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Como ganhar um cliente na hora de fazer a entrega de produtos via e-commerce

Eis que você investiu pesado na criação e no desenvolvimento de um e-commerce bacana, otimizado, intuitivo e está preparado para começar a vender.

Já falamos aqui sobre como é possível atrair clientes na internet, em se tratando de lojas virtuais. Um outro aspecto que também não pode passar desapercebido é a oportunidade de fisgar um cliente de vez através da entrega de produtos da internet via correios ou transportadora. Sabia que essa pode ser uma chance de fazer com que seu cliente retorne ao site, se sinta prestigiado e se torne um verdadeiro fã e defensor da marca?

É isso que vamos mostrar neste artigo. Existem algumas orientações e ferramentas capazes de estabelecer um contato mais direto com clientes, com o intuito de facilitar a percepção deles sobre a imagem positiva da sua empresa. São ferramentas de suporte à decisão de compra, embasado em muitas pesquisas de comportamento do consumidor.

Por isso, dê uma olhada no que vamos falar a seguir e veja o que pode ser criado ou adaptado para seu negócio. Vamos lá?

E-commerce. Shopping cart with cardboard boxes on laptop. 3d

A importância de se pensar na entrega de produtos

Um dos maiores diferenciais de uma loja virtual que se difere em relação ao comércio tradicional é a entrega de produtos comprados pela internet. Além de ser imprescindível para um e-commerce, a experiência de adquirir um produto e recebê-lo em casa pode ser um atrativo para os novos compradores e também para os já fidelizados – a comodidade é a palavra de ordem.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo eBit, além dos preços baixos encontrados nos sites (58%), a praticidade também conta como um dos motivos para comprar pela internet, representando 28% de interesse.

E é exatamente por se tratar de um dos pilares de um comércio virtual que o assunto deve ser tratado com atenção. Algumas das reclamações dos clientes são justamente sobre a entrega fora do prazo, ou até mesmo a não entrega de um produto. Vários sites como Reclame Aqui estão repletos de clientes insatisfeitos denunciando a demora e o mau atendimento recebido online.

Quando um caso desses acontece, as consequências vão além da insatisfação do cliente: ele deixa de comprar na sua loja e ainda espalha o mau serviço nas redes sociais. O resultado é a perda de não apenas um cliente, mas de vários potenciais clientes.

Passo 1 – elaboração do pacote

Para começar a trabalhar bem o processo de entrega, é necessário pensar nos detalhes. Seu cliente se sentirá mais próximo de sua marca se perceber que está sendo tratado de forma diferente em relação aos demais, não é mesmo? Por isso, tenha o cuidado de pensar formas diferentes de embalar o produto ou algum presentinho como parte do pacote de entrega (pode ser um brinde ou algo do tipo).

Sem dúvida, empresas que trabalham com personalização,de acordo com o que aquele cliente informou durante uma interação com a área de vendas ou de marketing. Isso tem sido conseguido pelo processo denominado personalização em massa de um produto ou a personalização das opções oferecidas em volta do produto.

Com relação ao pacote, lembre-se sempre que a sua encomenda vai passar por um itinerário de possíveis “trancos e barrancos”. Por isso, na hora de embrulhar o produto para o envio, procure reforçar sua proteção, preenchendo os espaços vazios da caixa com bolinhas de jornal ou isopor, para que a encomenda não se mova dentro da embalagem. Interessante também envolver com plástico bolha ou jornal os produtos de materiais mais frágeis.

Uma carta de agradecimento, convidando o cliente para uma próxima compra também soa bem – desde que a mensagem seja personalizada com o nome do cliente, e o conteúdo seja o mais natural e bem humorado na medida. Nada de ser muito formal ou extremamente informal.

Uma outra estratégia é incluir no pacote um cupom impresso de desconto para incentivar a compra de um próximo produto na loja virtual. Pode ser um desconto de 10% ou mesmo frete grátis para a próxima compra do cliente.

Isso também pode ser feito através do e-mail cadastrado pelo cliente no ato da compra. Enviar uma mensagem de agradecimento pode ajudar a estabelecer um vínculo com o cliente, possibilitando vendas futuras. Os e-mails de agradecimento e confirmação podem ser a melhor oportunidade de uma loja sugerir o que mais poderia ser do interesse de seu cliente, convencendo-o a ficar atento em relação aos produtos oferecidos por ela. Além dos detalhes da confirmação, incentive o consumidor a ficar ligado em sua marca, recomendando produtos ou serviços complementares, por exemplo. Se ele adquiriu uma calça, que tal sugerir um cinto ou uma camisa que combine?

Outra estratégia bacana é oferecer uma compra em grupo, que poderia trazer vantagens aos clientes, como um preço reduzido ou uma oferta especial. É aquele famoso “indique um amigo e ganhe x por cento de desconto”. Por isso, recompense os esforços de quem trouxer novas pessoas e veja como seu negócio pode crescer desta maneira.

Passo 2 – transporte e entrega de produtos 

Pacote pronto, personalizado e embalado, é hora de pensar na entrega.

Os serviços de entrega dos Correios já estão popularmente difundidos na cabeça dos consumidores. O que a maioria não sabe é que os Correios oferecem um contrato para o proprietário de um e-commerce, proporcionando algumas comodidades, como o pagamento do frete por meio de uma fatura. Com isso, o lojista consegue obter descontos conforme o volume mensal de envio e pagar o devido valor mensalmente. Outra vantagem para quem possui contrato com os correios está no eSedex, serviço de entrega expressa dos Correios, voltado exclusivamente para compras realizadas em lojas virtuais, com o frete a preço de PAC.

Vale lembrar que os correios possuem limites de peso para o envio, não podendo ultrapassar 30kg de envio para encomendas nacionais e internacionais. Alguns serviços que exigem maior rapidez na entrega, como o Sedex 10, por exemplo, diminuem ainda mais esse limite, restringindo para dez quilos.

Na contramão dos Correios, as transportadoras não possuem restrição de pesagem com as encomendas, sendo uma boa opção para quem vende produtos com mais de 30Kg ou com dimensões que ultrapassam o limite estabelecido pela ECT.

Dá para pensar ainda em alternativas para as entregas, dependendo da abrangência da sua loja virtual. Se a encomenda for próxima à loja ou ao estoque, é possível diminuir o prazo de entrega com a utilização de um motoboy ou veículo próprio, por que não? Já a opção de retirada na loja também pode ser uma alternativa, onde o comprador realiza toda a transação financeira pelo site e retira a mercadoria no espaço físico. Com isso, a compra fica mais barata, pois não haverá taxa de entrega.

Nesse momento da entrega, é importante estar atento ao cumprimento dos prazos prometidos e, se possível, até a antecipação de suas entregas. Ultrapassar prazos gera descontentamento e perda do cliente. Além disso, é preciso se responsabilizar totalmente por eventuais problemas com os correios ou transportadoras. A função da loja é resolver a situação o mais rápido possível e jamais culpar as empresas encarregadas pela logística.

Nunca prometa o que não pode cumprir, e tenha sempre uma margem de tempo para algum imprevisto. Encomendas que exijam maiores cuidados no embrulho, por exemplo, são casos que podem demandar mais tempo que o habitual. Procure ainda ser sempre transparente com o cliente, em caso de atrasos, informando o motivo e mostrando a ele que a sua empresa possui interesse de agilizar a solução. Afinal, uma boa experiência na compra deixa o cliente mais feliz e disposto a comprar novamente em sua loja virtual.

Passo 3 – pós entrega

Se deu tudo certo na entrega via Correios ou transportadora, o momento agora é de pensar no pós venda. Nesse sentido, é importante garantir ao seu cliente um suporte pós venda, principalmente para trocas e devoluções. Um pós-venda bem feito garante uma boa imagem da loja virtual.

Mostre ao seu cliente que a empresa não se interessa apenas pela venda, mas pela eficácia que o objeto vendido possibilitou a ele. Enviar e-mails que questionem o usuário a respeito de suas experiências com o produto é uma forma de mostrar a preocupação com sua satisfação. Pode-se perguntar se houve algum problema, consciente de que, caso a resposta seja afirmativa, não será fácil vender algo a ele no futuro. Preste atenção ao momento certo de fazer isso: nem muito cedo, para que os consumidores tenham tempo de utilizar o produto, e nem muito tarde, quando já poderão ter se esquecido dele.

Se bem realizado, o pós venda pode se tornar o grande diferencial do seu e-commerce e trazer o destaque que a sua loja precisa. Clientes satisfeitos são uma garantia na conversão em vendas.

Outra estratégia interessante é a realização de contatos inesperados para saber se seu cliente precisa de apoio em algo relacionado ao produto que comprou de sua empresa – principalmente quando o produto precisa ser montado. Outra forma de manter um elo com o consumidor é enviando informações sobre novidades e promoções relacionadas à marca.

Realize pesquisas de satisfação através do e-mail marketing e até ações nas redes sociais para saber sobre a experiência de venda e, também, para engajar o cliente a realizar futuras compras.

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Resumo

Chegamos ao fim de mais um artigo e você viu aqui que:

1) Existem algumas orientações para estabelecermos um contato mais direto com clientes, com o intuito de facilitar a percepção deles sobre a imagem positiva da sua empresa;

2) A elaboração do pacote, o envio e o trabalho de pós venda são passos que merecem atenção e profundo conhecimento, para se tornarem práticas comuns na estratégia de marketing de sua empresa;

3) É importante mostrar ao seu cliente que a empresa não se interessa apenas pela venda, mas pela eficácia que o objeto vendido possibilitou a ele.

E ai, tem alguma outra sugestão de ação a ser levada em consideração no momento de entrega e pós entrega de um produto via e-commerce? Deixe a sua sugestão através dos comentários! Até o próximo artigo!

Como o sistema de pagamentos online tem revolucionado o empreendedorismo convencional

Com certeza você tem ou já teve alguma dúvida referente aos meios de pagamento para a sua loja. Quando ela é física, há a opção de adquirir aquelas maquininhas de cartão de crédito e débito, o que pode aumentar consideravelmente as vendas a taxas bem leves. Agora, se estamos falando de uma loja virtual (ou e-commerce), a solução pode ser a de investir em sistemas de pagamento online.

Com tantas formas e alternativas no mercado, fica difícil saber escolher qual é a melhor.

Há basicamente quatro alternativas de pagamento para sua loja virtual, que explicaremos ao longo deste artigo.

Por outro lado, quando se trata de receber pagamentos online é preciso avaliar os custos por transação, a segurança de dados, a política de cancelamento, chargeback, reembolsos, e por aí vai.

Porém, é importante ainda destacar que essa nova forma de vender e receber pela venda tem revolucionado a forma como o empreendedorismo convencionou se consolidou. A partir do momento que se amplia as possibilidades, novos modelos de negócios podem surgir, com tanta ou até maior aceitação que os modelos tradicionais.

Vamos lá?

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Verbo: pagar!

Imagine a situação do seu cliente. Ele está na sua loja virtual, prestes a finalizar o pedido, quando se dá conta que há uma limitação quanto à forma de pagamento do site. Qual a ação imediata? Abandonar, é claro. Isso é o que diz as pesquisas de comportamento com foco no e-commerce.

Assim sendo, é fácil concluir que através do checkout (finalização do pedido e do pagamento) acontece a conversão ou o abandono de carrinho, e também é graças à oferta de um determinado meio de pagamento (cartão, boleto, débito, etc) que se ganha o interesse de um cliente.

Os intermediadores de pagamento online no mercado

Essa é a primeira e mais famosa modalidade de pagamentos online. Os intermediadores são empresas que oferecem o serviço de pagamento através de uma única integração e um único sistema de gerenciamento. Existem mais de 15 intermediadores no mercado, e em todos eles o cadastro é bem simples e fácil.

A facilidade do intermediador é que você pode abrir uma conta e receber seus pagamentos sem a necessidade de ter um CNPJ. Você também recebe o dinheiro em uma única vez, mesmo que o cliente tenha parcelado em 12 vezes.

Para ativar um intermediador na sua loja, basta que você efetue o cadastro na opção que você preferir. Na maioria dos casos é necessário enviar comprovante de residência e documentos pessoais. Alguns exemplos de intermediadores:

1 – Cielo – www.cielo.com.br - A Cielo é a empresa líder em meios de pagamento no Brasil e uma das plataformas mais inovadoras do mercado. Você pagará uma mensalidade de R$ 59,90. Quanto às taxas, elas dependem do ramo de atividade do seu negócio, mas variam entre 2% e 4% nas compras feitas tanto no débito quanto no crédito.

2- PagSeguro – www.pagseguro.uol.com.br – Para trabalhar com o PagSeguro você deverá efetuar um cadastro simples dentro do site da empresa e depois integrar o meio de pagamento com a sua loja. Para receber pagamentos na internet, a taxa do PagSeguro é de 4,79% + 40 centavos por compra concluída. Essa taxa varia entre 2,39% e 4,49% no recebimento via celular. Os saques podem ser feitos diretamente no seu administrador do sistema.

3 – Mercado Pago – www.mercadopago.com.br – Para abrir uma conta no MercadoPago basta entrar no site da empresa e se cadastrar. Você precisa apenas fornecer o seu CPF (em caso de pessoa física) ou o seu CNPJ (em caso de pessoa jurídica). O site oferece alternativas de parcelamento em até 24 vezes, e você também tem a possibilidade de oferecer ao seu cliente o parcelamento sem juros, absorvendo os valores das tarifas de parcelamento. O MercadoPago cobra uma taxa de 4,99% sobre cada compra aprovada na sua loja online.

4 – PayPal – www.paypal.com – Abrir uma conta no PayPal também é bem simples. O esquema do CPF e CNPJ para pessoas físicas e jurídicas vale aqui também. Para vender dentro do Brasil, as tarifas variam entre 5,4% e 6,4% + R$ 0,60 por compra. Nas vendas internacionais cuja moeda seja o Real, cobram-se tarifas que variam de 6,4% a 7,4% + R$ 0,60 por compra. Os valores das tarifas podem variar de acordo com o volume total de pagamentos recebidos com o PayPal e outros requisitos previstos no Contrato de Usuário do PayPal.

5 – Moip – www.moip.com.br – O processo para receber pagamentos no Moip é bem simples. Primeiro é preciso criar uma conta, depois escolher uma solução adequada ao seu tipo de negócio (e-commerce, assinaturas, marketplace, venda presencial ou por aplicativos). Em seguida, o lojista pode iniciar os testes e depois começar a receber pagamentos reais. O prazo médio para receber o dinheiro é de 14 dias e é feito através da Conta Moip.

Dica antes de aplicar o modelo na sua loja virtual: faça uma compra teste para testar o fluxo de como você é avisado do pagamento daquele pedido. O pagamento do pedido em geral é liberado para você dentro da sua conta virtual do intermediador entre 14 e 30 dias após a compra (quanto maior o prazo menor a taxa). Quando o dinheiro estiver disponível, basta que você solicite o saque para a sua conta bancária (que na maioria dos casos, precisa ser conta corrente). Aí dentro de 3 a 7 dias após solicitado o dinheiro ficará disponível para você.

Pagamento online via cartão de crédito

Esta modalidade é a mais utilizada pelos e-consumidores brasileiros. Segundo uma pesquisa do Ibope feita há três anos, 83% das compras efetuadas pela internet foram realizadas a partir de um cartão de crédito.

O processo de funcionamento é simples: munido do CPNJ de sua empresa ou micro empreendimento, você precisará se credenciar junto à operadora. Após este credenciamento, virá até você uma pessoa que faz o recolhimento dos documentos (ou em alguns casos você terá que enviar via correios). Aí após aproximadamente sete dias, você receberá um e-mail informando seu código de credenciamento junto à operadora.

Após a venda, você receberá o dinheiro automaticamente em sua conta correte 30 ou 32 dias, a depender do dia em que foi efetuada a captura da sua venda. Nessa modalidade, você recebe o dinheiro parcelado se o seu cliente optou pelo parcelamento na hora de efetuar a compra. Você receberá cada parcela em suas datas correspondentes.

Uma desvantagem, que já havíamos falado no artigo sobre as maquininhas: você deve assumir o risco de possíveis fraude nas compras, o que faz com que muitas lojas online acabem optando apenas por intermediadores ou outros meios, como o próximo que vamos falar.

Boleto bancário

Esse é o segundo método de pagamento mais usado no e-commerce, e bem popular para aquelas pessoas que não são muito fãs de cartões de crédito. O boleto também é uma alternativa escolhida por pessoas que têm um baixo limite no cartão de crédito.

Há uma demora entre 2 a 10 dias úteis para que um título seja compensado, e o processo para contratar essa modalidade vária um pouco de banco para banco.

Para saber quais títulos você recebeu, você deverá ir diariamente ao seu internet banking (ou gerenciador, dependendo do banco), baixar o arquivo de retorno de pagamentos e utilizar o sistema do seu banco que lê estes arquivos.

Atualmente, todos os bancos em que você pode ter uma conta oferecem boleto sem registro, porém, na maioria apenas contas de pessoa jurídica podem emitir boletos.

Débito Online

Por fim, o débito online é uma opção que cresceu consideravelmente nos últimos anos e já ocupa o terceiro posto entre os meios de pagamento mais populares do e-commerce. Ele veio para substituir o uso do boleto bancário, e na prática é como se você fizesse uma transferência bancária instantânea do cliente para a loja.

Para contratar esse serviço basta você entrar em contato com o gerente do seu banco e se informar se a modalidade é permitida. Em geral, é cobrada da empresa apenas uma tarifa quando o volume é baixo. Essa tarifa varia de R$ 0,30 a R$ 0,50 por negócio concluído.

O futuro dos pagamentos online

De acordo com especialistas, a tendência é que o processo de receber pagamentos online seja simplificado nos próximos anos, e atraia um número maior de pessoas para as plataformas online e mobile na hora de realizar compras e adquirir serviços.

A relativa melhora no setor de serviços, telefonia e acesso à internet, a diversidade de oferta de smartphones e a aprovação de novas leis que regulamentam os negócios e o varejo online são fatores que colaboram para o desenvolvimento dos pagamentos online.

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Resumo e até logo!

Você viu aqui que:

1) Há basicamente quatro alternativas de pagamento para sua loja virtual, cada um com suas especificidades;

2) O cadastro nos intermediadores é feito de maneira bem simples: basta informar o CPF (pessoa física) ou CNPJ (pessoa jurídica);

3) O cartão de crédito e débito online são formas bastante populares, que caíram no gosto popular. Para os desconfiados, ainda há muita popularidade no pagamento via boleto bancário;

4) A tendência é que o processo de receber pagamentos online se simplifique nos próximos anos, e certamente ficará ainda mais fácil para atrair clientes e vender online.

Esperamos que essas orientações sirvam para você tomar uma decisão a respeito dos pagamentos para e-commerce. Ficou alguma dúvida ou quer sugerir algum outro ponto que não colocamos? Utilize o espaço dos comentários e participe. Até a próxima!

As facilidades em adotar a maquininha de cartão no seu negócio

Na mesma velocidade em que novos negócios são abertos e os hábitos de consumo aumentam, também crescem as possibilidades de pagamento, e a popularização dos smartphones e tablets fez com que as pessoas busquem formas ainda mais práticas de pagar por produtos e serviços.

Ninguém mais quer andar com muito dinheiro na carteira, e em tempos de crise, todo mundo procura acompanhar os gastos detalhadamente.

Por isso, aprenda neste artigo a receber esses pagamentos via maquininha de cartão sem burocracia, sem complicação e o melhor, com uma taxa super acessível. Assim, dá pra vender mais, e ainda atrair mais clientes para sua loja física ou online.

Para tal empreitada,existem empresas especializadas na prestação desses serviços. São operadoras de cartão que trabalham com a venda de máquinas de cartões de crédito e débito, como aquelas que nós vemos no comércio, em que o cliente insere uma senha numérica para confirmar a compra. Há também opções que utilizam apenas a modalidade “crédito”, e que não precisam necessariamente de uma maquininha, só de um smartphone.

Conheça as principais modalidades, serviços e as facilidades em adotar a maquininha de cartão no seu negócio.

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A importância da regularização

Algumas operadoras de cartão só aceitam oferecer o serviço para pessoa jurídica, ou seja, para empresas, por isso é uma etapa que não pode ser ignorada.

Pois bem, para a adesão à maquininha de cartão, é necessário possuir uma conta corrente. Além disso, é preciso que essa conta esteja com a situação comercial regular, ou seja, sem estar no cadastro de devedor nacional (SPC/Serasa).

Você precisa ter uma conta bancária para que o valor que o cliente pagar seja depositado. É importante dizer que esse depósito não é imediato. Caso seu cliente opte pelo pagamento no cartão de crédito, um montante único de compras é depositado pela operadora em até 31 dias úteis, o que geralmente ocorre a cada quinto dia útil de cada mês, como um salário. Mas se o pagamento for no débito, algumas operadoras prometem repassar o valor em até 1 dia útil.

Outras te pagam em até 2 dias úteis, cobrando uma taxa maior por isso. Os valores das vendas parceladas podem ser antecipados junto às operadoras de cartão, bem como servir de garantia em financiamento de capital de giro junto ao banco.

Consequências do parcelamento

Poucas pessoas sabem, mas se o seu cliente decide parcelar o valor total do serviço, você também irá receber o valor em parcelas. Por exemplo, se seu cliente opta por parcelar um produto em 3 vezes, o depósito em conta pela operadora do cartão em sua conta bancária também é feita em 3 vezes.

Para que seja possível adquirir uma dessas máquinas de cartões (crédito ou débito) ou o serviço via smartphone (apenas crédito), você deve fazer contato com uma operadora.

Para isso, basta pesquisar uma das empresas que existem no mercado e contatá-la pelo site ou por telefone, através de um representante comercial, que até pode fazer uma visita pessoalmente para tirar suas dúvidas.

Uma outra forma é entrar em contato com o gerente do seu banco, e questioná-lo se existe algum convênio com esse tipo de empresa. Essa parceria pode te oferecer vantagens.

Geralmente, em menos de uma semana, você já consegue utilizar o serviço.

Tipos de cartões

Existem dois tipos de cartões de crédito: com ou sem chip. A diferença para você é a seguinte: os cartões com chip funcionam de uma maneira mais simples: a cliente insere a senha e duas vias são emitidas, uma para ela e outra para você. Se o cartão não for de chip, é preciso assinar uma das vias e deixar o telefone para contato.

Para o serviço sem a necessidade de inserir ou passar o cartão da cliente, apenas os dados do cartão (número, validade e código de verificação) são necessários, assim como são feitas as compras pela internet. Já notou que nas lojas virtuais apenas dados são solicitados para a compra de um produto? Funciona da mesma forma!

Operadoras x bandeiras

Antes de falarmos o quanto você irá pagar por esse serviço, vamos reforçar primeiro que existe uma diferença entre operadora de cartão e bandeira.

As operadoras e credenciadoras de cartão são empresas que realizam a transação de dinheiro entre a conta do seu cliente e a sua.

Já as bandeiras correspondem às marcas do cartão, que pode ser Visa, Master, American, Dinners, e por aí vai.

Tanto uma quanto outra faz a cobrança de tarifas, no entanto, elas podem variar de acordo com o contrato assinado por você.

Tarifas cobradas pelos fornecedores de uma maquininha de cartão

Tendo em mente a diferença entre esses dois conceitos, esteja atento com o contrato e compare as propostas oferecidas por elas.

As taxas podem variar de acordo com o número de vendas que você realiza por mês. Apesar da cobrança, as pesquisas apresentam elevados níveis de satisfação por parte dos estabelecimentos credenciados, visto que o risco de não recebimento do valor é quase nulo, além de não haver risco de roubo, desvios, e da facilidade do controle de contas a receber – cada operadora possui um sistema que você pode visualizar facilmente a quantidade de dinheiro que entrou na conta, com detalhes. Além disso, evitam fraudes com cheques.

Fique atento à ilegalidade!

Você já reparou que algumas empresas no comércio geral oferecem desconto para o pagamento a vista? Isso acontece porque algumas operadoras de cartão cobram uma taxa de, por exemplo, 5% em cima do valor à vista, sendo esta uma forma de repassar a taxa cobrada pela operadora ao cliente. Isso é ilegal! A prática de preços diferenciados nas vendas é vedada pelo Ministério da Fazenda, através da portaria federal nº 118, de 1994.

Mais vantagens em adotar a maquininha de cartão

Os empresários geralmente identificam outras conveniências ao aderir ao serviço. Vamos listar algumas delas para você avaliar.

• Os cartões de crédito e débito proporcionam prazo, comodidade e agilidade para o cliente. E é isso que ele busca;

• Você não perde uma cliente que não possui apenas dinheiro vivo para te pagar, e pode com isso aumentar o número de atendimentos por dia, semana, mês ou ano.

• Ainda que existam taxas e/ou mensalidades, é mais barato arcar com elas do que contar com a inadimplência do cheque ou falsificação de dinheiro.

• As máquinas podem receber outros tipos de benefícios, como vale refeição, vale alimentação, vale gás, entre outros. Certifique-se na hora de escolher a melhor operadora.

• Também há a possibilidade de ampliar o negócio, como oferecer recarga de celulares, vale pedágio, serviço de gás eletrônico, entre outros.

O outro lado: as desvantagens

É importante que você também tenha ciência das desvantagens que o sistema oferece. A fonte dos tópicos a seguir ainda é a pesquisa Datafolha em parceria com a Abecs, que citamos no início.

• Prazos longos de parcelamento implicam a necessidade de mais capital de giro. Ou seja, você precisa de dinheiro para conseguir manter o negócio (e se manter) até o recebimento do dinheiro, que pode demorar.

• As taxas de antecipação de recebimento podem ser elevadas quando comparadas a outras operações de capital de giro, como os empréstimos bancários;

• Podem existir riscos de fraude com cartões roubados ou clonados. Para se precaver, é recomendado que você peça à sua cliente um documento de identificação com foto. Pode ser um RG ou carteira de motorista. Isso é importante pois, a depender do tipo de fraude, a administradora do cartão (ou seja, a empresa responsável pela bandeira) pode cancelar o crédito do dinheiro na sua conta.

8 serviços em português

• Cielo Mobile – www.cielo.com.br

A Cielo possui um serviço que transforma o smartphone em uma máquina de pagamentos. Pode ser por meio de um aparelhinho (leitor de cartão, adaptado no celular), ou através de um aplicativo (sem necessidade do aparelho físico).

A diferença entre elas está nos valores. Para usar o aparelho, é preciso pagar uma mensalidade de pouco mais de 30 reais, mas as taxas de venda dessa opção são mais baratas que a do aplicativo. A vantagem é que 23 bandeiras são aceitas pelo sistema.

• PagSeguro – www.pagseguro.uol.com.br

O PagSeguro é uma das opções mais populares no Brasil. Eles desenvolveram um aparelho próprio que não precisa de celular, e que você paga um valor único por ela (ou pode parcelar também). A promessa é que com 5 meses de aluguel das concorrentes, você consegue arcar com o valor total da maquininha vendida por eles.

Eles também oferecem uma máquina para ser usada em conexão com o celular, mais barata que a maquininha, via Bluetooth. Há outra opção de leitura apenas da opção crédito. Ele é conectado através da entrada de fones de ouvido em smartphones e tablets. O preço é o mais em conta, mas há uma diferença nas taxas cobradas.

• Payleven – www.payleven.com.br

Payleven é uma opção que necessita da compra de um leitor de cartões. O seu diferencial é ter serviço com planos de taxas variáveis. Quanto mais utilizar o serviço, menores as taxas são.

Eles também dão a alternativa de pagar o montante em 30 dias, ou em até 2 dias úteis. No entanto, as taxas ficam mais caras ao aderir essa última opção.

Aqui a ideia também é de compra da máquina, sem aluguel. E não é necessário ter conta em banco.

• PagPop – www.pagpop.com.br

O aplicativo para celular da PagPop aceita pagamentos com cartões de crédito e parcela as compras em até 12 vezes. Basta conectar-se à rede móvel ou wi-fi, abrir o aplicativo, realizar a venda e enviar o comprovante para o seu cliente via e-mail ou mensagem de texto.

Há planos com e sem mensalidade. E a promessa é que quem vende com o leitor de cartões às quartas e quintas, recebe o valor às sextas-feiras.

• Sum Up – www.sumup.com.br

A empresa tem como foco a segurança das transações. Assim como a PagPop, a Sum Up oferece opções de recebimento em menos dias. No “plano acelerado”, em até 5 dias o dinheiro está na sua conta. No “plano econômico”, a grana vem em parcelas (1 montante por mês).

Há taxas diferentes para o número de parcelas que seu cliente opta.

• PayPal – www.paypal.com

O Paypal é um dos líderes mundiais no mercado de pagamentos por cartão online e presencial. O serviço promete as melhores integrações para tablets e celulares com soluções flexíveis e modernas, como QR code, cartões pré-pagos e NFC – uma tecnologia avançada que permite a troca de informações entre dispositivos sem a necessidade de cabos ou fios (wireless), sendo necessária apenas uma aproximação física.

A variedade de serviços oferecida pelo site é extensa, e permite que você monte a solução ideal para a realidade do seu negócio.

• Mobile Rede – www.userede.com.br

Esse é um serviço que cobra um aluguel de R$ 29,90 por mês, e promete pagamento na sua conta em até 2 dias úteis. O parcelamento das vendas com o cliente também pode ser feito em até 12 vezes, mas os juros são bem salgados.

De acordo com o site, o Mobile Rede não possui taxa de adesão, a bateria do aparelho dura até 72 horas, e para contatar o suporte técnico não há custos adicionais.

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Resumo e até logo!

Vimos aqui que:

1) A popularização dos smartphones e tablets fez com que as pessoas busquem formas ainda mais práticas de pagar por produtos e serviços;

2) Os optantes pela maquininha de cartão devem ficar atentos à algumas questões de legalidade, pré requisitos e orientações preliminares;

3) Apesar da possibilidade de ampliar as vendas do seu negócio, há também algumas desvantagens que devem ser levadas em consideração.

E ai, há algum outro sistema que você utiliza e também recomenda? Utilize o espaço dos comentários para dizer o que achou deste artigo e sugerir outros! Até a próxima!

O que dizem as pesquisas de comportamento sobre sites e lojas virtuais

Já mostramos aqui as técnicas mais avançadas para atrair clientes em sua loja física ou online. Desta vez, vamos ver a fundo algumas estatísticas importantes sobre comportamento do consumidor on-line, algo essencial para você desenvolver e sustentar uma estratégia de divulgação da sua empresa ou marca na internet. Analisando os dados colhidos através de pesquisas de comportamento e suas porcentagens, você poderá obter o máximo de resultados com seu site ou loja virtual.

Empresas, empreendedores e marcas precisam entender de maneira profunda que trilhar o caminho de pesquisa é essencial nos dias de hoje, visto que os consumidores brasileiros passam a ser mais exigentes e sofisticados – além da concorrência, que aumentou em muitos setores.

Obtemos e analisamos neste artigo alguns dados sobre comportamento do consumidor na internet, redes sociais, mecanismos de busca e no uso de ferramentas mobile, como smartphones e tablets.

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O que é uma pesquisa de comportamento

Mas antes de darmos uma olhada nos dados que coletamos, entenda primeiro o que é e como é feita uma pesquisa de comportamento.

Pois bem.

Diferente da pesquisa de mercado, que você pode fazer de graça pela internet, a pesquisa de comportamento é geralmente encomendada por grandes empresas e instituições, que investem em toda uma infraestrutura de coleta e análise de dados.

A pesquisa sobre o comportamento do consumidor nos mostra, por exemplo, como os clientes de um determinado lugar ou faixa etária gostam de comprar, em que épocas ou quais os preços que ele paga. A pesquisa sobre o comportamento do consumidor também pode mostrar quando as pessoas não compram um determinado produto ou não contratam um determinado serviço.

Na pesquisa, é feita uma tentativa de compreender o processo de tomada de decisão do comprador, tanto individualmente como em grupos. Ela estuda as características dos consumidores individuais, tais como variáveis ​​demográficas e de comportamento em uma tentativa de compreender os desejos das pessoas. Além disso, ela tenta avaliar as influências sobre o consumidor de grupos como família, amigos, grupos de referência, e a sociedade em geral.

Agora que você já entendeu um pouco sobre o DNA de uma pesquisa de comportamento, veja o que as estatísticas tem a dizer a você, empreendedor.

1) Pesquisas de comportamento sobre tomada de decisão

Pergunta 1: quais ferramentas on-line os brasileiros usam para pesquisa de compra?

Resposta:

  • 56% – mecanismos de busca
  • 24% – sites corporativos
  • 23% – sites de vendas
  • 11% – sites de vídeo on-line
  • 11% – sites de comparação de preço
  • 10% – redes sociais

Pergunta 2: como é a relação entre pesquisa e compra on-line e off-line no Brasil?

Resposta:

  • 46% pesquisam e compram off-line
  • 45% pesquisam on-line e compram off-line
  • 19% pesquisam e compram on-line
  • 8% pesquisam off-line e compram on-line

Pergunta 3: quais os fatores mais importantes que levam à decisão de compra?

  • 78% – Experiência anterior com a marca/ produto
  • 70% – Amostras de produtos/ demonstrações
  • 66% – Informação na prateleira
  • 64% – Sites de compras gerais (Americanas, Submarino, Shoptime, etc)
  • 63% – Comparação de preços/ sites de desconto (Buscapé, Bondfaro, JáCotei, etc)
  • 63% – Sites de opinião do consumidor (Reclame Aqui, etc)
  • 63% – Cupons promocionais / de desconto
  • 59% – Site da marca
  • 57% – Opiniões de parentes/ amigos/ colegas

Pergunta 4: Qual fator impulsiona a sua compra online?

  • 89% – Entrega grátis
  • 81% – Ofertas diárias/semanais
  • 76% – Descontos em compras grandes
  • 75% – Descontos sazonais (feriados, etc)
  • 74% – Entrega no mesmo dia
  • 72% – Melhores programas de fidelidade
  • 67% – Mais avaliações de usuários
  • 65% – Avaliações profissionais do produto

Análise a partir das respostas:

As pessoas confiam nas informações que obtêm on-line para a tomada de decisão. Aproveite isso com estratégias de marketing digital: produza conteúdo relevante que influencie na decisão de compra e leve você ao topo do Google.

Desse modo, mais usuários encontrarão você nos mecanismos de busca, vasculharão seu site e comprarão lá mesmo ou irão procurá-lo pessoalmente.

2) Pesquisas de comportamento sobre uso de dispositivos móveis

Pergunta 5: como os brasileiros usam celular e tablet para acessar a internet?

Respostas:

  • 47% usam smartphones com maior frequência.
  • 22% igualmente smartphone, computador e tablet.
  • 21% usam mais computador e tablet.

Pergunta 6: quais atividades os usuários realizam tanto no smartphone quanto no computador?

Respostas:

  • 65% – redes sociais.
  • 54% – informações sobre produtos.
  • 50% – mecanismos de busca.
  • 29% – mapas e geolocalização.
  • 19% – vídeos on-line.

Análise a partir das respostas:

Quase metade dos 100 milhões de internautas brasileiros usam smartphone com maior frequência. Por isso, seu site deve ser responsivo, ou seja, compatível com tela de celular e tablet.

A maior parte pesquisa por produtos em mecanismos de busca. Sendo assim, apresente informações completas no seu site para aparecer bem no Google.

Lembre-se de que se seu site não for compatível com mobile, o Google penaliza e você não aparece nos resultados. Outro motivo para você ter site responsivo, caso contrário perderá praticamente metade do seu alcance on-line.

3) Pesquisas de comportamento sobre negócios locais

Pergunta 7: como os internautas procuram por negócios locais?

  • 67% pesquisam on-line e off-line.
  • 22% buscam somente on-line.
  • 7% procuram só off-line.

Pergunta 8: quais ferramentas os usuários usam para pesquisar negócios locais on-line?

  • 80% – mecanismos de busca.
  • 35% – site corporativo.
  • 34% – sites de cupom e descontos locais (como Groupon e Peixe Urbano).
  • 31% – redes sociais.
  • 23% – sites específicos de avaliação e recomendações.
  • 20% – mapas e serviços de geolocalização.

Análise a partir das respostas:

Seu negócio deve estar na internet, pois o público já está buscando por ele. O Facebook então é a ferramenta ideal para isso.

Além de possuir site responsivo, com conteúdo e bem ranqueado no Google, combine sua estratégia com presença em redes sociais e cadastro em sites de geolocalização, como Google Maps e Bing Mapas.

É a maneira mais barata e rápida de aumentar sua visibilidade para o público certo.

O que a nova geração de consumidores espera da sua marca

Mais um dado. O perfil da nova geração de consumidores demonstra um maior interesse pelas informações que são recebidas. De acordo com uma pesquisa feita pela Radar Jovem, a internet é o local de maior audiência entre jovens de 18 a 25 anos – redes sociais (43%), portais (35%), blogs (7%) e mídias tradicionais (TV, jornal e revistas, juntas, com 15%). Muita coisa, né?

Não basta só o produto ou serviço ter qualidade: há todo um conjunto de medidas que se tornam necessárias para determinar uma compra ou aquisição. Veja este outro artigo que mostra quais as exigências que o público têm feito para criar e manter novos padrões de consumo.

Escolhendo caminhos a partir das estatísticas

Tendo essas informações nas mãos, temos que definir como serão as estratégias a serem utilizadas pela sua empresa ou marca.

Para captar a atenção desses consumidores, são utilizadas várias estratégias de comunicação. Veja as mais comuns no mercado brasileiro e, se for o caso, tente adaptar a sua estratégia à alguma delas.

  • A solução para os seus problemas – baseia-se em apresentar um problema que possa atingir ao consumidor e logo depois mostrar o produto como sendo o meio para a solução do mesmo. Exemplos: Desengordurante para acabar com a sujeira no azulejo, iogurtes que ajudam na digestão, etc.
  • Cenas da vida real: Este modelo é o mais utilizado, visa inserir o produto no cotidiano das pessoas e mostrar como ele pode perfeitamente se identificar com o produto. São apresentadas cenas do corriqueiras e pessoas utilizando o produto em questão. Ex: a tradicional família dos comerciais de margarina;
  • Sex-appeal: Esta estratégia foca o erotismo. Geralmente utilizada em comerciais de cerveja, apresenta um ambiente de muito sol, praia, mulheres, diversão e todos ingerindo a tal bebida;
  • Ecologia: Ser sustentável está na moda, então esta estratégia visa destacar a posição da empresa em relação à preservação do ambiente. Ex: Projetos ecológicos patrocinados por instituições financeiras;
  • Nostalgia: Fatos acontecidos no passado que tenham relação com o produto apresentado, podem emocionar os consumidores;
  • Depoimentos positivos: O testemunho de algum formador de opinião pode ajudar os consumidores na hora da decisão da compra. A imagem do formador acaba ficando mais forte do que o produto em si. Ex: Atrizes que fazem comerciais de shampoo.

Independente da abordagem utilizada, sempre existirão mais possibilidades de atingir um maior número de pessoas. Elas representam as diferentes formas de sedução pelas quais os consumidores são atingidos.

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Em resumo

1) Nas pesquisas de comportamento do consumidor, são feitas tentativas de compreender o processo de tomada de decisão do comprador, tanto individualmente como em grupos;

2) As pessoas confiam nas informações que obtêm on-line para a tomada de decisão. Os mecanismos de busca como o Google e Bing estão no topo das preferências;

3) Quase metade da população utiliza smartphones com maior frequência para acessar a internet;

4) Além de possuir site responsivo, com conteúdo e bem ranqueado no Google, é bom combinar sua estratégia com presença em redes sociais e cadastro em sites de geolocalização;

5) Por fim, estude as novas exigências do consumidor moderno e tente se adequar para sair na frente.

E ai, o que achou das estatísticas mostradas aqui? Já havia percebido alguma delas na prática? Aproveite o espaço dos comentários logo abaixo para dizer o que achou e contribuir para a criação de artigos ainda mais relevantes para você e para seu negócio. Até a próxima!

 

Como atrair clientes na internet e vender muito mais

Vender mais e melhor é o objetivo de toda loja, seja ela física ou virtual. Afinal de contas, se está na chuva tem que se melhor, e nesse caso, é necessário gerar renda para manter o negócio funcionando.

Quando se trata da internet, todos sabem o quanto ela revolucionou a forma como produtos e serviços são expostos, como o consumidor é atendido, e como o relacionamento por aqui funciona. Atrair clientes na internet exige atendimento de qualidade, relacionamento transparente e recursos que encurtem caminhos e facilitem o processo de compra.

Fato é que a internet pode ser uma grande aliada na conquista de novos clientes e na manutenção dos fãs mais fiéis. Descubra neste artigo como vender mais utilizando a internet a seu favor. Com isso, você pode aumentar o faturamento da sua empresa – loja virtual ou mesmo o site institucional.

Vamos lá?

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Atendimento de qualidade, como sempre

A primeira orientação que temos a dar para atrair clientes na internet é (mais uma vez) focar em um atendimento de qualidade. Isso certamente irá chamar mais gente para a sua página.

Sabia que 61% dos compradores preferem bom atendimento a preço baixo? Esse é o resultado de uma pesquisa feita pela revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

Para isso, estabeleça horários fixos para atendimento ao cliente (de x hora a y hora, em z dias da semana). Assim, o visitante pode se programar e contar com você na hora e dia certo. E claro, se combinou, cumpra: não adianta nada expor uma disponibilidade se na hora que o cliente precisar não tiver ninguém para atendê-lo.

Seja por telefone, mensagem, chat ou ao vivo, o importante é se mostrar presente, pronto para tirar dúvidas e ajudar o consumidor a resolver o problema dele. Atenção e boa vontade são fundamentais para vender mais on-line.

Atente-se também a incluir números de telefone para atendimento ao cliente em todas as páginas do site, e insira links de contato em várias páginas diferentes. Tenha o cuidado de mencionar quanto tempo vai demorar até o cliente receber uma resposta, para dar ainda mais credibilidade ao processo de compra.

Caso tenha endereço físico, informe ao consumidor na sua página, bem como dados de contato que possibilitem a ele ver que existem pessoas sérias por trás do negócio. Adicione, também, uma seção de avaliação nos produtos, para que compradores reais digam o que pensam e ajudem os novos a escolher. São duas maneiras eficientes para ganhar credibilidade em loja virtual.

Estrutura da plataforma para atrair clientes na internet

Em seu site, deixe as informações bem claras e amplie as possibilidades de visualização. Assim, mais pessoas poderão ver o que você tem a mostrar.

Como? Vamos dar alguns exemplos.

Já parou para pensar quantos sites você já abandonou por perceber que o produto ou serviço não tinha fotos convincentes? Ou simplesmente não tinham fotos? Alguns sites de imobiliárias por exemplo simplesmente optam por incluir registros fotográficos de alguns imóveis, e outros não. É claro que aqueles que possuem uma variedade maior de fotos, com vários ângulos de um imóvel, tem mais chance de despertar o interesse de um futuro inquilino, certo? Pense da mesma forma em seu site: se seu lance é vender produtos, explore ao máximo as fotografias, em frente, verso, com possibilidade de zoom, em um cenário branco e/ou em um cenário próprio de uso do produto. Com serviços, a mesma coisa: vídeos são bem aceitos para demonstrar como aquilo acontece na prática.

O conteúdo também precisa ser detalhado, de forma persuasiva, criativa, sem uso daqueles jargões publicitários como “imperdível”, “compre!”, “adquira já o seu”. Isso já está bem ultrapassado. Use técnicas de redação apropriadas para descrever seus produtos e/ou serviços, e gerencie melhor a produção de conteúdo do seu site com a utilização de ferramentas próprias para isso.

Pense sempre que a tomada de decisão por um produto ou serviço demanda o máximo de informações possíveis e disponíveis ao internauta. Essa transparência dá credibilidade e ajuda o cliente a escolher com segurança.

Invista também em uma navegabilidade dinâmica e intuitiva, que não desanime o internauta a deixar seu site nos primeiros 5 minutos. Para isso, Use procedimentos de navegação básicos, fáceis de seguir.A sugestão é otimizar páginas para melhorar a performance de sua presença na web.

Compatibilidade com celulares e tablets

Ninguém hoje em dia espera estar na frente de um computador para começar a pesquisar aquilo que deseja comprar. Com a facilidade de acesso aos smartphones e tablets, a pesquisa começa ali mesmo, utilizando redes sociais e acessando sites das empresas que oferecem os produtos/serviços em que o consumidor está interessado.

De acordo com indicadores do Google, mais de 50% dos internautas brasileiros usam dispositivos mobile na pesquisa de informações sobre produtos antes de comprar. Se o Google falou tá falado! Por isso, trate de criar ou adaptar seu site de forma 100% responsiva, ou seja, que se adapte à tela de dispositivos móveis e computadores.

O Google costuma jogar “lá pra trás” aqueles sites que não funcionam bem em versão mobile. Ou seja, se o seu não for compatível, nem terá a chance de aplicar as demais dicas que temos para dar.

Variadas formas de pagamento bem visíveis

Por que dificultar a tarefa que mais interessa: o pagamento?

Na mesma velocidade em que os hábitos de consumo aumentam, também crescem as possibilidades de pagamento, e a popularização dos smartphones e tablets fez com que as pessoas busquem formas ainda mais práticas de pagar por produtos e serviços.

Ninguém mais quer andar com muito dinheiro na carteira, e em tempos de crise, todo mundo procura acompanhar os gastos detalhadamente.

Existem empresas especializadas na prestação desses serviços. São operadoras de cartão que trabalham com a venda de máquinas de cartões de crédito e débito, como aquelas que nós vemos no comércio, em que o cliente insere uma senha numérica para confirmar a compra.

Há também opções que utilizam apenas a modalidade “crédito”, e que não precisam necessariamente de uma maquininha, só de um smartphone.

Não perca tempo e disponibilize formas diversificadas de pagamento, como boleto, cartão de crédito, transferência bancária e serviços especializados de pagamento on-line. Desse modo, o consumidor escolhe o meio que for mais conveniente.

Para que seja possível adquirir uma dessas máquinas de cartões (crédito ou débito) ou o serviço via smartphone (apenas crédito), você deve fazer contato com uma operadora. As taxas podem variar de acordo com o número de vendas que você realiza por mês, ou seja, o número de clientes que você atende e paga pelo serviço de maquiagem.

Investimento em garantias para vender mais e atrair clientes na internet

Já parou para pensar que a nova geração de consumidores espera muito mais da sua marca?

Os consumidores querem, cada vez mais, que os produtos tenham uma garantia maior para se certificar de que estão lidando com algo de qualidade, em razão da grande oferta de similares no mercado, com preços muitas vezes pouco diferenciados.

Por isso, diversas lojas e fabricantes têm oferecido a seus clientes uma opção adicional para proteger sua nova aquisição (e seu dinheiro): a chamada garantia estendida. Por valores que partem de 10% do preço do produto final, é possível esticar o tempo em que o eletrônico pode ser reparado sem outros custos por um período que varia entre 1 e 3 anos depois do término da garantia da fábrica — que pode durar de 90 dias a 2 anos, dependendo do caso.

Aproveitando o e-mail para facilitar contatos

Uma outra forma de atrair clientes na internet é incluindo um número de telefone e as redes sociais no texto do e-mail – na assinatura, de preferência.

Dentro da mensagem, inclua links que levem diretamente para páginas do site relacionadas com o tema abordado.

Se o cliente comprou um produto x, que tal oferecer um produto similar por e-mail? Sendo assim, inclua o link específico desse outro produto que você indica.

Aproveite o espaço para explicar todas as alternativas para compra e atendimento, de forma a convencer o leitor a comprar online.

De olho nas cores

Outra questão é estar atento à psicologia das cores para aumentar conversões, vendas e cliques. Dê uma olhada neste artigo e saiba mais sobre o assunto!

Por fim, não esqueça do pós venda para vender mais utilizando a internet

As empresas que fazem um pós-venda de maneira profissional e mantém o relacionamento como moeda de troca para a satisfação de seus clientes sempre estarão na frente.

Invista em conhecer melhor seus clientes, mostrar a eles que se importa com a sua rotina, necessidades e escolhas, e que está sempre perto para ajudar no que for preciso, mesmo após a conclusão da venda.

Uma boa pesquisa de satisfação é capaz de preparar o terreno para uma nova compra. Veja mais aqui.

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Para finalizar

Falamos aqui que:

1) Atrair clientes na internet exige atendimento de qualidade, relacionamento transparente e recursos que encurtem caminhos e facilitem o processo de compra;

2) A popularização dos smartphones e tablets fez com que as pessoas busquem formas ainda mais práticas de pagar por produtos e serviços. Quem está atento à essas transformações já percebeu que incluir várias formas de pagamento em seu site ou loja virtual pode trazer benefícios;

3) Investir em garantias extras e em e-mails de contato atraentes podem fazer seu público se aproximar mais;

4) Por fim, fique de olho na psicologia das cores e nas estratégias de pós venda para atrair ainda mais vendas.

E ai, gostou das dicas? Se tiver alguma outra sugestão ou experiência online que tenha deixado uma boa lição, compartilhe conosco e com nossos leitores através dos comentários. Até o próximo artigo!

O que a nova geração de consumidores espera da sua marca

Lidar com o público jovem é um dos grandes desafios para as marcas que possuem um público-alvo diversificado. A nova geração de consumidores busca empresas confiáveis e, de alguma forma, desejam sentir-se representados. Neste cenário, as relações de comunicação seguem em constante transformações: o que antes era feito por anúncios na mídia tradicional, passou a ser transitar pelo meio digital, através das novas mídias como as redes sociais.

O perfil desta geração demonstra um maior interesse pelas informações que são recebidas. De acordo com uma pesquisa feita pela Radar Jovem, a internet é o local de maior audiência entre jovens de 18 a 25 anos – redes sociais (43%), portais (35%), blogs (7%) e mídias tradicionais (TV, jornal e revistas, juntas, com 15%). Muita coisa, né?

Outro dado relevante: o tempo gasto online pela nova geração de consumidores é, em média, 6 horas. Nesse meio tempo, o jovem valoriza marcas que se comunicam bem com os internautas e realizam ações interativas.

Mas e ai, como você diferencia sua marca do concorrente? Talvez vocês tenham produtos ou preços semelhantes, mas no mundo digital e social em que vivemos, essa diferenciação se dá, principalmente, no modo como você atende a seus clientes. Por isso, o atendimento que você dá ao seu cliente precisa ser visto com outros olhos. Ele espera isso de você.

Este artigo vai mostrar quais as exigências que o público têm feito, para criar e manter novos padrões de consumo. Não basta só o produto ou serviço ter qualidade: há todo um conjunto de medidas que se tornam necessárias para determinar uma compra ou aquisição.

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Novo serviço de atendimento ao consumidor (SAC)

Uma coisa é fato: as empresas de call center já não têm mais a mesma força de antes, e em breve muitas das gigantes do mercado vão ter dificuldades em renovar seus contratos.

Como no Brasil o atendimento ao consumidor sempre foi deixado em segundo plano, sobrou aos jovens do primeiro emprego a tarefa de atender o consumidor em quase todos os níveis de atendimento. Muito reflexo disso é o mau atendimento das empresas regulamentadas e das brechas que a lei da telefonia dá: empresas fizeram as contas e concluíram que seria mais fácil pagar as multas pelo mau atendimento ao invés de atender as portarias vigentes nas leis.

O que eles não perceberam é que a nova geração de consumidores não vai e não quer ser atendida pelos 0800. É neste conceito que mora o grande perigo para os call centers convencionais: o novo consumidor quer formas mais fáceis para resolver seus problemas.

A grande maioria das empresas possui canais online porque essa foi uma exigência do mercado ao longo do tempo, mas não porque buscam fornecer um atendimento de excelência ou construir um grande case.

No atendimento virtual, o custo para empresa é infinitamente menor no atendimento virtual. O tempo para solução do problema aumenta consideravelmente e a satisfação do consumidor é imediata.

Mais garantias para uma nova geração de consumidores

A defesa do consumidor é direito humano, e assegura normas de proteção a pessoa do consumidor, parte vulnerável na relação jurídica de consumo.

Fruto do movimento dogmático-filosófico que iniciou com a Revolução Francesa, a proteção do consumidor é regido pelo Código de Defesa do Consumidor. Nele, há a orientação quanto as linhas gerais do que consiste a garantia legal de produtos e serviços na relação de consumo.

Em caso de vício do produto (dano, ou algo do tipo), o consumidor tem direito a quatro opções, a sua escolha:

1) o abatimento proporcional do preço;

2) complementação do peso ou medida (em caso de vício de quantidade);

3 substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou modelo, sem os aludidos vícios;

4) ou restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos.

O que acontece é que a nova geração de consumidores espera mais transparência e esclarecimento a respeito de todas as regras que regem seus direitos, além, claro, do rígido cumprimento de todas elas. Algumas empresas saíram a frente e já implementam ações e soluções propostas por seus clientes: sem dúvida, essas empresas estão ganhando mercado e clientes satisfeitos.

Os consumidores querem, cada vez mais, que os produtos tenham uma garantia maior para se certificar de que estão lidando com algo de qualidade, em razão da grande oferta de similares no mercado, com preços muitas vezes pouco diferenciados.

Por isso, diversas lojas e fabricantes têm oferecido a seus clientes uma opção adicional para proteger sua nova aquisição (e seu dinheiro): a chamada garantia estendida. Por valores que partem de 10% do preço do produto final, é possível esticar o tempo em que o eletrônico pode ser reparado sem outros custos por um período que varia entre 1 e 3 anos depois do término da garantia da fábrica — que pode durar de 90 dias a 2 anos, dependendo do caso.

Interação via redes sociais (SAC 2.0)

Muitas empresas acham que estar presente na internet é suficiente. No entanto, vivemos em uma época de mídias fragmentadas e precisamos entender o valor potencial que cada rede social entrega ao cliente. Pois isso, deve-se escolher bem as redes sociais onde sua marca estará presente, e quais as ações serão desenvolvidas através delas.

Hoje, com as redes sociais principalmente, o alcance da opinião do consumidor está muito maior. Se antes ele se limitava aos familiares, colegas de trabalho e amigos, hoje ele se expande para toda a rede de contatos, amigos no Facebook e das demais redes sociais.

O Twitter é a principal ferramenta utilizada para interação entre marcas e consumidores. Uma demanda que parte, muitas vezes, do próprio cliente: o perfil do Twitter é utilizado para fazer reclamações, procurar condições especiais e tirar dúvidas a respeito de prazos e entregas.

Por outro lado, os consumidores também estão dispostos a contribuir com as empresas para a melhoria de produtos e serviços: elogiam, fazem sugestões e dão ideias para a criação e/ou desenvolvimento de novas soluções.

É importante destacar que o atendimento via rede social pode ser o melhor possível – rápido, amigável, assertivo – mas se não houver solução do problema, dentro da empresa, não serve de nada.

Veja algumas dicas rápidas sobre o que a nova geração de consumidores espera da condução do atendimento via redes sociais:

  • Rapidez nas respostas: é fundamental ser rápido, e isso dá trabalho. Não dá para demorar muito para responder ao cliente quando ele tem uma dúvida, seja na hora da compra, durante ou no pós-venda;
  • Atitude proativa: deve-se mostrar sempre cordial, mesmo quando o consumidor “levantar o tom”, a postura da marca é sempre assertiva, no sentido de resolver, acalmar;
  • Levar o cliente para ambiente privado para continuar a conversa. O Whatsapp é um dos melhores recursos dos últimos tempos. Quase todo mundo tem, é de graça e a empresa não fica exposta como em publicações de mural.  Também dá para programar respostas automáticas, que ajudam em um primeiro momento;
  • O atendimento deve ser feito por alguém preparado, que não vai ter um ataque de fúria diante de um cliente chato e mais que isso, que possa estar ciente dos processos da empresa para poder andamento à reclamação;
  • Nunca apague os comentários negativos: quando você deleta uma reclamação, as pessoas que a viram — ou o autor do comentário — não interpretam aquilo de boa forma. Parece que, de alguma forma, a empresa está sendo complacente com a reclamação e não se preocupando com a qualidade da experiência do cliente e solução do problema. Saiba mais sobre como fazer uma interação virtual correta com seus leitores e clientes.

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Pós venda para engajar a nova geração de consumidores

Uma outra ação esperada por consumidores (e que pode fazer uma grande diferença para uma nova aquisição) é o pós venda.

Grandes empresas geralmente montam departamentos especializados nisso, no entanto, há também soluções bem mais simples. Ações como visitas técnicas, reuniões para o acompanhamento do trabalho, ligações telefônicas ou o disparo de e-mails marketing são técnicas utilizadas para saber o grau de satisfação com o produto ou serviço adquirido.

Portanto, não é necessário um extremo esforço para que o pós-venda dê bons resultados: apenas permita criar uma aproximação com o cliente para saber quais são as suas reais expectativas com a última aquisição.

Todo o trabalho realizado em prol do cliente contribui com o crescimento do negócio. Atos que beneficiam os compradores são capazes de gerar boas recomendações e isso pode resultar em novas vendas.

Resumo

1) Atrair, manter e melhorar as relações com os clientes faz parte das necessidades de qualquer empresa e o novo SAC tem se mostrado uma ferramenta importante neste processo;

2) Os consumidores estão dispostos a contribuir com as empresas para a melhoria de produtos e serviços;

3) Ao atender as necessidades deles sem perguntar nada, você pode transformar um cliente insatisfeito em alguém que te apoiará de novas maneiras;

4) O atendimento via rede social pode ser o melhor possível, mas se não houver solução do problema não serve de nada!

5) O pós venda também é uma ação importante para engajar clientes, preparando terreno para uma pré venda.

Aproveite nossas dicas, invista na equipe certa, adote as melhores práticas e capriche no atendimento. Valorizar o seu consumidor não é apenas contar com mais um número, mas como o motivo principal para o sucesso do seu negócio.

Participe dos comentários e dê uma opinião sobre sua experiência na internet com essa nova geração de consumidores. Até o próximo artigo!

Psicologia das cores para aumentar conversões, vendas e cliques

As cores que você utiliza em seu site, nas peças criadas para redes sociais, no e-mail marketing e até em uma apresentação de slide show dizem muito sobre o que você quer transmitir.

Todos sabem da importância de escolher bem as cores na hora de criar uma logomarca, logotipo, ou mesmo definir o manual de identidade do seu negócio. O que muita gente nem se toca é que não é apenas uma questão estética: as cores podem ajudá-lo a conquistar novos clientes, aumentar conversões, impulsionar vendas e elevar o número de cliques em uma estratégia de marketing digital.

Como? É isso que este artigo vai te mostrar. A psicologia das cores tem muito a ensiná-lo, por ser um dos fatores com maior influência a nível “subconsciente” no processo de aceitação e decisão de compra. Mais vendas, mais inscrições, mais downloads.

É necessário entender que o design de um site, e-mail, peça ou apresentação em Power Point não deve ser pensado apenas para agradar visualmente, mas também deve ser otimizado para guiar o usuário ao longo de uma sequência de pensamentos, para que realize a ação que nós esperamos dele.

Nesse sentido, a cor é um componente fundamental que exerce influência em todo este processo e por isso é tão importante.

Aprenda aqui a utilizar a psicologia das cores para alcançar seus objetivos! As modificações que você poderá fazer são muito simples e podem significar mudanças bem significativas.

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A psicologia das cores em profundidade

Já existiram várias tentativas de classificar as reações do consumidor a diferentes cores individuais. Entretanto, a verdade é que a cor depende muito de experiências pessoais para ser universalmente traduzida em sentimentos específicos. São fatores de cunho pessoal como experiências passadas, preferências e diferenças culturais.

Estudo sobre impacto das cores no marketing apontam que 90% dos julgamentos iniciais de produtos podem ser baseados apenas na cor. Outras pesquisas falam sobre o sentido de maior influência na decisão de compra: o cérebro precisa de 90 segundos para realizar uma análise subconsciente do produto e ter uma opinião a respeito de algo.

Muita coisa, né?

Em outras palavras, isso quer dizer que as cores influenciam como os consumidores veem a personalidade da marca, e o que ela quer passar e imprimir. Levando em consideração que nosso cérebro prefere marcas reconhecíveis, fica ainda mais fácil perceber a importância das cores na criação da identidade da marca.

As cores mais usadas pela indústria e o que elas transmitem

Você provavelmente já ouviu falar que verde converte mais do que vermelho ou que as cores usadas no seu site ou e-mail marketing podem influenciar uma ação. Muitos e-mails marketing inclusive, abusam dessas duas cores no texto ou layout, o que pode ser um fator determinante para ele parar direto na caixa de SPAM.

Fato é que não há uma única cor ou um par de cores que sejam os melhores para conversões. Segundo pesquisas, o princípio psicológico conhecido como “efeito isolamento” mostra que um item que se destaca tem mais chances de ser lembrado. Daí que as pessoas são capazes de reconhecer e recordar um item quando ele estava visivelmente destacado do seu entorno – ou seja, do contexto em que está inserido.

Se uma página é totalmente sóbria e você inclui uma peça vermelha, a cor vermelha irá se destacar graças ao efeito isolamento.

Veja o que cada uma das cores geralmente transmitem em uma mensagem (guardadas as suas proporções):

  • Vermelho é: agressivo, energético, provocativo e chama a atenção. É popular entre as indústrias relacionadas a: comida, tecnologia, automóveis e agricultura.
  • Roxo evoca: elegância, sofisticação, nostalgia, mistério, espiritualidade. É popular entre as indústrias relacionadas a: tecnologia, cuidado com a saúde, finanças.
  • Azul transmite: confiança, credibilidade, segurança, responsabilidade. É popular entre as indústrias relacionadas a: tecnologia, cuidado com a saúde, finanças, energia, agricultura, companhias aéreas.
  • Verde evoca: riqueza, saúde, prestígio, serenidade. É popular entre as indústrias relacionadas a: comida, tecnologia, finanças, energia, habitação.
  • Amarelo evoca: positivismo, luz, motivação, criatividade. É popular entre as indústrias relacionadas a: comida, energia e habitação.
  • Laranja evoca: vitalidade, diversão, exuberância, alegria. É popular entre as indústrias relacionadas a: tecnologia e cuidado com a saúde.
  • Marrom evoca: terreno, natural, simplicidade, duradouro. É popular entre as indústrias relacionadas a: roupa, automóveis e agricultura.
  • Preto evoca: prestígio, valor, atemporalidade, sofisticação. É popular entre as indústrias relacionadas a: tecnologia, automóveis e roupa.
  • Branco evoca: pureza, limpeza, suavidade. É popular entre as indústrias relacionadas a: roupa e cuidado com a saúde.

Apesar disso

Apesar de algumas cores realmente representem alguns traços, como mostramos, a maioria dos estudos acadêmicos sobre cores e marcas provam que é mais importante que a cor escolhida sustente a personalidade que você quer retratar do que tentar alinhar com associações de cores estereotipadas.

Um contexto faz toda a diferença. Ao mesmo tempo que o verde pode significar calma e tranquilidade também pode ser relacionado à natureza ou ao dinheiro.

Em resumo, as cores só entram em jogo quando podem ser usadas em harmonia com a personalidade da marca. Sem esse contexto, não há muito sentido em dar preferência a uma cor em detrimento de outra. Além do mais, é difícil afirmar que o vermelho fará mais sentido para a venda de produtos que o azul, pois não há nada que efetivamente prove isso.

O efeito das cores no cérebro

  • Cinza – afeta uma parte do cérebro que regulamenta a dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. O efeito da cor pode representar indecisão ou ausência de energia;
  • Preto – afeta uma parte do cérebro que regula o comportamento sexual, agressividade, medo e memória emocional. Seu efeito sugere mistério, curiosidade, luxo, superioridade, nobreza e luto;
  • Branco – afeta uma parte do cérebro responsável pela lógica e pela comunicação. Sugere pureza, higiene e paz, além de transmitir a ideia de frescor e calma;
  • Verde – Já o verde atinge uma parte do cérebro ligada às decisões e ao pensamento abstrato e criativo. Também é responsável pela respostas afetivas e julgamento social. Como resultado, possui o efeito de transmitir frescor, harmonia e equilíbrio;
  • Vermelho – Tem a função cerebral de transmitir prazeres. A cor pode causar efeito de emoção, virilidade, impulso, atenção, sexualidade e dinamismo;
  • Marrom – Essa cor atinge uma parte do cérebro ligada no gerenciamento de estados e respostas emocionais. Com isso, sugere estabilidade, conservadorismo e melancolia;
  • Roxo – atinge o polo frontal do cérebro, região responsável pelo planejamento de ações, movimento e pensamento abstrato. A cor estimula a fantasia, o mistério, a espiritualidade, o egoísmo e a ganância;
  • Amarelo e laranja – representam uma parte do cérebro que tem a função de gerenciar estados de recompensa e a liberação de dopamina. Com isso, estimula entusiasmo, alegria, energia, alerta e esperança;
  • Rosa – a cor rosa é capaz de controlar a sensação de recompensa pela saciedade da fome, sede e sexo. Consegue assim estimular a inocência, a pureza, a feminilidade, a delicadeza e a afeição
  • Azul – por fim, a cor azul tem a função crucial nas decisões, pensamento abstrato e criativo. Seu efeito é o seguinte: quanto mais escuro, mais poder. Quanto mais claro, mais produtivo, fresco, higiênico e tranquilo.

A psicologia das cores no marketing e os gêneros

Um estudo chamado “As Atribuições das Cores”, desenvolvido por Joe Hallock, mostra que há clara preferência por algumas cores por cada gênero.

Enquanto homens preferem azul (57%), verde (14%) e preto (9%), as cores preferidas das mulheres são azul (35%), roxo (23%) e verde (14%).

Em se tratando das cores menos preferidas, as dos homens são marrom (27%), roxo (22%) e laranja (22%), e as das mulheres, laranja (33%), marrom (27%) e cinza (17%).

Talvez, por isso, você não veja muitas lojas de material de construção com a cor roxa, ou lojas de roupa nas cores em tons de cinza e marrom.

Esses dados revelados pelo estudo sobre percepções e preferências de cores mostram que homens parecem preferir cores fortes, enquanto mulheres preferem cores mais suaves.

Por isso, mantenha essas informações em mente na hora de definir a paleta de cores inicial da sua marca, se a segregação por gênero for permitida pelo nicho de mercado e tipo de produto/serviço que você vende/oferece.

Entretanto, também é importante lembrar que o ambiente e as percepções culturais de cada um têm forte influência na determinação das cores mais apropriadas para cada gênero e, consequentemente, nas escolhas individuais. Em um ambiente praiano, o laranja e amarelo farão mais sentido que cores sóbrias. Do mesmo modo, uma peça criada para ser exposta em uma rede social como o Facebook (onde as cores predominantes são azul, branco e preto), uma peça de cor mais chamativa (como vermelho ou laranja) teoricamente tem mais chance de ter um destaque. Tudo vai depender do ambiente em que você está.

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Para concluir

Vimos aqui que:

1) Compreender o poder das cores e seus significados é muito importante, porque as cores não servem somente para chamar a atenção, mas principalmente para comunicar uma mensagem;

2) É necessário aproveitar cada momento do design para se comunicar com as pessoas que interagem com o seu site, e-mail, apresentação ou rede social – a intenção é que o público realize a ação que você precisa;

3) Cores podem, sim, provocar determinados efeitos em nós. Entretanto, eles nem sempre são universais e são afetados por experiências pessoais de cada um;

4) As cores só entram em jogo quando podem ser usadas em harmonia com a personalidade da marca;

5) E por fim, pesquisas indicam que homens e mulheres têm preferências por cores específicas;

E ai, o que achou do artigo? Faz sentido isso tudo que falamos sobre a psicologia das cores? Utilize os comentários para relatar suas experiências, dúvidas e sugestões para os próximos artigos! Até a próxima!

Como atrair clientes em sua loja física ou virtual

Abrir o próprio negócio no comércio de rua ou eletrônico é uma tarefa que exige coragem e persistência nos dias que seguem após a inauguração. Com o passar do tempo, você percebe que há boas e más marés, que não vende a mesma quantidade todos os dias, e se pergunta “como atrair clientes”. Em tempos de economia desacelerada, a tendência fatalmente pode ser para “menos”. Infelizmente é uma realidade que bate a nossa porta e que precisamos aprender a lidar melhor.

Por isso, preparamos estratégias e orientações bem certeiras para atrair clientes e fazer seu negócio respirar dias melhores.

São dicas simples, de coisas que as vezes nem precisam de grandes investimentos, para fazer com que seus clientes e potenciais clientes olhem com outros olhos para o que você tem a oferecer. Através da exibição na vitrine ou na navegabilidade da loja virtual você pode começar a perceber situações que, com criatividade, podem ajuda-lo(a) a virar o jogo.

Vamos lá?

Investimentos necessários

Calma lá que não vamos começar falando em dinheiro. Na verdade, esse nem é o propósito do artigo.

O investimento que vamos começar a falar tem a ver com as perguntas que você precisa se fazer para ajuda-lo(a) a dar um caráter mais inovador ao negócio.

A concorrência e a falta de grandes recursos nos fazem ser mais criativos, e buscar soluções mais inovadoras para chamar atenção da clientela. No que sua empresa pode oferecer de diferente aos seus clientes e que a concorrência não oferece?

Se você tem uma loja física, por exemplo, pode inovar adicionando novos produtos que a sua concorrência ainda não oferece. Ao adicionar variedades ao “cardápio”, você estará se diferenciando da concorrência que está em volta do seu negócio.

A inovação deve ser acompanhada de um bom atendimento e uma casa bem organizada, onde o cliente pode encontrar o que precisa e até o que não precisa – já que essa é um dos princípios do consumismo que estamos “afundados” não é mesmo?

Além desses fatores, você tem que dar um motivo para o cliente recomendar a sua loja, seja ela virtual ou física.

Descontos ou promoções diferenciadas

Seja qual for o ramo do seu negócio, o preço ainda é o fator que mais chama a atenção das pessoas.

Por isso, a solução de investir em descontos e promoções não deve ser feita apenas quando você precisar de dinheiro no caixa, ou em situações de emergência como quando está na beira do abismo.

As promoções devem ser feitas de forma estratégica, de acordo com um planejamento prévio. Afinal de contas, o desconto é algo que pode acabar com a saúde financeira da sua empresa, no caso, da sua loja.

Pense em soluções diferentes das usuais: as ofertas podem mudar de perfil a cada semana ou mês, por exemplo. Dá para praticar um preço único para uma linha específica, ora para uma determinada cor, ora para movimentar produtos da ponta de estoque. Dê asas à imaginação e o que você (como cliente) gostaria de receber como benefício.

Se o cliente frequentar a loja ou acessar o site pelo menos 1 vez a cada 15 dias, poderá esbarrar com uma oferta diferente em cada visita.

Conheça seu cliente antes e depois da venda

Uma boa forma de você começar a conquistar os clientes é entendendo o perfil deles. Uma boa pesquisa de mercado pode ajudar, mas até um bom papo presencialmente ou via redes sociais é uma forma de entender as expectativas do seu público.

Entenda qual é o estilo de vida do seu cliente e coloque-se em seu lugar sempre.

Segundo especialistas, o cliente até paga um pouco mais porque a empresa atende bem e oferece as coisas certas. Isso evita aquele “não temos o produto X, mas você gostaria de olhar o produto Y?”.

Trabalhe sempre o relacionamento com seu público alvo antes da venda e também no pós venda.

Mantenha o cliente sempre informado a respeito do que acontece

O relacionamento com seus clientes (antes e pós) pode ser trabalho através de ferramentas digitais muito eficientes, como blogs corporativos, e-mail marketing e redes sociais.

Trabalhar a interação correta com leitores e clientes é a forma mais certeira de começar, manter e perpetuar uma relação de confiança entre empresa-público. Afinal de contas, além de atrair clientes para sua loja, você precisa fazer com que eles voltem, não é mesmo?

Construa boas listas de e-mail através de meios digitais ou pegando o endereço ali mesmo, no contato cara a cara com o cliente.

Outra solução: já conhece o Whatsapp marketing? Essa é uma forma bem eficiente de realizar atendimento através do aplicativo de mensagens instantâneas mais popular no Brasil. Com isso, dá para engajar públicos e impulsionar vendas.

Como atrair clientes usando as redes sociais

O uso das redes sociais é importante para você conseguir se aproximar dos seus clientes, como dissemos. É um canal de comunicação de mão dupla – você fala e também lê o que o público tem a dizer.

As redes sociais também têm um papel fundamental na conquista de novos clientes. Tenha uma presença online nas redes onde julgar necessário estar, e teste o potencial delas.

Já falamos aqui sobre o poder de investir nas Hashtags do Instagram, na força do Snapchat, e também na possibilidade de fazer vídeos para Youtube e transmissões ao vivo pelo Periscope.

Mas não fique restrito e nem deposite todas as suas fichas em um modelo de divulgação, por melhor que ele seja. Caso contrário, você deixa de abordar uma parte do mercado que poderia conhecer sua empresa e comprar na sua mão.

Com os dados que é possível coletar nas redes sociais (através de métricas e relacionamento), você pode fazer mudanças em sua loja, alterar sua estratégia de marketing e tomar as decisões com mais convicção. Ou seja, você consegue expandir o seu negócio e aproveitar as oportunidades.

Além da interação com os seguidores e clientes que é possível conseguir na rede, há formas de alcançar mais público e conquistar novos seguidores mais rapidamente através de mídia paga.

Como atrair clientes para sua loja física

Algumas ideias rápidas voltadas para uma loja física:

  • Promova ainda ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja;
  • Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja. Os tons de amarelo, laranja e vermelho estão em alta, porque são alegres e ligados à prosperidade;
  • Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga ‘não’ aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada. Quanto mais o produto puder ser tocado, maior será a chance de venda;
  • Sem movimento e atitude, uma vitrine perde toda a graça. Para fazer diferente, porém, não basta trocar a roupa do manequim: ela precisa transmitir um estilo. Vale usar adesivos que simulem expressões e adotar peças articuladas, que possam ganhar novas poses. Sem criatividade não há como chamar a atenção do consumidor;
  • Uma forma de realçar o caráter de novidade de uma loja é mudar a posição dos produtos mais de uma vez na semana. Dá para surpreender com atitudes triviais, como inverter a mesa de apresentação da linha masculina com a feminina e substituir a tradicional oferta por grade de tamanho pela proposta de agrupamento por cores;

Como atrair clientes para sua loja online

Mas e para quem tem uma uma loja virtual (e-commerce), como é possível inovar?

Uma ótima forma de você criar coisas diferentes para a sua concorrência, é adicionando funcionalidades e vantagens para os seus clientes.

Invista em diferentes formas de pagamento, que certamente dão mais flexibilidade e comodidade para o seu público. Dê a opção de imprimir boleto, utilizar o cartão de crédito/débito, e também os modernos sistemas de pagamento online (como PayPal, PagSeguro, entre outros existentes no mercado).

Outra forma de impulsionar o interesse e as vendas no seu e-commerce é através da recomendação de produtos relacionados e que podem ser de interesse do clientes. Invista em uma funcionalidade para sua loja virtual que recomende novos produtos aos clientes, com base naquilo que ele gosta ou visitou nos últimos minutos.

Surpreenda na entrega do produto – detalhes podem fazer a diferença, como o capricho na embalagem, o envio de um e-mail de agradecimento, ou o envio de um cupom de desconto para o cliente realizar uma segunda compra.

E por fim, nunca deixe de se manter atualizado(a) a respeito do que há de mais moderno em funcionalidade e navegabilidade de sites. Quanto mais simples for para o cliente (sem erros, sem dúvidas, mais fácil de atrair e conquistar clientes de vez).

como atrair clientes

Resumindo

Quanta coisa! Vamos resumir o que foi tratado neste artigo:

1) Para atrair clientes para sua loja ou empresa, é preciso divulgação;

2) A melhor forma de divulgar atualmente, é fazer o uso da tecnologia. As redes sociais são ótimos recursos para isso;

3) Invista na publicação de conteúdo de qualidade, incentive a participação e interação dos seus seguidores e clientes. Afinal, relacionamento é tudo;

4) Faça inovações na sua loja ou no seu e-commerce. Ter ideias e pontos de vistas diferentes é essencial para criar uma estratégia de marketing eficiente;

5) E se o desconto está como uma forma de inovação no meio da estratégia de marketing, tome cuidado. A promoção deve ter hora para começar e acabar, caso contrário, compromete a rentabilidade e não causa o impacto esperado.

E você, o que tem feito para atrair novos clientes para a sua empresa? Participe através dos comentários e ajude-nos a construir conteúdos cada vez mais relevantes. Até a próxima!

Como vender mais e melhor – as técnicas mais avançadas

Empresas e empreendedores precisam a todo momento de mais vendas e receita para sustentar o negócio e fazê-lo crescer. Para cumprir essa tarefa, é preciso ter cada vez mais profissionais qualificados trabalhando em um time, em prol de um mesmo objetivo. No entanto, as vendas não acontecem por acaso. Mesmo quem não é um vendedor nato, saiba que é possível desenvolver técnicas que ensinam como vender mais e melhor.

Comece conhecendo bem o negócio em que você atua: sabe falar com propriedade de todos os produtos e/ou serviços oferecidos? Tem todas as respostas na ponta da língua? Não deixe espaço para dúvidas e questionamentos dentro de você mesmo: participe de treinamentos, converse, leia e se informe sobre o que irá vender ou já vende. Afinal de contas, você precisa ser um especialista para ganhar a confiança do cliente – e atender com sucesso a expectativa deles.

Neste artigo vamos elencar algumas dicas e orientações preciosas para vender mais e melhor.

Vamos lá?

Growth Graph on Blackboard

A criação de vínculos

Para vender mais e melhor, é preciso gostar de lidar com o cliente e entender as necessidades dele. A comunicação certa (cordial e prestativa) é a chave para conseguir identificação, que por consequência, fará com que os nós de um vínculo sejam fortalecidos.

Muitas vezes, esse vínculo é criado a partir do momento que o vendedor entende bem o cenário e acompanha o ritmo do cliente – para mais ou para menos. Um exemplo prático: se o cliente é mais tímido e retraído, o vendedor precisa se colocar no lugar dele, observar a sua linguagem corporal e não chegar muito expansivo. O ideal é que você “dance conforme a música”, e não deixe o outro em uma situação desconfortável.

O vínculo aumenta as chances de interação posterior, que pode trazer muitos benefícios para o seu negócio.

Personalize o atendimento

Quanto mais nos referimos aos nossos clientes como “gente” e não como “números”, mais chance de criarmos vínculos e convertermos isso para uma venda efetiva.

Tratar pelo nome é o primeiro requisito básico. Claro que ninguém precisa sair decorando o nome de todo mundo, mas antes de um contato programado (uma ligação que você fará, ou uma visita previamente agendada), tenha o cuidado de saber com quem estará falando.

Obviamente, quem trabalha com um fluxo grande de clientes, como uma lanchonete de fast food, tem mais dificuldade em personalizar o atendimento.

Agora, se o cliente vai ao seu estabelecimento todos os dias para almoçar, é possível fazer um esforço para se lembrar do seu nome e/ou do seu pedido preferido (“o de sempre”). É importante porque mostra a atenção que é dada ao cliente.

Mas cuidado: nada de uma intimidade exagerada. É uma relação profissional amigável como qualquer outra.

Foco na solução e não no dinheiro

Muitos vendedores acabam colocando sua motivação em continuar trabalhando exclusivamente no valor do produto/serviço ou no quanto o cliente pode “gastar” a mais.

Tenha como objetivo atender plenamente as necessidades do seu cliente e deixa-lo o mais satisfeito possível com sua compra. Além de ser correto comercialmente, essa postura é extremamente ética e mostra que você é um profissional comprometido com a satisfação do seu cliente.

Não se deixe levar pela pressão da empresa ou da liderança para batermos metas.

Fortaleça o time e o espírito de equipe

Nenhum vendedor consegue aumentar as suas vendas fazendo parte de uma equipe de vendas fraca e desestimulada.

Portanto, ajude na formação da sua equipe: ter uma equipe comercialmente forte significa acima de tudo uma afinidade entre os vendedores, em prol de um objetivo.

Quando um vendedor apoia o outro, toda a equipe cresce como um conjunto e fica mais forte para superar as adversidades. Se você acha que faz parte de uma equipe de vendas fraca, ajude a qualifica-la. É muito mais fácil ser um vendedor de uma equipe extraordinária do que ser um extraordinário em uma equipe medíocre.

Como vender mais e melhor fazendo diferente da concorrência

As pessoas nem sempre querem comprar de uma empresa que tem o menor preço, melhor produto, ou a entrega mais rápida: isso qualquer um promete. Todas as empresas são perfeitas na propaganda, não é mesmo?

A questão não é o que você faz de melhor que seu concorrente, mas o que você faz de diferente dele. O que você faz que ele não faz? Qual é o seu diferencial?

É assim que você precisa se posicionar: como uma empresa que promete e entrega coisas diferentes da concorrência. Assim, as pessoas vão entender que você é diferente, não simplesmente melhor (pois todos dizem que são melhores).

Isso é tudo que elas buscam, em qualquer segmento.

Construa uma boa reputação para vender mais

As pessoas querem fazer negócios com as pessoas que são especialistas em seus mercados. Elas não querem fazer negócios com um vendedor que parece não saber o que diz e que se enrola com a primeira pergunta que eles fazem.

Se um possível cliente seu jogar o seu nome no Google, o que ele vai encontrar? O site, blog e/ou redes sociais estão abandonados ou mal administrados?

Por isso, é essencial trabalhar a reputação online. Essa deve ser uma tarefa contínua, já que você precisa ter a certeza de que irá resolver imediatamente qualquer problema que aparecer.

Existem formas de monitorar a presença da sua empresa na internet, sem gastar, como mostramos neste artigo.

O site Mention oferece uma ferramenta para gerenciamento de reputação online. É pago, mas há uma opção de teste. Ele serve para monitorar em tempo real o que estão falando sobre sua marca, já que a maioria das pessoas compartilham a experiência (boa ou ruim) com outros consumidores.

Assim, você pode acompanhar o que seus clientes andam pensando, agradecer os elogios e responder as críticas.

Não minta para vender

Este é um mandamento das vendas, que não pode ser ignorado. Mentir para o cliente pode ser fatal não só para aquela venda, mas para o negócio como um todo – pode levar a reputação lá para baixo.

Muitos vendedores acham que, se mentirem, irão vender mais. Isso é um erro.

O segredo é saber dosar a honestidade e o bom senso.

O vendedor ideal não é aquele que falsamente elogia o cliente na porta do provador de roupas, dizendo que a peça ficou excelente quando ela mal serviu.

O bom vendedor é aquele capaz de encontrar as melhores soluções para o cliente. Talvez a tal roupa que não serve o cliente não esteja em estoque naquele momento, mas essa pode ser uma oportunidade de apresentar-lhe outra peça, ou mesmo coletar o telefone ou e-mail para entrar em contato assim que a peça voltar à loja.

Invista no pós venda

As empresas que fazem um pós-venda de maneira profissional e mantém o relacionamento como moeda de troca para a satisfação de seus clientes sempre estarão na frente.

Por isso, invista em conhecer melhor seus clientes, mostrar a eles que se importa com a sua rotina, necessidades e escolhas, e que está sempre perto para ajudar no que for preciso, mesmo após a conclusão da venda.

Uma boa pesquisa de satisfação é capaz de preparar o terreno para uma nova compra.

Dicas de como vender mais e melhor por meios diferentes

Em artigo no site da revista Fast Company, o consultor de vendas Don Peppers listou 12 dicas para facilitar o processo de compra e fidelizar o cliente. Veja só:

a) Na sua loja física:

  • Coloque à disposição dos clientes telefones em linha direta com uma central de atendimento;
  • Crie postos de informação com serviços self service, fáceis de usar;
  • Disponibilize para os clientes monitores onde possam ver as ofertas do dia no site.

b) No seu site

  • Use procedimentos de navegação básicos, fáceis de seguir;
  • Coloque números de telefone para atendimento ao cliente em todas as páginas;
  • Insira links de contato em várias páginas diferentes; tenha o cuidado de mencionar quanto tempo vai demorar até o cliente receber uma resposta.

c) Via e-mail

  • Sempre inclua um número de telefone no texto do e-mail;
  • Dentro da mensagem, inclua links que levem diretamente para páginas do site relacionadas com o tema abordado;
  • Explique todas as alternativas para compra e atendimento.

d) Via telefone (call center)

  • Tenha certeza de que as opções do menu de voz estão em sintonia com as opções mostradas no site;
  • Use menus curtos (até o número seis, no máximo), para não abusar da memória do cliente;
  • A qualquer momento, dê ao cliente a opção de clicar o número 0 e falar com um atendente.

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Resumindo

Vimos neste artigo que:

1) As vendas não acontecem por acaso: você precisa estudar, ficar atento ao mercado, às mudanças da sua empresa, aos consumidores, conhecer o seu produto e ir aperfeiçoando o seu conhecimento com o passar do tempo;

2) Vender melhor inclui fidelizar o consumidor e convencê-lo a voltar. Isso é feito através da criação e fortalecimento de vínculos;

3) Uma equipe bem alinhada, que fala a mesma língua, é uma das chaves para vender mais e melhor;

4) O pós venda precisa ser trabalhado, para se tornar uma pré venda.

E ai, o que achou do artigo? Preparado para colocar em prática as orientações que passamos aqui? Esteja à vontade para compartilhar suas experiências conosco através dos comentários!

Não deixe de conferir este outro artigo que pode interessa-lo: como montar um plano de negócios eficiente e seguro. Até a próxima!

 

Como fazer um pós venda eficiente e sair na frente

O cliente entra na loja ou acessa sua loja virtual, encontra o que busca, fica satisfeito com o atendimento executado pelo balconista ou pelo caráter intuitivo do site, e a compra é efetuada.

Se você está satisfeito apenas com o fim desse ciclo (e sente que a missão foi cumprida), esse artigo servirá para te deixar inquieto.

Isso porque o melhor – e tão importante quanto vender– ainda está por vir: o pós venda. Fazer um pós venda é uma poderosa arma para a fidelização de clientes, e deve ser parte de todo planejamento estratégico de pequenos a grandes negócios.

O que muita gente não sabe é que a conquista de um novo cliente sempre sairá mais caro que a manutenção de um atual. Mesmo assim, os recursos de pós-venda vêm sendo utilizados numa escala ainda muito pequena, e muitos negócios, ao conquistarem novos clientes, descuidam dos atuais, perdendo-os para os concorrentes.

Está na hora de colocar a ferramenta do pós-venda para trabalhar. Mas é preciso estar atento: não caia na tentação de sair disparando telefonemas e e-mails, para dizer coisas irrelevantes.

Nesse artigo, vamos mostrar o pós venda como uma estratégia de relacionamento, não de venda imediata. E com isso, a técnica servirá como diferencial competitivo.

Vamos lá?

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O poder do atendimento eficiente

O tal diferencial competitivo que estamos falando muitas vezes não está focalizado no produto em si, mas no serviço ao redor dele (o atendimento, por exemplo).

Se o vendedor de uma loja de autopeças manda entregar uma peça da qual você preciso com urgência, e ela chegar rápido, você irá gostar do quê? Da peça? Não. Certamente irá gostar do serviço, do atendimento, da forma como “a sua urgência foi respeitada”. Portanto, tudo passou a ser uma questão de relacionamento.

Por isso, um atendimento de qualidade e profissionais preparados são apenas alguns dos passos para que bons negócios sejam realizados. O cliente gosta de ser bem recebido, ter um vendedor que o ajude com suas dúvidas e, que esteja disposto a dar todo o suporte sempre que necessário, até mesmo após a concretização da venda.

Quando é bem realizado, o pós-venda se torna sinônimo da pré-venda em uma próxima negociação. Esse pensamento de interação ajuda a abrir portas em oportunidades futuras, pois, na maioria das vezes, o comprador espera que tenha o mesmo tratamento e assistência que recebeu antes da tomada de decisão.

Como fazer um pós venda eficaz por telefone ou e-mail marketing

Mas e ai, quais seriam o tempo ideal e o melhor meio para se fazer um pós-venda? De acordo com especialistas, isso depende do perfil dos clientes e dos recursos disponíveis.

Grandes empresas geralmente montam departamentos especializados no pós-venda, no entanto há também soluções bem mais simples. Ações como visitas técnicas, reuniões para o acompanhamento do trabalho, ligações telefônicas ou o disparo de e-mails marketing são técnicas utilizadas para saber o grau de satisfação com o produto ou serviço adquirido.

A utilização dessas formas de pós-venda não é restrita aos varejistas, podendo ser utilizada também com muita eficiência em imobiliárias, e-commerce, no meio educacional (escolas e cursos), no turismo e até mesmo na área da saúde (clínicas, hospitais e clínicas de beleza).

Em todos os casos sua utilização deve ter foco no estreitamento de relacionamento com clientes, pacientes e alunos, bem como na relevância das informações obtidas com o retorno dos mesmos e a possibilidade de novos negócios.

Dentre vários motivos propulsores do envio de e-mail marketing de pós-venda podemos destacar dois que são bastante importantes:

  • Pesquisa de satisfação: ela pode ser disparada após o consumidor de ter adquirido seu produto ou serviço, funcionando como um feedback, buscando uma melhoria contínua;
  • Novas sugestões: partindo da premissa de que seu cliente já possua um histórico é possível enviar e-mails marketing de pós-venda convidando-o a adquirir produtos mais atualizados ou similares (e que podem se associar ao produto principal).

Para todos os casos vale o bom senso de realizar as adaptações necessárias e pertinentes ao tipo de segmento de atuação bem como ao consumidor.

O importante é não utilizar uma linguagem insistente e, se possível, personalizar cada uma das mensagens: tratar sempre o cliente pelo nome, e saber exatamente como a compra foi feita (qual produto, qual condição de pagamento, etc).

Você pode ainda experimentar outros canais de pós venda, como as redes sociais e os aplicativos de conversa, como o Whatsapp.

Mais dicas para fazer um pós venda eficiente

1) Responda rapidamente: Agilidade tem mais prioridade no pós-venda, ainda mais na plataforma online, onde a informação chega rápido e é compartilhada com mais rapidez. Se não puder solucionar o problema em instantes, deixe claro que entrarão em contato em “x” dias. Assim, ele saberá quando terá a resolução de seu problema e ficará mais satisfeito;

2) Prometeu ao fazer o pós venda? Então cumpra! Parece óbvio mas se você estipular um prazo para resposta, seu dever é cumpri-lo. Empresas que prometem – e cumprem – têm níveis de satisfação e recompra muito mais altos. Estes níveis são ainda mais elevados quando a experiência de compra online for bem sucedida. Muitas empresas “enrolam” os clientes para conseguir mais tempo, energia ou dinheiro. A maneira mais inteligente de lidar com reclamações é com agilidade: na recepção da informação, em fazer o cliente sentir-se amparado e compreendido, e principalmente na resolução do problema. É fundamental a agilidade no feedback, mesmo sem a solução completa;

3) Tenha sempre uma pessoa responsável para resolver os problemas e fazer o pós venda – sem ficar passando a ligação de pessoa em pessoa. Toda empresa precisa definir este profissional para adquirir mais confiança, comprometimento e fidelidade com seus clientes;

4) Saiba ouvir e ser compreendido. Uma pessoa que reclama quer ser amparada, ouvida e compreendida. Isso é 90% do caminho e gera a empatia necessária para tê-la como parceiro a longo prazo. Não fique somente no digital. Aproveite esta proximidade e visite pessoalmente seu cliente de vez em quando. Ponto positivo para sua empresa;

5) O cliente não merece (nem quer saber) dos problemas internos. Oriente seus colaboradores a não colocar a culpa em outros departamentos: o espírito da empresa deve ser de unidade.

6) Se possível, invista em serviços de autoatendimento. Ofereça mecanismos de autoatendimento para que o seu cliente solucione problemas por conta própria. Manuais, guias de uso, tutoriais, fóruns e uma relação de perguntas e respostas frequentes (FAQ) são possibilidades que você deve considerar.

Indicadores de resultados

É necessário ainda estabelecer indicadores para medir o resultado do pós-venda.

Para isso, uma solução simples é dividir o total de chamados/e-mails pelo número de pessoas que aprovaram o atendimento. Ou divida o total de contatos pelo número de pessoas efetivamente atendidas e obtenha o resultado.

Essas são apenas sugestões, porque quem sabe quanto vale um cliente é o dono do negócio ou quem toma as decisões.

Os 12 mandamentos do pós-venda

Para finalizar, vamos mostrar 12 leis do atendimento pós venda, segundo o especialista norte-americano Tim Connor.

1 – O cliente nem sempre tem razão;

2 – O cliente nunca está completamente errado;

3 – O cliente merece o melhor, independentemente da hora do dia, dia da semana ou mês do ano;

4 – O cliente merece o melhor, independentemente do seu treinamento, filosofia ou qualquer outra atitude corporativa;

5 – Não passe o pepino para frente;

6 – Nunca esteja ocupado demais para os seus clientes, nem dificulte fazer negócios com você;

7 – Funcionários também são clientes;

8 – Se você usar tecnologia, faça com que seja amigável;

9 – Diga o que você vai fazer e cumpra o que prometeu;

10 – Mostre o seu interesse, sua atenção e aja como se estivesse feliz porque o cliente resolveu lhe dar o seu dinheiro;

11. O que é privado é privado –clientes não querem saber da sua vida pessoal ou dos problemas internos da empresa;

12. Esteja sempre um passo à frente do cliente, pensando e agindo com a atitude de quem quer resolver problemas.

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Em resumo

Vimos por aqui que:

1) Nem todas as empresas se lembram do pós-venda;

2) As empresas que fazem o pós-venda de maneira profissional e mantém o relacionamento como moeda de troca para a satisfação de seus clientes sempre estarão na frente;

3) O pós venda irá ajudá-lo a conhecer melhor seus clientes, mostrar a eles que se importa com a sua rotina, necessidades e escolhas, e que está sempre perto para ajudar no que for preciso;

4) Não é necessário um extremo esforço para que o pós-venda dê bons resultados: apenas permita criar uma aproximação com o cliente para saber quais são as suas reais expectativas com a última aquisição;

5) O grande segredo é transmitir ao comprador a sensação de segurança, mostrando o quanto ele tem valor e que poderá contar com toda equipe e estrutura da empresa quando necessário;

6) Todo o trabalho realizado em prol do cliente contribui com o crescimento do negócio. Atos que beneficiam os compradores são capazes de gerar boas recomendações e isso pode resultar em novas vendas;

E lembre-se do mantra: “Fazer um pós-venda é a pré-venda da próxima venda”.

Se você tem alguma dúvida ou sugestão sobre como fazer um pós venda, deixe um comentário abaixo e contribua com a troca de ideias! E não esqueça de compartilhar esse artigo com seus seguidores nas redes sociais. Até o próximo artigo!