho e, com isso, perda de tempo. Se o líder não deixa claro o que deve ser feito, as pessoas enrolam, adiam, executam coisas secundárias e, quando se vê, já é tarde demais, e aquilo que é realmente importante acabou ficando de lado e prejudicou a produtividade.

4 – Empatia – Essa é a capacidade de se colocar no lugar do outro, característica importante em quem tem uma inteligência emocional bem desenvolvida. O líder de sucesso deve possuir essa capacidade de ver o mundo pelos “olhos” de outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e reagem, e ainda compreender pontos de vista diferentes do seu. A partir desta observação, fica mais fácil reconhecer e elogiar o trabalho bem feito de um membro da empresa, essencial para explorar o potencial completo deste profissional, incentivando-o ao máximo. Valorizar cada desempenho individualmente auxilia na produtividade do grupo como um todo.

5 – O ato de duplicar-se, triplicar-se, quadruplicar-se… – Outra característica do líder de sucesso está na constante busca de maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas da equipe. Se você é bom em organização, quando não está no escritório obviamente gostaria de saber que a equipe se manteve organizada durante a sua ausência, certo? Pois bem, esse é um exemplo de espelho que te dá a capacidade de “estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo”. Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros líderes. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir – considerando sempre atitudes positivas.

6 – Perseverança nas decisões – O gestor que derrapa no processo de tomada de decisão mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz só decide depois de ter feito várias ponderações e observações preliminares sobre o problema. Ele ainda considera a possibilidade de a decisão está errada, e o que fará depois de identificar o erro. Bons líderes também arriscam e tomam decisões erradas algumas vezes. Entretanto, não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Isso porque um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão em conjunto.

7 – Disposição para assumir responsabilidades – Outro ônus da liderança é assumir responsabilidade por erros de membros de sua equipe, não só os próprios. Caso um funcionário cometa um erro, por incompetência, ingenuidade ou falta de orientação, o líder deve considerar que foi “ele” quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, perderá o respeito e dará insegurança a seus seguidores. Ótimos comunicadores fazem questão de reforçar sempre quais são as expectativas da empresa em relação a seus funcionários. Assim, eles lembram à equipe quais são os valores e missões da organização, assegurando que as metas sejam sempre cumpridas.

8 – Acreditar nos seus princípios – Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. Por isso, o líder de sucesso possui a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização e de sua equipe.

9 – Não ter preferidos ou preferidas no trabalho: se há uma fórmula certeira para perder a confiança dos seus seguidores, é escolher e apontar favoritos na empresa. Se você favorece sempre o(s) mesmo(s) funcionários para as tarefas mais estratégicas ou prazerosas, tudo o mais que você faz para construir a confiança será prejudicado. Se há favoritismo, as pessoas percebem, deixam de estar motivadas e, por consequência, produzem menos.

10 – Saber elaborar perguntas sem intimidar – Não tenha vergonha de tirar uma dúvida ou de cobrar a resolução de uma demanda. O líder eficiente tem sede por conhecimento, por estar por dentro do que acontece, o andamento de cada etapa do planejamento. Fazer isso de uma maneira sutil que não pareça uma cobrança agressiva é uma verdadeira arte. Fazer perguntas e pedir conselhos aos outros ajuda no esclarecimento e desenvolvimento das atividades.

Por fim, grande parte desses 10 atributos estão em um outro artigo que produzimos, sobre o perfil do profissional do futuro – qual será o perfil exigido pelo mercado em 10 anos. Não deixe de dar uma olhada!

Intolerância a improdutividade

Não adianta: gastar tempo com quem não melhora não vai adiantar. Se o funcionário errou uma vez, treine-o novamente. Se o erro se repetir, dê um feedback para ajudá-lo a melhorar e não repetir o erro. Mas se o profissional errar pela terceira vez, pode ser um sinal de falta de perfil para determinada tarefa ou função. Permitir o erro pela quarta vez é perder tempo.

A tolerância à improdutividade tem um limite que deve ser observado com atenção, para não virar uma bola de neve. A tolerância ao erro geralmente cria um ambiente no qual o urgente passa a ser normal, e a tarefa não será tratada pela equipe com a devida importância.

Elaborando estratégias próprias

Mesmo absorvendo à risca as orientações e potencializando as características e atributos de um líder eficiente, você ainda pode trabalhar estratégias próprias para promover a produtividade de sua equipe. Em muitos casos, é um caminho até mais curto justamente por ser personalizado, afinal, cada caso é um caso.

Muitos líderes costumam tratar os seguidores como verdadeiros membros da família, criando reuniões informais dentro e fora do ambiente de trabalho para discutir o que tem dado certo e o que precisa ser mudado.

Outros realmente levam a sério a tarefa de tornar o ambiente de trabalho mais familiar. Se as pessoas se sentem motivadas a exercer bem uma atividade não apenas com o salário, como dissemos, mas também com o sentimento de pertencer à empresa, é mais fácil obter sucesso.

Outras empresas acreditam que a “fórmula mágica do sucesso” começa logo na contratação. Ao expor os valores da empresa, objetivos do cargo e projetos futuros, fica mais fácil identificar quem está mais apto para ocupar a vaga, de acordo com os objetivos e princípios. A partir daí, é mais tranquilo gerenciar o(a) contratado(a), porque teoricamente ele(a) entendeu o objetivo mostrado lá no começo, e também o contrário: da empresa compreender os objetivos do empregado.

O investimento em aulas de coaching para todos os membros da equipe também pode funcionar muito bem. Os profissionais podem reconhecem suas principais qualidades e são incentivados a darem o melhor de si, através de técnicas próprias e comprovadamente estudadas.

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Conclusão

Para finalizar, não deixe de celebrar quando o sucesso aparece. Saiba agradecer à sua equipe sempre que avança mais um passo na concretização das suas metas. Como dissemos, a motivação vem, em grande parte, através do reconhecimento daquilo que fazemos de melhor. E no fundo, todos nós gostamos de ser elogiados(as), não é mesmo?

Fique à vontade para compartilhar suas experiências e aprendizados conosco através dos comentários. Sua participação é muito importante para continuarmos desenvolvendo conteúdos mais relevantes para a sua realidade enquanto empreendedor(a). Participe!

O que comer para aumentar a produtividade no trabalho

Já falamos aqui no EmpreendedorX sobre ferramentas gratuitas para aumentar a produtividade no trabalho. Dessa vez é diferente.

O título desse artigo “o que comer para aumentar a produtividade” parece até efeito de mágica, mas não é. Não há uma porção ou receita para turbinar a sua produtividade no trabalho, mas existem alimentos e ritmos que podem ser determinantes para impulsionar sua rotina no escritório.

Você sabia que mais da metade dos trabalhadores brasileiros almoçam fora de casa e 42% se sentem indispostos e sonolentos após a refeição? E olha só: a maioria dessas pessoas quer mudar esse roteiro: 72% mudariam seus hábitos alimentares para se sentirem mais saudáveis, segundo pesquisa da Alelo, empresa de cartões de benefícios como vale-refeição.

Outro dado: um estudo da Health Enhacement Research Organization mostrou que profissionais que se alimentam de forma saudável com regularidade ao longo do dia tendem a ter um desempenho 25% melhor do que a média. Os hobbies criativos podem ajudar na produtividade no trabalho. Segundo a mesma pesquisa, profissionais que comem cinco porções de frutas e vegetais pelo menos quatro vezes por semana tendem a ser 20% mais produtivos. Além disso, quem se alimenta de forma saudável e pratica exercícios com regularidade falta 27% menos vezes no trabalho e tem um desempenho 11% melhor.

Por isso, se você quiser ser mais produtivo e desempenhar melhor o seu trabalho, trate de ficar de olho neste artigo e fazer as melhores escolhas que temos a dar. Vamos lá?

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Jejum e malefícios

O conjunto de nutrientes que contém nos alimentos serve como combustível para que o organismo tenha seu funcionamento perfeito, certo? Nesse sentido, a alimentação correta se faz necessário a todos nós trabalhadores, independente do porte físico, da atividade que vai desenvolver, do tempo, do organismo, para todos é necessário, porém, há suas particularidades, o importante é não ficar em jejum.

O jejum ou jejum prolongado é muito prejudicial a qualquer pessoa, pois causa fraqueza no organismo (provocando desmaios), lentidão de raciocínio (diminuição da atenção, podendo ocasionar acidentes no trabalho), atacar úlceras (provocando mau humor), o estômago trabalha usando o suco gástrico e aumentando ou gerando dores no estômago (gastrites e úlceras).

Algumas orientações sobre o que comer para aumentar a produtividade

Se você é desses que após almoçar, sente uma fadiga ou vontade de dormir, sabia que a queda de energia após o almoço é considerada normal devido à digestão do organismo. Mas se isso acaba afetando diversas horas do seu trabalho, é melhor tomar cuidado. Esta sonolência pode ocorrer por três motivos: você exagerou no prato, comeu rápido demais ou não dormiu bem pela noite.

Além desse sono exagerado não ser bom para você e sua saúde, ele também acaba prejudicando a produtividade no trabalho, fazendo com que você demore muito mais tempo para completar uma tarefa.

Experimente praticar umas dicas, a seguir:

1. Corra atrás de uma rotina alimentar

Por mais agitado que possa ser o seu trabalho, procure ter um horário fixo todos os dias para se alimentar. O nosso corpo segue um padrão e o nosso relógio biológico precisa disso para se adequar às nossas ações. Crie hábitos!

2. Mais cor, por favor

Você já ouvir falar que quanto mais colorido você montar o seu prato, mais saudável ele será? Pois é! Se você tem o costume de comer fora ou levar marmita para o trabalho, é importante incluir verduras, legumes e fibras: cenoura (laranja), beterraba (roxo), espinafre (verde), tomate (vermelho)…

3. Não deixe de se exercitar

Após comer, faça alguns exercícios leves! Vale alongamento, uma pequena caminhada no quarteirão, usar escadas ao invés de elevador, enfim… é bom mexer o corpo para ajudar o sangue a fluir, afastar a fadiga e auxiliar a digestão.

4. Conheça bem o seu corpo

Monitore a quantidade de alimento que você precisa ingerir para não sentir fome após três horas. É fundamental que você conheça o seu corpo e o tanto de alimento que ele necessita para se manter. Isso irá ajudar a não exagerar no prato e também a não comer menos do que precisa.

5. Não pule o café da manhã

Evite pular refeições, principalmente o café da manhã, a alimentação mais importante do dia. Isso o ajudará a não exagerar no almoço e a ter os nutrientes suficientes para um ótimo dia de trabalho!

6. De olho no termômetro

Observe como estará a temperatura do dia. Em dias quentes, leve alimentos mais leves e com bastante água; para os lanches, prefira frutas, iogurtes e sucos naturais. Isso o ajudará a se sentir saciado e hidratado para trabalhar de forma tranquila.

Os alimentos funcionais

Pesquisas demonstram forte correlação entre alimentação e acidente de trabalho. O trabalhador desnutrido torna-se apático, tem a atenção diminuída e deficiência de coordenação de movimentos e de iniciativa. Estudos mostram também a relação entre grau de robustez e acidente de trabalho, quanto os mais robustos se acidentam menos e quando se acidentam as lesões são menos graves.

De acordo com a atividade física que o indivíduo executa, seu organismo necessitará de um aporte menor ou maior de energia. Esta necessidade sofre influência também do sexo, estado fisiológico, faixa etária e clima.

Quantidade de calorias

O gasto energético de um trabalhador é compensado pelo fornecimento de energia, por meio dos alimentos que compõe sua dieta e esses são formados por nutrientes de qualidades diversas e em quantidades diferentes.

A tendência hoje é o consumo de uma maior variedade de alimentos em diferentes formas de preparo, de modo a garantir uma gama maior de nutrientes em cada refeição. Mesmo que a quantidade de calorias de diminua, a quantidade de nutrientes para cada refeição não deve cair, favorecendo a manutenção do peso e da saúde.

Os aspectos sanitários da refeição, tanto no que diz respeito ao preparo, transporte e distribuição, bem como instalações e seu preparo e as condições de como e onde o trabalhador se alimenta são fatores integrantes da sua alimentação.

As condições de conforto do local das refeições também não podem ser ignoradas. É inegável sua importância no sentido da tranquilidade necessária para que a refeição venha a cumprir suas funções no atendimento aos aspectos nutricionais, e também psicossociais.

14 alimentos para incluir na lista de compras e comer para aumentar a produtividade

  • Frutas vermelhos: têm uma grande quantidade de antioxidantes e melhoram a memória e a coordenação.
  • Abacate: ajuda a manter as membranas celulares do cérebro jovens e flexíveis.
  • Ovos: no interior têm um tipo de gordura que melhora a memória e sobretudo o tempo de reação perante um problema.
  • Salmão: rico em ómega 3, proteínas, ferro e vitaminas do tipo B que ajudam a melhorar a memória e a concentração.
  • Berinjela: são excelentes para manter em forma as células cerebrais e as moléculas que se ocupam de enviar as mensagens.
  • Café: a cafeína existente no café melhora a memória e protege contra o espasmo das pálpebras. Para além disso é ainda rico em antioxidantes e aminoácidos.
  • Chocolate negro: tem propriedades antioxidantes que aumentam a produção de endorfinas e melhora a atenção e a concentração no trabalho. O chocolate com leite também é bom para a aceleração do tempo de reação e para melhorar a memória verbal e visual.
  • Chá verde: é uma ótima pedida para ajudar o sistema nervoso e contém antioxidantes.
  • Iogurte: tem proteínas, minerais e probióticos que ajudam o sistema digestivo.
  • Verduras de folha verde: têm vitaminas, minerais e fitonutrientes como o ferro que ajudam a levar mais oxigénio ao cérebro.
  • Vinho tinto: um copo por dia melhora a memória a curto prazo e as habilidades motoras.
  • Arroz: se for integral, é ainda melhor. Tem imensas vitaminas e magnésio que ajuda a melhorar a saúde cognitiva.
  • Chocolate quente: os seus antioxidantes ajudam a proteger as células cerebrais do stress oxidativo.
  • Alho: tem características antibacterianas que ajudam a eliminar o stress e a prevenir os resfriados e as infecções.

Durante o expediente

É um clichê dizer isso, mas o ideal mesmo é que a gente se alimente a cada 3 horas. Claro que isso varia de acordo com as individualidades de cada um, mas sugiro nunca passar de 5 horas sem se alimentar, e isso vale para todos, inclusive para quem alega não ter tempo e nem mesmo sentir fome. Não precisa ser uma refeição grande, mas apenas um aporte para nosso metabolismo e para evitar comer muito depois à noite, algo muito comum em quem trabalha o dia inteiro sem comer e de noite sente uma fome imensa.

Especialmente durante o trabalho, evite tomar muito café, pois além de poder provocar dor de cabeça, quando consumido em excesso, ele pode te deixar agitado demais e incapaz de se concentrar.

O ideal é sempre beber muita água, pois um corpo hidratado raciocina melhor. Tenha sempre aquela garrafinha do lado da mesa.

Também prefira consumir frutas e alimentos ricos em fibras e proteínas. Comidas pesadas exigem muito tempo de digestão e isso consome energia do organismo — energia que influencia na forma com que você trabalha.

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Resumo para finalizar

Você viu neste artigo que:

1) O que você ingere também influencia no resultado do seu trabalho. Por isso, não tenha uma alimentação saudável apenas para ter uma boa saúde, mas também para poder tornar a sua atividade comercial mais produtiva;

2) O conjunto de nutrientes que contém nos alimentos serve como combustível para que o organismo tenha seu funcionamento perfeito;

3) Cuidado! Pesquisas demonstram forte correlação entre alimentação e acidente de trabalho;

3) Evite pular refeições, principalmente o café da manhã, a alimentação mais importante do dia;

E aí, tem alguma outra dica que você costuma seguir, e que quer repassar à outros leitores? Utilize o espaço dos comentários e participe! Até o próximo artigo!

Regras de etiqueta em redes profissionais como o LinkedIn

O “boom” das redes sociais tem transformado a maneira de se relacionar e fazer negócios entre as mais diferentes pessoas, promovendo até improváveis encontros entre indivíduos. O LinkedIn é hoje a maior rede social profissional do mundo, e a mais popular aqui no Brasil, onde até tem escritório próprio.

O site se transformou em uma rede social que tem como objetivo o relacionamento de pessoas interessadas em discutir questões de carreira e trabalho dentro de um ambiente mais formal e organizado que as redes mais populares como Facebook, Twitter e Instagram.

Este artigo é para você usuário, novo ou regular, que deseja conhecer as principais regras de etiqueta em redes profissionais como o LinkedIn, assim como é importante seguirmos algumas orientações quando estabelecemos um contato mais formal cara a cara.

Vamos ajudá-lo(a) a causar uma impressão mais positiva e certeira, para quem procura um novo emprego, uma recolocação ou mesmo manter-se valorizado(a) no mercado.

A maior rede profissional voltada para relacionamentos corporativos do mundo é também palco central de oportunidades online.

O que chamamos aqui de “regras de etiqueta”, na verdade, é um código de comportamento baseado na opinião de recrutadores e a partir de pesquisas que o próprio portal fornece. Além disso, a maioria das orientações que vamos passar aqui derivam de um raciocínio lógico e ampla compreensão da presença e atuação de usuários nas mídias sociais. O site possui um modelo de relacionamento, e é com base nisso que falamos sobre “regras”.

A importância de falarmos sobre esse assunto se dá, principalmente, em função do número cada vez maior de empresas que buscam o site profissional para preencher as vagas de trabalho. A presença e atuação de usuários nesta rede se tornou tão importante quanto um currículo bem estruturado e organizado, como era impresso e entregue nas empresas como antigamente.

Um estudo realizado pela Robert Half, uma das maiores empresas de recrutamento no mundo, apontou que 21% das empresas nacionais afirmaram que utilizam ferramentas de redes sociais para contratações. O Brasil lidera e está na frente de países como Espanha, Itália e a Holanda.

Muitas empresas, inclusive, apontam o desenvolvimento de um bom perfil online como característica do profissional do futuro.

Para não correr o risco de estragar sua imagem profissional, é interessante ficar de olho nos pontos que vamos destacar abaixo.

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Um resumo da força do LinkedIn

No ar oficialmente há mais de uma década, o LinkedIn é uma rede profissional passou por muitas transformações e adaptações para se tornar a mais relevante do momento.

O site é acessível em mais de 20 idiomas, tem mais de 433 milhões de usuários e está em 200 países e territórios. É possível criar um perfil usando as credenciais do Facebook, o que facilita o cadastro e faz aumentar as estatísticas.

A rede concentra o maior número de usuários entre todas os concorrentes e oferece planos em modalidades gratuitas e pagas com investimentos a partir de R$ 48,95.

Palco de networking

O LinkedIn se tornou uma estratégia recorrente às empresas no processo de seleção, permitindo aos recrutadores, gestores e empresários a coleta de informações sempre atualizadas dos profissionais. Além disso, permite o alcance a um grande número de candidatos com base nas atribuições das vagas e permite a troca rápida de mensagens. Tudo isso traz ganho de tempo e assertividade nas informações obtidas, já que normalmente o movimento em bancos de currículos gira em torno de 6 a 8 meses. Esse tempo todo acaba gerando uma grande desatualização de documentos, ao passo que, em redes profissionais, as informações se dão em constante atualização.

Ter um perfil adequado no LinkedIn, e a forma como ele é usado, virou inclusive um dos principais critérios de desempate em processos seletivos, tamanha sua importância.

Por ser uma rede social com foco no mundo corporativo, o LinkedIn virou ainda um verdadeiro centro de promoção, divulgação e aperfeiçoamento profissional. O networking nessa rede tornou-se uma prática comum e cotidiana para quem busca evolução profissional e tem familiaridade com os recursos que o site apresenta.

Primeiro passo: entenda a sua presença no LinkedIn

O caminho mais fácil para começar a entender a verdadeira “etiqueta” do LinkedIn é compreender como essa mídia funciona e qual a função da sua presença nela.

Como toda rede e suas diversas funcionalidades, muitos usuários acabam se perdendo e caindo em armadilhas que os deixam queimados com chefes e recrutadores.

Por definição, o LinkedIn é uma rede social vertical que tem como objetivo o relacionamento profissional. Por isso, comece pensando o seguinte: se você não tem uma determinada atitude no mundo físico, não deve ter no mundo online. A internet não é “terra sem lei”, e os mesmos cuidados que você toma ao abordar ou responder alguém pessoalmente devem ser levados em consideração no LinkedIn.

Por essa razão, o posicionamento nesta rede requer uma série de cuidados, pois o ambiente não tem como objetivo as relações informais e sim as relações formais entre profissionais e empresas. O resultado é que, tanto o seu perfil quanto o conteúdo publicado nele, devem ser mais estruturados e selecionados.

Um dos maiores erros que usuários cometem no LinkedIn é tratá-lo como se fosse uma rede informal de relacionamento. Conversam e desabafam como se estivessem no Facebook ou fazem piada de situações cotidianas como se estivessem no Twitter.

Tudo isso pode trazer resultados desastrosos para sua estratégia de marketing pessoal na internet.

Esteja atento(a) ao título profissional

O título (headline) no topo do seu perfil no Linkedin é um dos elementos mais importantes que devem ser levados em conta quando se constrói a sua presença nesta rede profissional.

Quando fazemos convites, enviamos currículos, participamos de discussões em grupos e aparecemos nas pesquisas efetuadas por recrutadores, o título do seu perfil Linkedin surgirá em destaque.

São 120 caracteres que devem dizer um pouco do que fazemos e talvez do que desejamos fazer. Lembre-se: as primeiras impressões do seu perfil são feitas em função da informação que coloca neste título profissional.

Um estudo do site mostrou que que 37% de 677 entrevistados afirmaram que o título profissional é o elemento mais importante de um perfil.

Em muitos casos, um outro usuário ou recrutador não irá visitar o seu perfil se não tiver um título sugestivo e atraente.

Por isso, a regra é sempre optar pelo seu título profissional (cargo) que você atua (em caso de estar empregado) ou que atuou e deseja continuar (caso esteja desempregado). Se seu objetivo é um outro cargo ou área, deixe especificado no título para que você possa ser melhor encontrado(a) através de buscas.

Mas vamos supor que você já tenha atuado como Gerente de Projetos e Gerente de Operações, e deseja ser candidato para ambas. Por que não colocar “Gerente de Projetos / Operações” no seu título profissional?

Especialistas na área recomendam que o usuário não coloque no título algo como “em busca de novas oportunidades” ou “desempregado”, justamente por dificultar a busca. No máximo, dá para colocar o cargo que você pretende no título, e no campo “nome da empresa” inclui a expressão “em busca de novas oportunidades” ou “em busca de recolocação”. Jamais coloque a palavra “desempregado”. Apesar de parecer tudo a mesma coisa, a palavra tem uma conotação ruim e existem substitutos mais adequados, como mostramos.

Menos é mais

A próxima regra a ser seguida tem relação às sua conexões, ou seja, aos amigos, parceiros e colegas que fazem parte da sua lista. Existe uma ilusão de que “quanto mais contatos você tiver, melhor será o seu perfil”, o que não é verdade. O que prevaleça é aquela mesma regra que já falamos em outros artigos sobre interações nas redes sociais: menos é sempre mais!

Não convide pessoas com os quais você não tenha nada em comum, apenas para tornar a sua rede maior. Isso só vai sobrecarregar seu feed com notícias e movimentações desinteressantes. Também não se ofenda se alguém negar ou ignorar seu pedido de conexão, pois nesta rede profissional, as pessoas são mais seletivas.

Também pense duas vezes antes de aceitar um convite de um desconhecido. Será que aquilo irá somar? O usuário tem conexões em comum? Vocês estão no mesmo nicho de mercado? São perguntas que devem ser levadas em consideração antes de agir.

Quanto mais relevante você for para sua rede, mais fortes e assertivas serão suas conexões.

Da mesma forma, quando um dos seus contatos pedir para ser apresentado a outra pessoa da sua rede, pense antes de tomar uma atitude. Entenda quais as intenções nessa ação, se há afinidade entre ambos… Lembre-se que o que está em jogo no LinkedIn é a sua reputação enquanto profissional.

Recomendações e competências

No LinkedIn há um espaço para receber e produzir recomendações a respeito do trabalho e habilidades de outros perfis. Para que você receba boas recomendações, comece pensando na possibilidade de dar o primeiro passo. Não é legal pedir recomendações a ninguém. Quando fizer uma recomendação a alguém, identifique afinidades, como por exemplo, habilidades de interação, período em que trabalharam juntos, projetos feitos em parceria, e por aí vai. Claro, nem é preciso dizer que isso só deve ser feito com pessoas que você realmente conhece e já tenha trabalhado. Parentes e amigos que nunca foram colegas de trabalho não contam.

E nunca, nunca peça recomendações. No máximo, peça àqueles que já foram seus chefes, tutores ou gestores diretos nas últimas empresas por onde passou.

No LinkedIn, as recomendações devem ser espontâneas. Por outro lado, fazer recomendações sobre pessoas com as quais você já trabalhou ou conhece o trabalho é uma iniciativa muito bem vista. Colete um bom número de recomendações: são elas que mais saltam aos olhos dos caça-talentos.

Já as competências servem, principalmente, para recrutadores identificarem mais facilmente algumas habilidades do usuário e terem uma visão geral das áreas em que você é especializado(a). Definir competências para alguém é mais fácil do que escrever recomendações, mas é importante não fazer isso apenas esperando que as outras pessoas façam de volta. Só peça e retribua apenas se você realmente perceber que há mérito.

Interaja e tenha conteúdo para oferecer

No feed de notícias da página inicial do LinkedIn há muita informação – mensagens de grupos, comentários feitos por conexões, atualizações de páginas que você segue… Neste campo, preste bem atenção ao que as pessoas estão discutindo ou em que projetos estão interagindo.

Você pode oferecer sugestões, enviar links úteis, compartilhar vagas de emprego ou apenas deixar um comentário construtivo. Além disso, você pode compartilhar ideias e oferecer orientações a partir da sua própria experiência. Com essas pequenas atitudes, você gera grande impacto sobre as suas conexões e fortalece os laços profissionais com pessoas que conhece, além da possibilidade de ser visto por aqueles que ainda não o(a) conhecem.

Não use o LinkedIn como se fosse uma rede social horizontal como o Facebook. O compartilhamento de conteúdo é uma poderosa ferramenta de networking, mas este conteúdo precisa ser relevante para a rede, e de preferência, que você tenha alguma contribuição significativa com o conteúdo compartilhado.

Personalize os convites de conexão

Esse talvez seja um dos erros de etiqueta no LinkedIn mais comuns. Ao solicitar uma nova conexão, o site te dá a opção de marcar qual a origem do contato, já que a regra máxima é que os convites só devem ser feitos entre pessoas que se conhecem.

Ali, existe uma resposta padrão pronta para ser enviada, mas o ideal mesmo é que você personalize cada convite ou resposta de solicitação de contato para criar um vínculo maior com a pessoa com a qual você está fazendo contato.

Após a pessoa aceitar o convite, lembre-se que o contato não acaba ai. Adicionar uma pessoa à sua rede de conexões e depois nunca mais interagir com ela é considerado um mau comportamento. Busque sempre manter um canal de interação com suas conexões, através de mensagens privadas ou outras interações abertas, como parabeniza-los por uma nova posição ou conquista profissional.

Respeito às regras de grupos

Uma das melhores funcionalidades do LinkedIn são os grupos. Para um melhor aproveitamento deste recurso, conecte-se a grupos e siga as empresas que façam parte do seu interesse. Participe, interaja e acompanhe de perto as instituições que deseja trabalhar ou que simplesmente admire.

Mas lembre-se: cada grupo costuma ter uma série de regras que precisam ser respeitadas. Caso contrário, isso pode acabar provocando situações conflituosas.

Isso geralmente acontece quando o participante se esquece o verdadeiro objetivo do grupo e passa a usar o espaço para autopromoção ou para a provocação de polêmicas sem a menor necessidade. Tenha cuidado quando participar de fóruns abertos para não se envolver em discussões que podem prejudicar sua imagem.

Mais dicas para um perfil adequado e certeiro

- Crie uma URL personalizada (por exemplo: www.linkedin.com/in/seunome) para dar mais credibilidade ao seu perfil. Aproveite que o Linkedin permite a customização sem precisar pagar por isso. Faça e divulgue este endereço em seus materiais de divulgação e e-mails profissionais.

- Escolha uma foto apropriada para o perfil, com boa luz e trajes adequados. Quanto mais profissional (aparência e natureza da foto), melhor. E claro, ela deve ser atualizada. O contrário disso pode transparecer desleixo e falta de profissionalismo. Fotos 3×4 não são uma boa pedida. Não precisa necessariamente estar sério(a), e não há problema se estiver sorrindo.

- Na descrição do perfil, não dê espaço para falhas: aposte na concisão, objetividade e autoconfiança.

- Não deixe de fazer a atualização de seu currículo regularmente. Liste todo o seu histórico profissional e acadêmico, e gaste mais caracteres para aquelas experiências em que obteve os maiores resultados.

- Compartilhe seus trabalhos e dons. Divulgue apresentações em PowerPoint, vídeos, teses defendidas, trabalhos apresentados em congressos, por exemplo. Tudo isso servirá para valorizar sua imagem.

E para quem tiver interesse: benefícios da conta premium

O LinkedIn possui um plano específico com foco no usuário, com o nome de “Job Seeker” (ou “procurador de emprego”). Você pode usufrui-lo durante o primeiro mês sem custo, com direito a cancelar quando quiser. Após esse período, você paga uma mensalidade de quase 50 reais por mês.

O plano dá direito ao envio de mensagens diretas a recrutadores, visualizar aqueles que visitaram seu perfil (e como seu perfil foi encontrado entre tantos), coloca o candidato em destaque no topo da lista que aparece para recrutadores, e ainda tem uma opção para comparar perfis.

Buscando o auxílio de um profissional coach

Um profissional especializado em técnicas de coaching pode auxiliá-lo(a) a fazer um check-up completo e impulsionar sua atuação nas redes sociais, em especial no LinkedIn.

Seja com foco em profissionais desempregados que buscam uma recolocação no mercado ou quem já está empregado, mas deseja melhorar o desempenho para se destacar e não correr o risco de ser demitido.

Outras duas redes sociais profissionais em comparação com o LinkedIn

Além do LinkedIn existem ainda outras redes profissionais com menos atuação e popularidade no Brasil. O Google é prova disso: essas duas opções que vamos mostrar têm poucas visitas quando o assunto é busca orgânica no site de buscas mais famoso do mundo.

1 – Bayt – www.bayt.com (em inglês) - A Bayt tem por objetivo anunciar as oportunidades de carreira na região do Golfo Pérsico e Oriente-médio, em países como Tunísia, Iraque, Emirados Árabes. Está disponível ainda nos idiomas árabe e francês, o Bayt oferece recurso de login e de criação de perfil usando as credenciais do Facebook ou do Google.

Para quem deseja conquistar um emprego em algum desses países, pode ser uma boa opção

Diferente da liberdade do LinkedIn, o Bayt é quem determina o grau de experiência de cada perfil a partir do currículo – para saber quem é nível junior, pleno ou sênior, por exemplo. O site leva em conta principalmente os anos de atuação e semelhanças entre as experiências do candidato, além dos conhecimentos extras.

Dá ainda para criar um currículo em vídeo, incorporado ao seu perfil através do YouTube. Basta informar o link no formulário de perfil do Bayt e aguardar que seja aprovado. Para profissionais em que determinada aparência é desejada, ou em casos de demonstração de habilidades de fala e comunicação, este recurso é bem interessante.

O site não trabalha com planos mensais, mas há uma versão premium anual que possibilita ao usuário a promoção de mais pedidos de emprego, avaliação de perfis, melhor localização de contatos com recrutadores e gerentes, redação de carta de apresentação, além de outros acessos ilimitados.

2 – Xing – www.xing.com/pt (versão em português) - Essa é a maior rede profissional online em países de língua alemã, com mais de 10 milhões de membros no mundo inteiro. Quem deseja trabalhar na Alemanha, Áustria ou Liechtenstein, pode apostar nesta opção.

Além de pesquisar por vagas fixas, dá para procurar vagas temporárias através de projetos com prazo de duração determinado usando palavras chave. O portal não tem relação com Facebook ou Google, portanto, é preciso fazer um cadastro no próprio sistema. Existe ainda uma versão em aplicativo disponível para download no Windows Phone, iOS e Android.

Enquanto o LinkedIn informa o número de visualização de perfil, mas limita os relatórios aos cinco últimos visitantes, o Xing não informa a identidade dos usuários. Visíveis ficam apenas os avatares de quem viu seus dados e a descrição de um ou de dois critérios de busca usados para chegar ao seu perfil. No entanto, com a adesão da conta premium, o usuário tem recursos mais avançados, como estatísticas mais detalhadas sobre os visitantes do seu perfil, enviar mensagens para aqueles que não estão nos seus contatos, destaque nos resultados de pesquisa (e com isso, maior visibilidade do perfil), entre outros.

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Conclusão

E ai, o que achou das orientações que passamos aqui? Fique à vontade para compartilhar alguma experiência boa ou ruim que você já passou ou presenciou no Linkedin.

Como vocês perceberam, regras de etiqueta em redes profissionais como o LinkedIn têm como base a prática do bom senso e compreensão da finalidade dessa rede.

Não deixe de dar uma conferida em um outro artigo que fizemos sobre o assunto, mas com outro foco: como incluir sua empresa nas redes profissionais da internet.

A transição para um modelo de trabalho remoto – como uma empresa pode evitar contratempos

Nessa crise toda, muitas empresas tem pensado em abrir mão de equipes trabalhando em escritório para movê-las ao trabalho remoto.

A princípio, os funcionários podem se dividir entre os que acham “estranho” e os que acham “demais”, mas em geral, são reações fruto de uma percepção equivocada ou desconhecida sobre o trabalho à distância.

Nós já discutimos antes sobre os prós e contras do trabalho em home office, com todos os pré requisitos. Se a decisão já foi tomada, melhor saber como fazer uma correta transição para um modelo de trabalho remoto.

O funcionário que estranha a ideia pode pensar que esse é o primeiro passo para uma demissão (por se tratar de um corte de custos), e os mais eufóricos podem enxergar na possibilidade uma maior “folga”, ou em miúdos, mais flexibilidade e benefícios – o que nem sempre acontece.

O trabalho home office exige tanta ou mais dedicação que o trabalho convencional, e neste artigo, vamos mostrar quais as observações devem ser levadas em consideração na hora de planejar e executar a transição.

É importante que, ao introduzir a possibilidade em uma empresa, que as motivações e exigências sejam claras e que a nova estrutura de trabalho seja sólida.

Vamos lá?

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De olho nos números

Um outro levantamento realizado por uma empresa especializada em recrutamento e seleção destacou que apenas 30% das instituições pesquisadas adotam a prática, que é muito comum em outros países.

Nos Estados Unidos por exemplo, há várias empresas que já utilizam o sistema de trabalho em home office – cerca de 40 por cento. Lá essa modalidade está prevista em legislação e pode ser vantajoso tanto para a empresa quanto o empregado. Os resultados são animadores e têm impulsionado outras empresas neste caminho.

O trabalho flexível foi destaque também em uma pesquisa feita pela consultoria PwC, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (São Paulo), com 113 empresas. Um grupo de 1,6 milhão de pessoas apontaram que uma das principais aspirações de seus funcionários é buscar formas alternativas de trabalhar. Essa revelação estava lado a lado com a busca por uma remuneração mais competitiva e um sistema de promoções baseado em méritos.

A transição para um modelo de trabalho remoto sem improvisos

Muitas empresas acabam trabalhando, ainda que eventualmente, com equipes remotas apesar de não chamar o modelo desta maneira. Em geral isso acontece quando o escritório está em reforma, uma inspeção geral ou algo do gênero.

O que acontece é que as empresas que permitem aos empregados atuar desde seu home office muitas vezes não enxergam isso como um modelo distinto de trabalho, mas sim como uma situação de improviso.

É preciso “limpar” toda essa visão de improviso, já que implementar um sistema de trabalho à distância exige uma estrutura técnica, tecnologia e de pessoal, que aproxime membros da equipe entre si e com a gerência, com o intuito de possibilitar uma transição fluida.

Nesse sentido, o planejamento é fundamental.

É importante que a transição seja suave e que os membros da equipe, remotos ou não, encontrem uma estrutura que permita a todos compartilhar o necessário como se estivessem no mesmo ambiente.

Não sendo feita essa programação prévia, o gestor da equipe certamente vai precisar lidar com as múltiplas soluções improvisadas pelos membros da equipe e isso pode acarretar uma situação complexa na qual muitas vezes o trabalho vai ser múltiplo.

Teletrabalho e suas situações

O trabalho em esquema home office pode ser empregado por diversos motivos e em diferentes circunstâncias. Os dois principais são:

1. Conveniências para trabalhador e empresa – o trabalhador ganha tempo para si e pode estar mais próximo aos elementos de sua vida privada. Isso vale especialmente para aqueles que têm filhos que precisam de supervisão, estudam ou vivem longe do escritório ou têm necessidades especiais, por exemplo. Da parte da empresa, fora as vantagens de ter um empregado satisfeito pelas vantagens citadas, há a questão de economizar em gastos operacionais que podem vir a, ao menos em parte, permitir ganhos maiores ao trabalhador.

2. Necessidades operacionais ou situações especiais – estes casos muitas vezes representam situações temporárias ou excepcionais. Um colaborador pode necessitar ser alocado junto a um cliente, em uma área de operações ou recorrer ao teletrabalho por uma questão de saúde, por exemplo. Mesmo que a situação seja temporária e eventual, é importante ter uma estrutura para trabalho à distância prontamente acessível.

Doses de compreensão e disciplina na equipe

Para que o trabalho home office funcione com produtividade, é preciso um auto controle fora do comum e disciplina para atuar de acordo com o que a atividade manda.

Por incrível que pareça, tem gente que acha que ao trabalhar em casa, haverá tempo de sobra para o lazer – já que teoricamente irá economizar tempo com trânsito, por exemplo.

Mas não é bem assim. É preciso disciplina para definir (e cumprir) horários de início, dosar as pausas e o fim do expediente.

gestão do tempo deve ser feita de maneira ainda mais rigorosa que o habitual, principalmente em relação ao cumprimento de prazos.

É importante deixar claro que durante dada parte do dia o colaborador precisa estar tão acessível e disponível quanto se estivesse a metros de distância dos demais colegas. A vantagem naquilo que diz respeito ao tempo que os membros remotos da equipe ganham para si está principalmente na facilidade de acesso a elementos do próprio trabalho – como aqueles que trabalham remotamente para estar mais próximos a clientes – ou a prontidão com que podem voltar a atenção para a vida pessoal – caso daqueles que trabalham de casa.

O segredo é tentar estabelecer um ritmo de trabalho próprio, objetivo e eficiente.

Entendendo o novo cenário

Como grande parte dos trabalhadores remotos passa a trabalhar em sua própria casa, é importante que o gestor nunca lide com a pessoa como se, por isso, ela estivesse sempre disponível.

Lembre-se que o funcionário tem um horário de trabalho a cumprir e a zelar. Ao necessitar de algo fora do horário acordado é preciso combinar que isso só vai acontecer em casos de urgência. Os gerentes de equipe precisam seguir isso rigorosamente. Uma forma de fazê-los entender é expor os potenciais encargos adicionais que podem ser acarretados ao acionar um funcionário fora de seu expediente. Caso o assunto possa esperar, espere como faria com qualquer membro da equipe.

É preciso considerar que, especialmente para o gerente da equipe, o teletrabalho pode significar um esforço a mais em alguns aspectos. É preciso voltar a atenção para diversos lugares ao mesmo tempo e abrir mão de conveniências como dar um recado ao lado da máquina de café, deixar uma nota em uma folha de papel na mesa do colega, correr até o elevador para pedir alguma coisa a alguém que já ia embora.

A tecnologia na transição para um modelo de trabalho remoto

É imprescindível ter uma estrutura de comunicação estabelecida quando da implementação de um modelo de trabalho remoto.

Empregar com sucesso um bom sistema de comunicação escrita e/ou falada pode criar a falsa impressão de que a maior parte do processo de implementação de uma estrutura para o trabalho remoto está concluída.

Para facilitar o trabalho home office, existe na internet uma infinidade de ferramentas disponíveis para auxiliá-lo, principalmente, na organização.

São ferramentas chamadas de “colaborativas”, e auxiliam na produtividade do trabalhador.

Tem opções para armazenamento online (Dropbox, Sugarsync), ferramentas de quadros de Kaban (Trello, Todoist, Wunderlist, Toodledo), agenda pessoal (Google Agenda), gestão de tarefas (Google Keep, Evernote), trabalho colaborativo (Google Docs, BaseCamp,Ágil Social), video conferência (Hangouts, WebEx), gestão do tempo (RescueTime, Toggl) e alertas inteligentes (Clínica nas nuvens, iDone).

Há também a opção de utilizar o armazenamento em nuvem para facilitar o cotidiano e agregar segurança aos usuários.

A utilização da nuvem pode também significar uma economia considerável no que tange a gastos operacionais de TI e manutenção de servidores. Garante também que toda a equipe tenha o mesmo acesso a dados e material relevantes independente de localização ou fusos horários. O resultado disso é uma equipe mais próxima apesar da distância física.

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Em resumo para concluir

Vimos neste artigo que:

1) O teletrabalho é uma modalidade de trabalho que, aos poucos, vem ganhando espaço no mercado de trabalho brasileiro;

2) O trabalho home office exige tanta ou mais dedicação que o trabalho convencional;

3) Planejamento é fundamental: a transição deve ser suave e os membros da equipe, remotos ou não, devem encontrar uma estrutura que permita a todos compartilhar o necessário como se estivessem no mesmo ambiente;

4) Havendo uma transição planejada e que ofereça aos colaboradores as ferramentas necessárias, pode-se abrir uma série de novas possibilidades para a equipe e para a empresa;

5) O teletrabalho pode ser uma excelente opção e uma maneira simples e nada dispendiosa de transformar uma situação de improviso em um sistema ágil e produtivo.

6) Como parte da implementação, é preciso estabelecer um sistema que permita uma gestão de projetos e tempo.

E aí, o que achou do artigo? Já passou ou acompanhou a transição de uma equipe? Tem alguma outra sugestão a dar? Utilize o espaço dos comentários e ajude-nos a criar conteúdos cada vez mais relevantes. Até o próximo artigo!

Como cuidar e melhorar a imagem pessoal no ambiente de trabalho

A sua imagem pessoal no trabalho é a marca que você deixa nos colegas e é como será lembrado – seja para pensar em uma promoção ou mesmo uma demissão.

Os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva, e se preocupam com os aspectos importantes para sustenta-la. É cada vez mais é importante cuidarmos da nossa imagem, porque querendo ou não seremos julgados pelo inconsciente da pessoa que nos vê.

Será que você está sendo um bom colega de equipe? Será que as pessoas gostam de trabalhar com você? Será que as pessoas enxergam seu crescimento no emprego como algo merecido? Tudo isso pode ser compreendido de acordo com o marketing pessoal que você precisa desenvolver.

Aprenda neste artigo como cuidar e melhorar a imagem pessoal no ambiente de trabalho. Afinal de contas, ela precisa se adequar a diferentes ocasiões, mas sem esquecer-se de você, do seu estilo, do seu gosto, a sua imagem pessoal deve estar sempre adequada e bem cuidada, ela é a embalagem do seu produto.

O seu produto é você, os seus conhecimentos, habilidades, técnicas e outras qualidades que você possui.

É verdade que a sua imagem pessoal por si só pode não garante um emprego, um contrato, uma entrevista de negócios, mas sem ela dificilmente passará do primeiro contato. Não basta sermos ótimo profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais.

Mesmo para aqueles que ainda estão em período de estágio ou fazem trabalho temporário, é válido dar atenção à imagem, à postura e aos hábitos dentro da empresa, pois isso pode levar à contratação.

É importante ressaltar que uma boa imagem pessoal no ambiente de trabalho é algo que leva certo tempo para ser construída. Mesmo quando estiver bem estabelecida, qualquer deslize pode prejudicá-la e ter um resultado contrário ao desejado.

Sua imagem não é você, mas como as pessoas o enxergam. Sendo assim, tão importante quanto aprimorar suas habilidades e competências, é deixá-las em evidência para os seus colegas e superiores. Vamos lá?

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Autoavaliação para melhorar a imagem pessoal

Para começar, vamos falar sobre a ferramenta mais importante para a construção de uma imagem profissional.

Antes de tudo, faça uma lista com suas principais habilidades e competências, sendo justo e sincero. Em seguida, tente refletir sobre quais delas são reconhecidas por quem está ao seu redor. Com as respostas, tente criar formas de evidenciar aquelas pelas quais você é raramente lembrado. Aproveite e use essa metodologia para descobrir quais são os seus pontos de melhoria e invista neles.

A aparência

Andar vestido com as melhores grifes não faz de você um profissional respeitado. O que não se pode negar, no entanto, é que o primeiro julgamento é o visual, a partir do visual podemos perceber a que grupo de comportamento uma pessoa pertence.

Segundo pesquisas, a grande maioria (cerca de 70%) dos empregadores não procuram candidatos que estejam na moda e que sigam as últimas tendências das passarelas. No entanto, 65% dizem que a roupa pode ser o fator de desempate entre dois candidatos.

O critério também não é o preço das peças ou relacionado à formalidade da vestimenta. O segredo é estar vestido de acordo com o processo e o ambiente.

Ir de bermuda surfista para entrevista para vaga de cozinheiro não combina assim como não cabe ir de terno e gravata para seleção de vendedor de loja de artigos esportivos na praia.

Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal, o que quer dizer que ela pode usar roupas amassadas, cabelos desgrenhados, unhas mal feitas, etc. Já uma pessoa de boa aparência é aquela que pode não possuir uma beleza física padrão, mas tem um bom corte de cabelo, unhas em dia, barba bem feita e roupas em ordem.

Se a pessoa é disciplinada o suficiente para cuidar do cabelo, unhas, barba, roupas, diariamente, dá-se a entender que ela terá este mesmo cuidado com as atividades profissionais que lhe são impostas.

Diferencial competitivo em processos de seleção

Sabia que a aparência é um critério de desempate em processos seletivos?

Existem cargos que a sobriedade e formalidade não são requisitos necessários – como para a área artística e de comunicação, por exemplo. Nesse caso, não tem problema se for um pouco mais moderno, com uma roupa mais descolada, ou um cabelo com corte diferente.

Lembre-se sempre que além das nossas capacidades intelectuais e comportamentais, nós vendemos também nossa imagem.

Estar bem vestido(a) não ajuda apenas a passar uma boa impressão para os avaliadores, mas também uma forma de manter a autoestima! Não há dúvidas que quem está confortável se sente mais confiante e, por consequência, transmite segurança.

Relações profissionais no ambiente de trabalho

Outro aspecto importante na construção de uma boa imagem pessoal no ambiente de trabalho diz respeito às suas relações e atitudes. É importante que você esteja atento a alguns aspectos do seu modo de tratar as outras pessoas e se relacionar com elas.

Garanta sempre o equilíbrio nas discussões e promova assuntos mais neutros. Para isso, evite falar de política, religião, rompimentos e divisões entre os colegas. Esse equilíbrio realmente garante a você uma base para poder se destacar sem que nada lhe prejudique. Afinal de contas, não é nada legal ver seu nome envolvido em polêmicas entre setores.

Quando for conversar com alguém no trabalho, mantenha um tom agradável, neutro e que não passe nenhuma negatividade. Qualquer atitude fora disso, em um tom mais alto ou mais baixo, pode parecer fofoca ou algo do tipo. Outro ponto importante é não julgar os outros, pois atitudes como fazer muitas críticas, ironias e fofocas prejudicam bastante o carisma e a relação com os colegas.

Lembre-se: as empresas valorizam colaboradores que sabem agregar pessoas.

Como melhorar a imagem pessoal através da comunicação

Desenvolver uma comunicação assertiva é fundamental para uma boa imagem pessoal e profissional.

No entanto, também é necessário saber dosar: alguém se só fala de si passa a impressão de ser narcisista e arrogante.

Em um diálogo com colegas, tão importante quanto ter algo para falar é saber ouvir. Além disso, manter contato visual e não se distrair é fundamental para uma comunicação assertiva. Outro quesito tem a ver com o uso de gírias e palavras de baixo calão no ambiente de trabalho. Logicamente, isso deve ser evitado.

O corpo também comunica!

Os nossos aspectos comportamentais dizem tanto quanto nossas palavras. Gestos, expressões, posturas e atitudes do corpo podem mostrar credibilidade, segurança, ansiedade, e uma série de características que muitas vezes estão fora do nosso controle. Essas são formas de linguagem não-verbal, e passam mensagens tão importantes quanto aquilo que estamos falando.

Veja este outro artigo que preparamos, especificamente sobre linguagem corporal no trabalho e em entrevistas de emprego.

Exercitando a ética profissional

Estamos vivendo um período econômico político que a ética é algo bastante discutido.

Não adianta ter preocupação com todos esses aspectos que vimos falando, se o profissional não for ético. Sem essa característica, certamente ele não vai imprimir e dificilmente vai melhorar a imagem pessoal no ambiente de trabalho.

É como se dissesse: ‘Fulano tem uma aparência amigável, é comunicativo, se relaciona bem com os colegas, é tecnicamente competente, mas é mentiroso e corrupto’.

Como se pode ver, em tudo que se fala há uma preocupação com a imagem pessoal. Onde esteja um profissional será lembrado e valorizado por aquilo que ele demonstra em aparência, na fala e no modo de se expressar e comportar. Portanto, fica difícil alguém falar e se preocupar com marketing pessoal, ou seja, como vender bem a sua imagem, sem considerar esses fatores muito importantes que de fato ajudam um profissional a ter sucesso na sua carreira.

Dicas rápidas para finalizar

  • Informe-se e cumpra seu horário. Evite chegar atrasado e entregar trabalho fora do prazo. Isso demonstra respeito;
  • Limpeza e organização dizem muito a respeito de uma pessoa. Cuide do seu espaço, mantenha a ordem, não deixe-o sujo e bagunçado.
  • Um profissional tem que saber acatar os valores da sua empresa, respeitando normas, códigos de trabalho, horários, disciplina, sabendo usar os bens e valores da empresa de maneira adequada;
  • Ninguém suporta gente mal humorada, menos ainda no trabalho. Se não dormiu bem ou está com problemas pessoais, pense duas vezes antes de descontar nos colegas. Também não queira ser a mais alegre do universo. Os dois extremos podem atrapalhar sua imagem;

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Resumo final

Você viu aqui neste artigo que:

1) Cuidar da imagem pessoal pode servir para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia;

2) A imagem pessoal no ambiente de trabalho exige um cuidado único para quem quer se destacar e crescer na carreira;

3) Uma boa imagem pessoal no ambiente de trabalho é algo que leva certo tempo para ser construída. Ela requer um cuidado especial para quem pretende se destacar e subir na carreira;

4) Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal;

5) As empresas valorizam colaboradores que sabem agregar pessoas.

E ai, tem alguma observação a fazer ou acréscimo à discussão? Utilize o espaço dos comentários para isso e nos ajude a criar conteúdos ainda mais relevantes para você. Até a próxima!

10 invenções que surgiram por acaso, deram certo e podem te inspirar  

Você já deve ter reparado que nesse meio empreendedor é preciso um pouco de sorte para “acelerar” alguns processos e etapas.

Pois bem.

Existem algumas invenções de produtos e serviços que surgiram por acaso, sem a menor pretensão de se tornar um sucesso e, por sorte e/ou mérito, deixaram seu inventores bem, mas bem ricos. Muitas dessas invenções foram tão importante e impactantes que passaram a fazer parte das nossas vidas, mesmo muitos anos depois.

Fizemos uma lista de invenções que surgiram por acaso, mas que deram muito certo e sua história pode te inspirar a criar coisas e inovar processos. É claro que para se ter sucesso no mundo dos negócios é preciso muito planejamento, abrir mão de situações e muito trabalho envolvido. O que não impossibilita, portanto, que possamos nos inspirar a partir de histórias de vida e carreira (como Steve Jobs e Bill Gates), e também do processo criativo de produtos.

Na maioria dos casos que vamos mostrar a seguir, o quesito “sorte” não veio sozinho e sim acompanhada de uma boa dose de visão empreendedora que buscou a utilidade prática para a descoberta. Afinal de contas, de nada adianta criar algo mágico se o consumidor não perceber que aquilo é mesmo mágico.

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Inovação, Invenção e Empreendedorismo

Antes de vermos 10 exemplos de invenções que surgiram por acaso, talvez seja interessante estabelecer uma linha entre invenção, inovação e empreendedorismo.

Empreendedorismo, entre tantas definições, pode ser interpretado como a ação de criação para a construção de algo, novo ou não, com valor reconhecido, em oportunidades identificadas. Um empreendedor como vcoê precisa ter visão de futuro, pesquisar o mercado, planejar o empreendimento, reunir os recursos necessários e construir empresas ou negócios.

A inovação consiste na introdução de um novo bem ou de uma nova qualidade de um bem ou ainda na introdução de um novo método de produção, definindo, com isso, a abertura de um novo mercado. Inovação pode ser considerada como a exploração de novas ideias que tragam sucesso para as empresas, tais como aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros benefícios.

Já as invenções dizem respeito a toda e qualquer coisa inventada ou à ação e ao efeito de inventar, isto é, achar ou descobrir algo novo ou desconhecido. A pessoa que dedica o seu tempo a essas atividades é o inventor. Não se deve, porém, confundir invenção com descoberta, já que esse último é a aquisição de um conhecimento novo ao acaso, sem esforços determinados ou premeditados. A invenção, pelo contrário, é fruto de trabalho dirigido, persistente e dedicado, que pode levar o inventor ao sucesso ou ao fracasso.

Lista de invenções que surgiram por acaso – você vai se surpreender!

1. Velcro

Essa é uma invenção que veio após uma longa observação do inventor. O engenheiro suíço Georges de Mestral adorava passear com seu cachorro nos Alpes mas odiava as sementinhas que grudavam nele.

Em 1941 o engenheiro, já cansado de ter que retirar pequenas sementes do que conhecemos aqui no Brasil como carrapicho, resolveu investigar o que provocava isso.

Ao colocar a semente sob a lente de um microscópio, descobriu que o entrelaçamento se dava em função da semente possuir filamentos que terminavam em pequenos ganchos que acabavam grudando no pelo do cachorro. Daí para a invenção do Velcro foi um pulo.

2. Cola tipo “super bonder”

Em 1942 o cientista Harry Coover criou uma nova substância, o cianocrilato, que deveria ser usado no processo de fabricação de lentes de precisão resistentes para serem usadas em miras de armas no campo de batalha, só que o produto se revelou um fracasso, pois a moldagem era difícil, pois grudava em absolutamente tudo em que tocava.

Na verdade, a substância mais parecia uma solda do que um elemento para ser moldado e incorporado a outros produtos. Bem, já que ele praticamente tinha descoberto a “solda a frio”, por que não vender como um super adesivo então? E nasceu o Super Bonder, que quebra um bom galho da gente no dia a dia.

3. Forno de micro-ondas

O forno de micro ondas foi outra dessas invenções que surgiram por acaso e que acabaram por se transformar em um grande sucesso de vendas. O pesquisador Percy Spencer estava realizando algumas experiências com tubo de vácuo chamado Magnétron para um projeto de radar. De repente reparou que a barra de chocolate que estava no bolso de sua camisa havia derretido sem motivo.

Curioso, ele trocou o chocolate por um milho de pipoca e ele estourou. Estava descoberto um dos eletrodomésticos de maior sucesso da história.

4. Fogos de artifício

O fogo de artifício que você vê todos os finais de ano hoje não seriam uma realidade caso um cozinheiro chinês, de nome desconhecido, não tivesse cometido um erro durante uma refeição.

Para fazer uma experiência, este cozinheiro inseriu carvão, enxofre e mais algumas substâncias. Depois de colocá-los todos juntos num frasco de Bambu, a mistura acabou por explodir. Tal produto ficou conhecido posteriormente como pólvora.

Daí para a criação de fogos de artifício foi um pulo. Atualmente existem diversos tipos de fogos de artifício, e seus efeitos dependem da composição ou da estrutura da peça.

5. Post-It

Nossos companheiros inseparáveis, principalmente em momentos de esboço de ideias, o bloquinho de Post-It também nasceu por acaso.

Spencer Silver, um consagrado pesquisador estava pesquisando a fórmula de um novo adesivo, muito mais forte do que os já existentes no mercado, só que o resultado foi justamente o oposto, uma cola que não grudava nada de forma definitiva.

Como esse adesivo não deixava marcas ele achou que talvez tivesse alguma utilidade, mas só descobriu qual seria quando viu um auxiliar seu usando o adesivo para grudar pequenos pedaços de papel para marcar livros.

6. Batatas Fritas

George Crum era já um chef conceituado quando inventou as batatas fritas. No seu restaurante, um cliente mandou voltar para trás um prato que continha uma batata inteira, que estava frita. O cliente reclamou e perguntou se a batata não poderia ser cortada mais fina e mais crocante.

Diz a lenda que Crum ficou furioso e, para se vingar, cortou as batatas o mais fino possível, tentando irritar o cliente. Só que para sua surpresa, o cliente adorou e a partir daí ele passou a servir esse prato no seu restaurante. A ideia foi um autêntico sucesso e passou a ser um dos pratos mais vendidos daquele espaço.

7. Viagra

O chamado “diamante azul” foi outra dessas invenções que surgiram por acaso e que acabaram se transformando em um sucesso de venda.

No início dos anos 90, pesquisadores americanos estavam trabalhando para descobrirem uma droga que pudesse ser usado no tratamento da angina e durante os experimentos descobriram um curioso efeito colateral, a ampliação do desejo sexual masculino.

O remédio até que aliviava a angina, mas a Pfizer, empresa que estava financiando a pesquisa, percebeu que teria na função de estimulante sexual, um produto com muito mais mercado consumidor e transformou o Viagra em um sucesso mundial.

8. Massa de modelar

Outra dessas invenções que surgiram só porque alguém resolveu dar um uso diferente para o produto. Desenvolvida pela empresa Kutol Products, a massa de modelar Plau-Doh nasceu com o objetivo de ser um produto de limpeza para papeis de parede.

A ideia era de que ao ser passada em papeis de parede, a sujeira ficaria grudada na massa e as mamães iriam ter papéis de parede novinhos em folha. Só que a alegria ficava mesmo é por conta das crianças que começaram a moldar coisas e usar em trabalhos escolares.

9. Cookies

O que Wakefield tentava fazer não era nada de inovador: bolachas de chocolate. No entanto, numa das suas tentativas ela descobriu que não tinha o chocolate que habitualmente era fornecido pelo padeiro. Em vez de ficar desesperada e tentar utilizar o método habitual, foi comprar chocolate normal e quebrou-o em pequenas partículas.

Ela esperava que o chocolate derretesse no forno, como era habitual. No entanto, ele acabou por se manter sólido e quebrou-se em partículas pequenas, dando origem às pepitas nas bolachas da chocolate.

O cookie é o género de bolachas mais comercializado no mundo, e têm ganhado bastante espaço aqui no Brasil.

10. Flocos de milho (cereal matinal)

Depois de juntar granola um pouco de trigo, John Kellog e seu irmão Keith “descobriram” um produto de certa forma estranho.

Os cereais matinais foram criados por acidente na tentativa de encontrar um substituto para o pão, que seria servido aos pacientes da clínica de um deles, nos Estados Unidos. Eis que um belo dia, esqueceram um pouco de trigo de molho em água. Perceberam a gafe só no dia seguinte e, em vez de jogar o resultado fora, resolveram passar as massinhas em cilindros a fim de conseguirem folhas de massa de pão. Conseguiram flocos! O mesmo fizeram com farinha de trigo e, desta vez, assaram os flocos.

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Invenções que surgiram por acaso em resumo

Você viu aqui que:

1) A sorte muitas vezes vem acompanhada de uma boa dose de visão empreendedora que buscou a utilidade prática para a descoberta

2) Para se ter sucesso no mundo dos negócios é preciso muito planejamento, abrir mão de situações e muito trabalho envolvido;

3) A invenção é fruto de trabalho dirigido, persistente e dedicado, que pode levar o inventor ao sucesso ou ao fracasso.

E aí, sabe de alguma outra história inspiradora como essas que mostramos? Conte pra gente através dos comentários! Até a próxima!

O que deve ser levado em consideração na hora de escolher um ponto comercial

A localização de um negócio é o ponto chave para uma série de questões, entre elas, o sucesso do empreendimento. O ponto ideal não precisa ser no lugar mais caro, ou no lugar onde circulam um número maior de pessoas. Muito menos deve ser levado apenas em consideração o fato de estar longe dos concorrentes. O que vai determinar é uma série de fatores que vamos mostrar neste artigo.

A ideia é ajuda-lo a escolher o ponto comercial ideal para a sua proposta de comércio e/ou atendimento presencial, com o objetivo, claro, de vender mais e melhor.

Afinal de contas, não basta ter um ótimo produto, preço compatível com o mercado e vendedores bem treinados, se a localização de seu comércio não for realmente adequada.

Vamos lá?

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Escolher o ponto comercial através de uma localização estratégica

Lembra quando falamos da importância de fazer uma pesquisa de mercado para avaliar bem o cenário antes de abrir uma empresa?

Pois é. Nessa pesquisa, há de se fazer também um trabalho sobre a localização do seu negócio presencial. Como falamos na introdução, dizer que a rua movimentada é o melhor local pode um tanto precipitado: para alguns empreendimentos até é, mas para outros, nem tanto. Se o seu cliente é de alto poder aquisitivo e procura por qualidade, por exemplo, não será interessante estar em ruas muito movimentadas – já que esse público foge de muita gente no mesmo lugar.

O movimento do local deve ser analisado ainda em dias e horários diversos, já que temos a ideia de que um centro comercial ou um shopping vive sempre movimentado. Verifique os hábitos de quem transita e se os horários de movimento coincidem com a utilização de sua loja ou serviço.

A proximidade a outros serviços como padarias, ponto de táxi, agência dos correio, banco 24 horas e até mesmo supermercados pode ser uma associação interessante. Esse, aliás, é um dos atrativos dos shoppings – a reunião de “quase tudo” em um mesmo lugar. Nesse caso, evite os finais de corredor, o último andar e outros locais de pouca movimentação. Localizar-se perto das escadas rolantes, elevadores, entradas via estacionamento e das praças de alimentação é mais interessante.

Fora desse ambiente fechado de um shopping, fique de olho também nas questões de segurança. Mantenha-se afastado de ruas e avenidas mal iluminadas, ou onde a polícia não dá muito as caras.

Outra questão: concorrência. Você já reparou que lojas similares costumam ficar perto uma da outra? Isso não parece burrice, e se for parar para pensar, é bastante lógico. Estar em um espaço próximo da concorrência é algo saudável para sempre tentar se destacar, e oferecer melhor aquilo que o outro não oferece. Se um potencial cliente entra no concorrente e não encontra o que precisa, é na sua loja que ele vai continuar a busca. Quando se trata de empresas no ramo alimentar, isso funciona ainda mais. Já pensou que monótono se as pessoas comessem o mesmo tipo de comida todos os dias? A maioria quer mesmo é variar… e é aí que estar perto do concorrente pode beneficiá-lo.

Uma loja de roupas pode procurar estar ao lado de outras marcas do mesmo ramo e para o mesmo público, porque a característica do negócio é o consumidor ir olhando diversas vitrines. Já uma loja de itens elétricos e hidráulicos deve estar em uma área que seja caracterizada por esse tipo de serviço.

Tendências e movimentos populacionais

Analisar a tendência populacional de uma ou mais regiões é muito importante. Além de analisar a situação presente, é preciso estudar os índices de crescimento e as expectativas gerais de um local. Os grandes e saturados centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, têm experimentado uma redução populacional nas regiões centrais e uma forte elevação na periferia e bairros emergentes.

Em uma mesma cidade, sempre há áreas que estão em declínio de poder aquisitivo e outras em ascensão. Um bom exercício para isso é analisar o valor dos alugueis e preços de imóveis em determinados bairros, e fazer uma comparação com o nível de renda que seu público consumidor tem, em média.

É preciso traçar um perfil do consumidor potencial, levando em conta itens como renda, recolhimento do ICMS e estilos residenciais e comerciais, entre outros. Em outras palavras, é preciso certificar-se das chances que seu futuro cliente tem de realmente passar pelo local em vista.

Espaço para reposição do estoque

O tipo de mercadoria que você vende, ou o tipo de serviço que oferece, tem um papel importante da escolha do ponto comercial.

Se você lida com um número grande de fornecedores, que fazem ou irão fazer muitas entregas, certifique-se de optar por um local mais espaçoso, onde esse “entra e sai” não cause nenhum grande incômodo aos vizinhos.

Grandes supermercados por exemplo, costumam ter a frente principal voltada para uma rua movimentada, enquanto a parte dos fundos fica em uma via mais tranquila. Não é por acaso: basta alguns passeios por lá para reparar muitos caminhões estacionados e estoquistas trabalhando.

Cada local, bairro ou cidade possui necessidades específicas que você pode explorar em seu ponto comercial. Por isso, é bom que você verifique se o tipo de mercadoria que você pretende oferecer e o sistema de trabalho que está pensando implantar vão ao encontro dessas necessidades.

Acesso fácil a estacionamento

É importante se colocar no lugar do cliente para identificar questões técnicas, como a facilidade no acesso à sua loja.

Há estacionamento perto? Ou a rua é cheia de empecilhos para possibilitar que seu cliente pare o carro para dar uma olhada? Ruas muito difíceis de parar desanimam o cliente a parar o veículo e conhecer a loja.

De olho na vizinhança ao escolher um ponto comercial

Se você está de olho em algum local muito isolado, essa pode não ser uma boa ideia. Isso porque a “solidão”, ou a incompatibilidade com alguns serviços é notável e afasta o cliente. Imagine, por exemplo, uma loja de perfumes ao lado de uma peixaria. Nada a ver, né?

Ter um ponto de ônibus como vizinho pode ser uma boa estratégia como não pode. Vai depender do que você vende ou do serviço que oferece. Pode ser bom para produtos de alta circulação e baixos valores como, por exemplo as franquias de alimentos, mas ruim para produtos e serviços de maior valor aquisitivo. Nesse caso, acaba desvalorizando o empreendimento, concorda?

Vidros na frente ou não?

Uma loja com vidros na frente e aquela plaquinha escrito “aberto” ou “entre sem bater” pode ser uma boa saída para deixar o clima interno mais agradável (com a circulação do ar condicionado), mas também pode afastar alguns clientes mais receosos.

Clientes de menor poder aquisitivo têm uma repulsa maior à ambientes de portas fechadas, por acharem que os preços são mais altos. É algo que não dá bem para explicar o porquê, mas têm. Mas isso não significa que se possa descuidar do visual ou da comodidade. Já as classes média e média-alta exigem um espaço com mais conforto e segurança. A nova geração de consumidores está cada vez mais exigente, já reparou?

No fim das contas, a escolha vai variar a partir do público que você deseja atingir.

Afaste a ansiedade

Nada mais propício para atrapalhar a escolha de um ponto comercial que a sua ansiedade na hora de negociar. Não vá com pressa e tenha somente uma carta na manga. O ideal é que você tenha em mente de três a cinco pontos comerciais bons na hora de escolher onde irá abrir seu negócio. Quanto menos opções o empreendedor tem, menor é sua chance de sucesso, já que ele perde seu poder de barganha.

Gastos extras

Nem só de um aluguel vive um ponto comercial. Na hora de escolher, você deve considerar também alguns gastos extras, inclusive para seus funcionários.

Alguns exemplos: se o lugar é muito grande, terá um custo alto para manutenção (elétrica, limpeza…). Se o local é em um centro comercial, terá que disponibilizar outro espaço para seus funcionários estacionarem carros e motos. Se o local é afastado, talvez tenha que gastar em segurança.

Verifique os antecedentes do local

Que tal uma conversa franca com o antigo dono ou locador do ponto comercial? Comece perguntando por que ele está deixando ou deixou o ponto. Pode ser por motivos pessoais ou talvez ele tenha tido alguma dificuldade com o negócio que você precisa ficar atento. Muitas vezes o imóvel era ocupado por outra empresa que alugava, por isso, peça para o proprietário o contato da empresa anterior para pegar referências. Não custa nada se certificar.

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Resumo e até logo!

Você viu aqui que:

1) Na hora de escolher onde abrir o negócio, é preciso pesquisar muito sobre qual será o modelo de operação, quem serão seus clientes e como a empresa se relacionará com os futuros vizinhos;

2)Não basta ter só o endereço, tem que ver a localização melhor dentro dele. O ideal é procurar marcas que concorram ou que complementem seu negócio;

4) Não adianta conseguir um local movimentado e ficar escondido no segundo andar de outro estabelecimento;

3) Ao conhecer a idade do público e uma média da quantia de dinheiro que ele tem disponível para gastar, você consegue saber se a sua mercadoria ou serviço será procurado pelos consumidores e qual o preço ideal para cobrar;

4) Verifique se o local em vista oferece facilidades para clientes e funcionários, e se você não terá que arcar com algum custo extra ar optar por um ponto “mais em conta”. O barato pode sair caro!

E ai, o que achou das dicas que passamos aqui? Há algum outro ponto importante que você acha relevante na hora de escolher o ponto comercial ideal? Deixe sua opinião através dos comentários! Até o próximo artigo!

Como o coaching pode te ajudar em um cenário de crise

“Coaching” é a palavra que vem se tornando cada vez mais insistente quando o assunto é carreira ou gestão empresarial, principalmente em tempos em que a insegurança é maior devido à instabilidade da economia.

A definição literal da palavra é “treinamento”, mas quando falamos no assunto traduzimos a expressão para uma metodologia que tem como objetivo ajudar a uma pessoa ou grupo de pessoas a realizarem uma grande mudança.

As raízes da expressão são os esportes, em que os atletas passam pelas mãos dos mais variados profissionais para melhorarem suas performances. Esse é o caminho natural de todo atleta de alto nível. No entanto, a prática de coaching tornou-se aplicável também a outras áreas, como negócios e empreendedorismo.

Em qualquer fase da carreira profissional, o coaching é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de ampliação da autoconfiança e de acabar de vez com barreiras de limitação, que te impedem de crescer.

Em períodos como este que estamos vivendo, muitos profissionais desempregados (ou como costuma-se dizer, “entre empregos”) procuram essa ajuda para conseguirem uma recolocação no mercado. Quem já está empregado, quer mesmo melhorar o desempenho para se destacar e não correr o risco de ser demitido.

O coach, profissional que executa as práticas de coaching, pode justamente ajudar todas essas pessoas por meio de metodologias que ajudam a encontrar o autoconhecimento, e também auxiliando no desenvolvimento de potencialidades dos(as) clientes.

Neste artigo vamos falar sobre o trabalho deste profissional, como ele pode ajudá-lo(a) nas duas situações, e quais são os principais mecanismos trabalhados para obter resultados consistentes e mais imediatos.

Muitos profissionais como você procuram uma formação em coaching para promover mudanças significativas no trabalho, atingir metas de vida, como também para seguir uma nova carreira ou destino profissional.

Vivemos hoje um momento onde as técnicas de coaching são empregadas como ferramenta de apoio ao desenvolvimento pessoal e também das empresas, para o aperfeiçoamento de seus colaboradores.

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Como funciona o coaching

Para quem ainda não está habituado ao termo e a função de um coach, é necessário deixar claro que o processo é contínuo, e não se trata de uma conversa eventual ou um acontecimento isolado.

O líder coaching (motivador) pode ser comparado a um treinador de alta performance, que em alguns momentos trabalha com apenas com um integrante, em outros coloca-se nos “bastidores”, e em outras orienta à distância.

No processo de coaching os profissionais são treinados regularmente, e têm suas paixões e facilidades canalizadas, com o objetivo de alcançar as melhores oportunidades. Isso, claro, respeitando a participação delas e dos demais integrantes da organização, afinal, ninguém faz sucesso sozinho.

Em resumo, o treinamento em coaching auxilia pessoas e empresas a se desenvolverem de forma mais rápida e eficiente produzindo resultados mais certeiros.

O treinamento ajuda as pessoas a caminharem na direção do que elas querem ir, ou seja, no seu desenvolvimento e de suas expertises. Além disso, o coaching visa aperfeiçoar o processo de amadurecimento das emoções, tão importantes e latentes nos processos pessoais e profissionais de qualquer ser humano. Isso reflete uma melhoria dos processos de tomada de decisão, delegação de função, planejamento estratégico, designação de tarefas, entre outras.

A atividade de coaching funciona através da aplicação de um conjunto de técnicas próprias apoiadas por competências e habilidades específicas, além de seguir à risca padrões e princípios éticos fundamentais estudados e comprovados através de estudos da área.

Coach, empreendedores e sonhos

Você enquanto empreendedor mais do que ninguém sabe que o desenvolvimento do próprio negócio é algo que deve ser desbravado, e muitas vezes, é preciso ser audacioso e, com isso, arriscar. No mercado financeiro então, isso é lição de casa todos os dias do ano – com ou sem crise à vista.

Pois bem.

A função do coach é orientar as pessoas para que aprendam por si mesmos. Quando você “dá as armas” para que elas se tornem desbravadoras do próprio desenvolvimento, é a clara essência do empreendedorismo, não é mesmo?

Esteja certo(a) que o coaching pode fazer a diferença na sua vida profissional. Por isso, esteja atento(a) às próximas informações que temos a oferecer neste artigo.

Fato é que no cenário atual poucos cargos e profissões oferecem uma grande estabilidade, por isso os profissionais estão em busca de um trabalho que dê sentido e satisfação, mais do que propriamente “estar empregado”. O coaching ajuda a avaliar se esse sonho pode ser concretizado e em quanto tempo o profissional estará pronto para assumir esses riscos.

Todo grande sonho precisa de grande investimento, e é nisso que o coach pode ajudá-lo(a).

Orientações antes de contratar

Esteja atento(a) antes de estabelecer o primeiro contato com um profissional em coaching. Ainda no processo de pesquisa, é importante checar a experiência e as referências sobre a reputação do profissional.

Sobre a formação é o seguinte: todo coach tem que ter certificado de formação para exercer a atividade. O período mínimo para se formar aqui no Brasil costuma ser de um ano. Ou seja, o coach precisa ser um profissional habilitado e certificado.

Nos primeiros contatos com ele ou ela, procure sentir segurança no trabalho e confiança que aquilo pode mesmo dar certo. A identificação pessoal entre você e o profissional é determinante para isso.

Um bom coach vai conseguir identificar se pode realmente te ajudar logo nos primeiros contatos. Isso porque nem todas as pessoas necessitam mesmo de um coach de carreira. O coach qualificado provavelmente irá fazer com que você responda a uma séria de perguntas e após analisar as respostas, saberá dizer se realmente é hora de iniciar o processo de coaching ou se deve indicar outro caminho caso o(a) cliente não esteja pronto(a) para este processo.

Em busca de novas oportunidades e na reinvenção da carreira

Em uma situação de recessão econômica, muitas empresas acabam sendo obrigadas a adotar medidas paliativas e imediatistas, de cunho altamente financeiro, que levam a demissão sumária de funcionários. Fornecedores também podem ser cortados da lista, e com isso, toda uma cadeia produtiva pode ser prejudicada, cortando também pessoas do quadro de funcionários.

Um cenário de crise surge quando algo não funciona bem e leva a um momento decisivo. Portanto, acaba sendo uma oportunidade de mudança e crescimento também para esses profissionais demitidos.

Antes de entrar a fundo nesse tópico é preciso esclarecer uma coisa: não é papel do coach te recolocar no mercado em uma situação de desemprego. Ele não tem a obrigação de te fazer alcançar esse objetivo em um tempo determinado.

O que ele irá auxiliar mesmo é na identificação do potencial do profissional, sobretudo, para rever conceitos, sair do conformismo e buscar um novo caminho.

Não é incomum encontrarmos profissionais que saem de seus empregos sem saberem o real motivo do desligamento – mesmo que tenha sido por “vontade própria” ou via demissão. Aproveite a chance para reinventar sua carreira, mas principalmente para reinventar a si mesmo(a) e suas atitudes.

Neste processo, talvez seja preciso identificar habilidades e competências que abram novas portas – para um novo emprego em uma nova empresa, ou mesmo para abrir um negócio próprio sem patrão. A formalização do microempreendedor individual (MEI) pode ser uma saída.

O coach pode te auxiliar também na tarefa de “turbinar” seu currículo: evidenciar potencialidades, destacar informações e organizar tudo para atrair mais a atenção dos recrutadores. O profissional de coaching pode ter um papel importante para auxilia-lo(a) a identificar as vagas certas para o seu perfil, e a preparar um currículo e carta de apresentação específicos para aquela vaga. Com isso, pode-se aumentar as chances de ser chamado(a) para uma entrevista de emprego, onde você conseguirá detalhar melhor seu perfil profissional e objetivos.

Através de um planejamento personalizado, coach e coachee (cliente) buscarão identificar os obstáculos que surgirão pela frente, uma leitura atual do nicho de mercado em que você atua ou deseja atuar, bem como a forma de superar as dificuldades que poderão encontrar.

Auxílio para quem está empregado e quer se destacar

Da mesma forma que o coach pode ser determinante para a recolocação no mercado, ele também pode auxiliar quem está empregado a se destacar em um ambiente competitivo.

O coach e o coachee trabalham juntos para traçar metas e definir meios para atingir este destaque. Funciona como uma parceria. Cabe ao coach motivar, orientar e estimular o coachee a executar um plano estratégico de ação, em que ele pode descobrir através do autoconhecimento quais são os diferenciais que podem colocá-lo à frente de outros.

Com a crise, a postura de diversos setores da economia é marcada por tímidos investimentos e redução de custos para operação.

Para recuperar perdas e manter a viabilidade do negócio, muitas empresas investiram na contratação de serviços especializados em coaching, para “passar um pente fino” nas contas da empresa e criar um planejamento estratégico de pessoal.

Este é o momento para se refletir sobre aptidões, crenças, bloqueios e paixões. Mesmo com a carteira assinada, sempre é chance de reciclar ideias e conceitos, como também de desenvolver habilidades e competências, explorar cenários, expandir a consciência, mudar comportamentos e, acima de tudo, encontrar a realização pessoal e profissional.

Aproveite o momento em que muitas pessoas se retraem para investir ainda mais na formação, no conhecimento e no seu desenvolvimento. Isso nunca é demais. O profissional que sai na frente dentro de uma empresa geralmente é aquele que vai contra a maré e consegue pensar “fora da caixa”.

Especialistas da área de Recursos Humanos acreditam que este ambiente de incertezas de uma crise é propício para a busca de qualificação profissional, tanto para aqueles que estão empregados, quanto para aqueles que buscam sua inserção no mercado.

Por isso, mantenha o foco em procurar cursos, participar e se envolver em oficinas e seminários de capacitação, além de aprender com os colegas de trabalho novas habilidades, sempre deixando claro para os superiores a vontade de contribuir.

Em um momento como esse que estamos vivendo agora, o profissional precisa refletir sobre seus pontos fortes e sobre como pode contribuir para ajudar a empresa a passar por um período delicado. O coach irá te auxiliar nessa tarefa.

Na crise, pessoas escondidas nos “bastidores” têm a chance de mostrar que são úteis, e podem propor soluções. Só é preciso tomar cuidado para não agir como um verdadeiro “salvador da pátria” e acabar prometendo algo que você não irá conseguir cumprir.

Qualidades que vão diferenciar um profissional de outro

- Inteligência emocional – já falamos sobre essa característica neste artigo. Em resumo, a capacidade para manter-se equilibrado(a) em meio à instabilidade externa e a superação das dificuldades são muito bem avaliados pelas empresas;

- Positividade – não adianta: uma postura otimista e não queixosa diante de uma situação complicada é capaz de diferenciar profissionais. A atitude positiva ajuda o profissional a se destacar e a colher os frutos quando a crise passar. As empresas têm valorizado pessoas que, independentemente do cargo que ocupam, conseguem unir as equipes e proporcionam um clima agradável;

- Inovação – Com o dinheiro mais curto, as empresas ficam atentas para quem consegue propor inovações, principalmente em prol da redução de custos;

- Comprometimento – já ouviu aquela expressão “funcionário que veste a camisa da empresa”? Curtamente falando é isso;

- Uso consciente dos insumos de trabalho – pagar contas altas em um período de instabilidade costuma ser encarado como desperdício. Por isso, fazer economia de material e aplicar o uso racional da estrutura da empresa também são levados em consideração – principalmente se isso não comprometer os resultados do trabalho;

- Habilidade de gestão de tempo – saber identificar as prioridades de trabalho e fazer cumprir tarefas dentro do prazo disponível é muito importante;

- Capacidade de ser aberto e adaptável – ideal para desenvolver novas capacidades e, se necessário, acumular funções e novas atividades;

- Flexibilidade – O profissional flexível tem muito mais chances de escapar de cortes nas empresas. As pessoas flexíveis são aquelas com maior escopo de atuação, e se a empresa precisar encolher o quadro de profissionais, a escolha será pelo mais flexível, ou seja, aquele que vai abraçar outras áreas com adaptação mais rápida;

- Criatividade – por último, essa qualidade que já falamos em vários artigos por aqui. A criatividade é o meio que muitas empresas e profissionais usam para se diferenciar dos concorrentes, sem que isso signifique investir muito dinheiro.

Outra situações que o coach pode ajudar:

Algumas pesquisas comprovam que retorno sobre o investimento em um profissional de coaching executivo e de negócios é de até cinco vezes o valor investido.

Muita coisa, né?

Visto que em ambientes de instabilidade é importante aplicar os recursos de um negócio em iniciativas que possam trazer retorno e gerar valor para a empresa, essa pode ser uma boa saída.

O coach pode auxiliar pessoas em outros aspectos, veja alguns exemplos:

- Ajudar profissionais com problemas de auto-gestão, dificuldades em gerir o próprio tempo, auxiliar aqueles conhecidos como “controladores” a melhorar sua capacidade de relacionar e de influenciar, lidar com conflitos e desenvolver habilidades para o trabalho em equipe;

- Ajudar as pessoas que têm boas habilidades interpessoais a se aprimorarem na arte de tomar grandes decisões e estabelecer (e fazer cumprir!) normas;

- Para desenvolver habilidades de liderança em profissionais que são promovidos para um papel mais importante nas corporações – com grande ou pouca antecedência;

- Para aprimorar a visão estratégica e capacidade de formular e executar estratégias definidas pela empresa;

- Para ajudar jovens que estão indecisos com a escolha da carreira no processo de conclusão do ensino médio, pré-vestibular ou no meio do curso universitário;

- Para auxiliar no processo de integração de um novo profissional ao “espírito da empresa”. Isso é muito útil para cargos muito estratégicos e integração à uma cultura muito peculiar de um negócio.

Uso de redes sociais

Um profissional especializado em carreira pode te ajudar ainda a utilizar melhor os meios de comunicação digitais.

Por mais que a comunicação pessoal seja importante (e na maioria das vezes decisiva), as redes socais como Facebook e Twitter, principalmente o Linkedin, são ferramentas que se tornaram facilitadoras para conhecer candidatos ou nossos próprios colegas de trabalho. São ferramentas de comunicação e exposição, para exercitar a famosa prática de “networking”.

Por isso, é preciso tomar cuidado com o que se posta e compartilha na internet, já que muitas empresas buscam informações sobre profissionais através destas mídias.

Falamos sobre o assunto neste artigo sobre as armadilhas do perfil social que te deixam queimado(a) com chefes e recrutadores.

O coach é o profissional ideal para fazer uma “leitura completa” sobre a sua atuação nas redes sociais. É preciso seguir uma série de regras de etiqueta para não sair prejudicado(a).

A máxima é sempre a do bom senso, para postar, compartilhar ou mesmo abordar um profissional na web. Não saia nunca pedindo empregos na rede social.  Aproveite os espaços digitais para trocar informações sobre carreira e o mercado de trabalho.

Para aumentar as chances de interação e networking, o coach irá te ajudar a criar a sua própria identidade online, e te mostrar os macetes para que você gere conteúdos interesses e que possam interessar seus contatos.

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Reflexão pós trabalho de coaching

Todo o trabalho que o coach realiza costuma ter um impacto muito grande na vida dos profissionais, não importa o tempo de duração que o contato proporcionou.

Fato é que as reflexões trazidas por um processo de coaching criam um ciclo de melhoria contínua, em que o profissional passa a sempre se questionar se pode ir mais longe, quais são as novas metas que merecem dedicação e quais são os próximos desafios que irá encontrar no caminho.

É um ciclo virtuoso, no qual habituamos a nos desafiar, planejar metas, coloca-las em prática e avaliar os resultados para novas e futuras conquistas.

Outras formas de coaching

O coaching não é uma metodologia exclusiva para carreiras. Ele pode auxiliar pessoas em diversas situações e em diferentes momentos da vida. Pode não ser útil agora, mas no futuro, pode ser uma contribuição importante para a mudança interna e essencial para a tomada de decisões.

O coaching de vida, por exemplo, auxilia no desbloqueio de características psicológicas como a timidez, a cuidar melhor da saúde física (gestão do stress), financeira, a lidar melhor com os relacionamentos, a espiritualidade, gravidez, e até no emagrecimento.

Já o coaching de negócios ajuda no desenvolvimento de estratégias para o crescimento da empresa ou de um profissional liberal, além de auxiliar nos processos de sucessão familiar, relacionamento entre sócios, e no processo harmônico e equilibrado entre a vida pessoal e os negócios.

Há também um coaching especializado em vendas, que visa o crescimento das receitas e o aumento de equipes e vendedores a serviço de uma empresa. Ajuda ainda na identificação de oportunidades e ameaças, com foco na ampliação de mercado.

Parágrafos finais

Já parou para pensar como você pode melhorar para um próximo desafio? Uma nova empresa, um novo cargo? É sabido que no mundo corporativo algumas pessoas podem ser selecionadas para vagas por seus currículos, e depois serem demitidas em razão de suas atitudes.

As crises e dificuldades surgem na nossa vida profissional muitas vezes para nos tirar da zona de conforto.

O que diferencia os profissionais que ocupam cargos altos não é sua habilidade técnica (a formação muitas vezes não é algo restrito), mas sim suas posturas, atitudes, grau de compromisso, liderança e inovação.

Aproveite o trabalho de coaching para fazer novas descobertas, aprender coisas novas e trilhar por caminhos antes não pensados.

Essa não é a primeira vez que o Brasil passará por um período difícil e muito menos será a única.

Comece a investir em você, tirando proveito da crise. Uma hora ela vai passar mas não espere até que isso aconteça. Se pararmos para observar os ciclos da nossa economia, veremos que períodos de crises se intercalam com períodos de bonança. Resista à frustração de perder emprego, ter que mudar de cargo ou de empresa e se reposicione. Reinvente-se e esteja preparado(a)!

Sinta-se à vontade para compartilhar suas experiências conosco através dos comentários! E aproveite para compartilhar este artigo com amigos e colegas de trabalho.

O profissional do futuro – qual será o perfil exigido pelo mercado em 10 anos

Em uma década, muitas competências profissionais terão fator determinante para a entrada e a sobrevivência de profissionais no mercado de trabalho. O acesso à informação está mudando a forma como os negócios são fechados, e as relações corporativas andam cada dia mais fluidas.

Se pararmos para pensar, um intervalo de dez anos é “logo ali”: é bem possível que a concorrência até lá só irá crescer, com mais pessoas em idade economicamente ativa disputando vagas e a tecnologia caminhando ainda mais a favor do trabalho.

Todo esse cenário pode ser bastante preocupante para quem não estiver bem qualificado(a) para encarar novos conhecimentos, novos desafios, novas práticas.

Profissionais dos setores comunicação, consumo, saúde e energia têm sido mais afetados pelas novas exigências de suas atividades e pela informatização de processos. Já as áreas de finanças, mobilidade e infraestrutura deverão ter transformações mais profundas nos próximos anos.

Veja só esse exemplo: há dez anos, quem tinha conhecimento avançado em trabalhar com o Pacote Office do Windows era visto com profissional diferenciado no mercado de trabalho. Em 2016, isso nem de longe impressiona um recrutador, muito menos se mostra como critério de desempate em um processo seletivo.

Nos próximos anos, alguns fatores sócio econômicos, geopolíticos e demográficos terão impacto direto no mundo que gira em torno do trabalho. Outro exemplo? Muitas profissões que ninguém conhece hoje irão surgir ou certamente outras que são comuns na atualidade irão desaparecer. No fim, quem estiver preparado(a) para aproveitar novas oportunidades, certamente vai prosperar e sair na frente.

Cada vez mais a qualificação é o grande diferencial para lidar com a concorrência. Se hoje ela já é fundamental, no futuro será ainda mais. A tendência é que profissionais menos qualificados estejam sempre competindo por vagas em longos e desgastantes processos, enquanto os profissionais bem qualificados serão disputados pelas organizações.

Este artigo é na verdade uma análise sobre a necessidade de se adaptar ao futuro, e a importância de ter um planejamento bem definido sobre o profissional que você quer ser. Portanto, vamos descobrir quem é o profissional do futuro – qual será o perfil exigido pelo mercado em 10 anos.

Vamos lá?

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1 – Uma boa e compatível formação

Esse item no currículo é e continuará sendo avaliado pelos recrutadores ainda por muito tempo. Sabe aquele sonho do diploma que seus pais certamente fizeram questão que você corresse atrás? Não foi em vão: muitas empresas analisam os cursos e a tradição das instituições por onde o candidato passou. As melhores escolas e faculdades são aquelas que têm a fama de exigir muito de seus alunos, e consequentemente, possuem os candidatos mais bem preparados na parte teórica, que é fundamental.

No entanto, somente a graduação não será capaz de garantir a entrada ou permanência de um profissional em uma organização. Hoje o acesso à formação superior está mais democrática e já não é mais um diferencial nos currículos.

As especializações continuarão contando muitos pontos a favor. Seja mestrado, doutorado, cursos de idiomas, capacitações, participação em workshops, pós-graduação ou MBA. Esses são alguns elementos que podem agregar muito valor para as empresas. Tudo, claro, se for compatível com a vaga e as atribuições exigidas pela cultura da empresa.

2 – Valores compatíveis

Por falar em cultura, as empresas continuarão em busca de profissionais que estejam alinhados com seus objetivos de atuação.

Para isso, até mesmo os perfis sociais na internet têm entregado cada vez mais candidatos – será que você está atento ao que posta e compartilha em sua rede social?

Experiências relacionadas à responsabilidade social e ambiental também contam quando a empresa possui programas e ações voltadas para esse tipo de política.

Portanto, uma dica é procurar conhecer a missão e os valores da empresa em que trabalha ou quer ingressar. E mais importante, assimilar àquela cultura com situações e características que tenham a ver com você.

Essa será ainda mais uma preocupação importante em 10 anos na hora de avaliar candidatos – e também o contrário. No futuro, cada vez menos empresas vão contratar profissionais sem levar em consideração as afinidades pessoais e comportamentais.

3 – Carreira planejada

O que move a sua vontade de trabalhar todos os dias? Existe um propósito para estar no seu emprego atual? Ele irá te levar para outro patamar?

Essas são perguntas que o profissional com a carreira planejada sabe responder sem pestanejar. Ter em mente aonde quer chegar, e quais os meios e caminhos que pretende passar até chegar lá é muito bem visto no mercado de trabalho e continuará sendo. Ter um propósito de carreira é fundamental para agir com determinação, sabendo o que precisa ser feito para conquistar o que deseja.

Quem trabalha com metas a curto, médio e longo prazo, e em prol do próprio desenvolvimento pessoal e profissional (sem se preocupar tanto com salário, poder e benefícios), têm mais chances de se dar bem. Algumas pessoas que só mantém o foco no salário costumam não refletir se o cargo escolhido realmente traz satisfação, e isso pode ser bastante prejudicial.

Como parte desse desenvolvimento pensado para você, queira sempre se motivar através de desafios. A sede por aprender algo novo, não se acomodar e sair da zona de conforto está entre as qualidades mais procuradas por recrutadores e chefes hoje em dia. Em dez anos, isso já não será mais novidade, e sim, essencial para distinguir bons e ruins profissionais.

4 – Capacidade de liderança

Dentro dessa perspectiva de desenvolvimento, as empresas têm se concentrado em contratar profissionais que possam não apenas crescer em suas funções, mas também assumir outras responsabilidades e se tornarem líderes de times.

Um perfil tendência é o do líder global. Tratam-se de pessoas que, além de cumprir tarefas, são também capazes de motivar, inspirar e se relacionar bem com colegas de trabalho. Em geral, esses profissionais se interessem por novas culturas e injetam inovação para o seu ambiente de trabalho, além de estarem conectadas com o que acontece lá fora.

O mercado mundial está 100% conectado e integrado, fazendo com que alterações econômicas, políticas, sociais ou climáticas tenham influencias além do próprio país e por consequência respinguem dentro das corporações. É preciso enxergar além do nosso escritório para antecipar possíveis mudanças de rota, ameaças de estabilidade e/ou oportunidades de sair na frente.

5 – Boa capacidade de tomar de decisões

Ainda dentro da competência do líder, pessoas hábeis em analisar ambientes e dados, e tomar decisões a partir disso, já se destacam no mercado e tendem a ser ainda mais disputadas até a próxima década.

A agilidade na tomada de decisões será ainda mais exigida. Diante da pressão, muitos profissionais, por não terem experiência e familiaridade, ficam paralisados. A maior cobrança é em cima da “atitude” diante do risco. Portanto, trabalhe a sua confiança para tomar decisões mesmo sem ter todas as informações disponíveis. Um bom líder identifica os problemas, propõe soluções, age quando é necessário e lidera a equipe rumo ao sucesso.

Essa competência era a oitava mais demandada na lista de previsões levantadas por um relatório produzido pelo Fórum Econômico Mundial até o ano passado. Nas previsões até 2020, ela subiu para a sétima posição.

6 – Visão estratégica de mercado

Além de tudo isso que vimos falando, o mercado do futuro vai exigir ainda mais que os profissionais tenham uma visão estratégica do campo profissional em que atua.

As pessoas que têm se mantém sintonizados com o as oscilações econômicas e sociais, e são antenados com a dinâmica do ambiente corporativo passam na frente daqueles que esperam sentados(as) a orientação de um superior. Por isso, esteja sempre atento(a) às novidades, leia, se informe, e observe o que a concorrência anda fazendo – e como você pode se destacar!

7 – Abertura a mudanças

Um perfil profissional de sucesso e com maiores chances no futuro será aquele que conseguirá não apenas se adaptar às mudanças econômicas e sociais, mas também conseguirá enxergar oportunidades vindas delas. Isso é estar aberto ao novo, à capacidade de se reerguer e reinventar. Somado à uma atitude positiva e otimista, certamente esse profissional terá um merecido destaque até 2026.

O mercado de trabalho da próxima década certamente irá “empurrar” os profissionais para fora de sua zona de conforto, porque as mudanças ocorrem de forma cada vez mais repentinas. Principalmente em profissões que fazem uso de tecnologia.

Veja um exemplo que até pouco tempo não era observado: um garçom, para exercer sua função, precisava até 5 anos atrás das habilidades básicas manuais, escrita e atenção, para dar conta de recepcionar clientes, anotar pedidos, servir e recolher o pagamento, certo? Hoje, com o uso da tecnologia em muitos bares e restaurantes, precisou-se além dessas habilidades, saber manusear aplicativos específicos para anotar pedidos e fazer controle de comissões. Essa é uma habilidade que é desenvolvida através de treinamento, e quanto mais aplicada, mais eficiência o garçom terá no seu trabalho: os pedidos não terão erro e, a depender da velocidade de registro, podem sair mais rápido. O cliente ganha agilidade e precisão com isso.

Se essa adaptação aconteceu num intervalo tão curto, imagine como será daqui 10 anos? Provavelmente mais funções consideradas “básicas” e “não intelectuais” passarão a exigir profissionais mais qualificados e com familiaridade à outras novas competências.

Estar aberto às mudanças e não se conformar com o que você já sabe é uma tendência que não pode ser ignorada.

8 – Adaptação às novas formas de trabalho

Ainda falando sobre novidades, outra questão que já falamos em outros artigos é a mudança que o mercado passa nas formas tradicionais de se trabalhar.

O tradicional escritório e horário comercial (bem como as 40 horas semanais) estão com os dias contados.

O home office, com suas vantagens e desvantagens, tem se mostrado uma alternativa para empresas que passam por crises e precisam economizar, e no futuro, servirá cada vez mais para diminuir os problemas causados pelos grandes centros urbanos – como trânsito e mobilidade, além de agregar mais saúde física e mental para os funcionários.

No futuro, o profissional deverá estar mais adaptado a trabalhar sob diversas circunstâncias: em casa, hotéis, parques, aeroportos… e também em diferentes horários. Isso também inclui mais flexibilidade para jornadas de trabalho, já que horários fixos de trabalho também não farão mais sentido em algumas profissões. Com a popularização e apropriação da tecnologia, as pessoas estarão ainda mais conectadas 24 horas por dia nos próximos anos, ficando mais disponíveis para manter clientes mais próximos e para colocar as demandas em dia.

9 – Inteligência emocional

A gestão das emoções é um dos pontos mais avaliados e cobrados dos profissionais. Se hoje isso já é cobrado, em uma década certamente será ainda mais. Isso porque o “espírito de luta” é um atitude que faz os profissionais passarem por “sucessos” e “crises” com mais facilidade.

Para muitos especialistas na área de recursos humanos, essa é a competência do século 21, portanto, será um diferencial nos perfis profissionais ainda por muito tempo.

Algumas empresas têm criado simulações de tensão para verificar a reação de candidatos em processos seletivos. Por isso, é preciso focar não apenas no intelecto quando gerenciamos nossa carreira, mas dar atenção também ao bem-estar emocional. Aí entra uma boa rotina de exercícios físicos, alimentação saudável e um tempo separado para atividades de lazer. Afinal de contas, mente sã, corpo são.

Se quiser mais detalhes sobre essa competência, veja esse artigo que preparamos há algum tempo. Lá falamos sobre como usar a inteligência emocional para conquistar colegas e melhores salários.

10 – Mente criativa e inspiradora

Criatividade, desde sempre, não é algo que se compra ou adquire facilmente. É como cantar: muitas pessoas nascem com o dom, e outras aperfeiçoam com o tempo.

Um mercado competitivo necessita, sempre necessitou e sempre necessitará de profissionais criativos, que tragam ideias diferenciais para atrair público e converter isso em algo de sucesso – uma grande campanha, uma grande venda, um grande alcance… não importa.

Diante desse cenário, as empresas estão sedentas por mentes revolucionárias, capazes de criarem produtos e serviços que o consumidor ainda nem sabe que precisa. Os ideais de consumo, desde sempre e sempre, movimentarão boa parte das engrenagens trabalhistas no mundo.

Uma excelente formação técnica associada a habilidades pessoais criativas certamente apresentam melhorias para empresas e estratégias inovadoras diante da concorrência.

Profissionais criativos sabem como ninguém tirar vantagem de cenários em rápidas transformações. Não é à toa que os robôs não irão substituir a capacidade humana de ser criativo, ter ideias inusitadas ou desenvolver alternativas para resolver problemas.

11 – Capacidade de negociação

Estamos sempre negociando, não é mesmo? Quem atua no setor de compras ou suprimentos dentro de uma empresa então, lida com isso o tempo todo e mais do que ninguém aplica isso no dia a dia.

A negociação nada mais é que um processo pelo qual duas partes buscam um acordo mutuamente satisfatório, em que cada parte procura sair satisfeito.

Por isso, a arte de negociar e buscar o firmamento de bons acordos será exigido em todas as áreas, por se tratar de uma competência cognitivo comportamental. Quanto mais preparado(a) está, mais fácil ganhar uma negociação.

Em especial nas áreas de computação, matemática, artes e design, a exigência de negociação será ainda mais essencial nos próximos dez anos.

12 – Grande conhecimento sobre dispositivos móveis

Os smartphones ganharam uma popularidade absurda, mas a grande maioria das pessoas não conhece ou não sabe usar a maior parte das funções existentes no aparelho.

Mal mal fazem o básico: acessam seus e-mails, atendem e fazem chamadas. Em um futuro bem próximo, será necessário apropriar-se cada vez mais das possibilidades presentes nos smartphones e sua capacidade de integração com outros dispositivos móveis, como notebooks e tablets.

Como relatamos agora há pouco sobre a adaptação às novas formas de trabalho, é preciso ter consciência que plataformas de videoconferência e trabalho remoto irão depender ainda mais dos recursos tecnológicos de dispositivos móveis. No futuro, todos precisarão saber como se conectar e como usar sistemas de trabalho à distância.

A capacidade de desenvolver conteúdo que utilize novos formatos de mídia será essencial para alavancar uma comunicação mais persuasiva e assertiva. São coisas que caminham juntas.

13 – Familiaridade com a cultura digital

Quem conhece e sabe onde encontrar na internet algumas ferramentas, informações, e sistemas para cumprir as mais diferentes tarefas com precisão, tem uma cultura digital avançada.

O profissional que se diferencia em um mercado competitivo tem uma grande capacidade de responder rapidamente às mudanças, como falamos. Por isso é tão importante ter um bom repertório de referências tecnológicas para acompanhar esse ritmo com agilidade.

Existem diversas ferramentas gratuitas criadas justamente para facilitar a vida do profissional e aumentar a sua produtividade.

Exercite outras formas de comunicação e mantenha-se atualizado(a) em relação a blogs, redes sociais, internet, intranet, processos, sistemas de informação e transmissão de dados.

14 – Familiaridade com segurança de dados

Os benefícios do armazenamento de nuvem são muitos, e cada vez mais empresas tem aderido à essa nova forma de armazenar dados com segurança.

Em um futuro próximo, essa tendência afetará ainda mais a rotina de trabalho em diversos setores. É evidente que o mercado deve valorizar o profissional que entenda os fundamentos do processo de computação em nuvem e entenda a importância de manter dados em segurança.

A consciência sobre os riscos de vazamento de dados então, deverá fazer parte de treinamentos em diversas áreas, para profissionais de diferentes níveis hierárquicos. Com tantas ameaças virtuais (e armadilhas!), todos precisam estar atentos aos procedimentos de segurança dentro das empresas. Quem já possui familiaridade certamente sairá na frente.

15 – Noções de programação e análise de dados

Essa é uma habilidade que fará a diferença na hora de lidar com setores mais técnicos dentro e fora das empresas. Fato é que profissionais de áreas tão distintas quanto TI, RH ou vendas precisarão adquirir conhecimentos cada vez mais profundos de tecnologia para desempenhar suas funções de uma maneira mais assertiva.

Por mais que muitos profissionais não dominem linguagem de dados, um mínimo de conhecimento será útil para ir direto ao ponto ao fazer uma solicitação ou acompanhar uma demanda tecnológica.

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10 setores em crescimento

O site americano Business Insider publicou uma lista com alguns setores da economia que terão crescimento na próxima década, e certamente terão seu ápice em 2026.

Destacamos aqui os 10 mais promissores. São áreas em sua maioria com profissões ligadas a informática, indústria e prestação de serviços a idosos, já que a idade média da população mundial tende a crescer.

1 – Desenvolvedores de software – Com o boom dos aplicativos, os profissionais que criam e prestam suporte para programas mobile terão ainda mais espaço nos próximos anos.

2 – Serviços de apoio vocacional – O futuro mercado de trabalho será cada vez mais exigente do profissional, e por isso, serviços que orientem as pessoas sobre mudanças e adaptações em suas carreiras serão muito demandados.

3 – Aluguel de maquinário industrial e de comércio – Segundo o site, embora a mecanização tenha extinto empregos, empresas que alugam esse tipo de equipamento vão tirar proveito desse cenário, por medida de economia.

4 – Setor de construção – Após uma queda na produção nos dias atuais, a estimativa é que o setor se recupere na próxima década. Com isso, profissionais que atuam nessa indústria serão beneficiados com um novo respiro. Os investimentos na infraestrutura devem continuar, o que torna os engenheiros civis profissionais de destaque também nos próximos 10 ou 15 anos. É uma profissão clássica que deve continuar forte.

5 – Indústria de cimento e concreto – Com a recuperação da construção civil, essa indústria também terá uma grande demanda já na próxima década.

6 – Indústria de marcenaria – Também puxada pelo crescimento do setor de construção, empresas que trabalham com produção de objetos em madeira terão oportunidades expandidas.

7 – Prestação de serviços em edifícios – Porteiros, seguranças particulares e recepcionistas serão necessários com a prevista retomada do crescimento da economia na próxima década.

8 – Profissionais de saúde – O envelhecimento da população criará uma demanda maior para médicos, dentistas e profissionais de saúde em geral.

9 – Prestação de serviços de saúde em casa – Ainda nessa onda, e com a expansão das grandes cidades, o serviço de saúde doméstico tende a crescer ainda mais.

10 – Profissionais de laboratórios de análises clínicas – Desenvolvimento e maior acesso a serviços de diagnóstico cenários certeiros para procura de profissionais que trabalhem em laboratórios.

Para finalizar

E ai, conseguiu identificar o profissional do futuro – qual será o perfil exigido pelo mercado em 10 anos?

Fique à vontade para compartilhar suas experiências e apontar outras características essenciais no profissional do futuro.