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Gestão do conhecimento

 

Se você tem um negócio, ou pretende começar atividades empresariais, é importante verificar que existe certo padrão de logística em empresas que hoje, fazem sucesso. Todas elas respeitam conceitos como “processos de gestão empresariais, qualidade total, reengenharia, gestão participativa, terceirização e alianças estratégicas”. Você está pronto para seguir os mesmos passos e preparar o seu negócio para o mercado atual?

 

Um empreendimento não pode ser gerenciado de maneira desordenada, até mesmo o mais simples dos negócios. É preciso, caso seja de seu alcance, estudar e verificar as condições do mercado, além de realizar um planejamento de negócios eficiente, bem como se utilizar de sua rede de contatos a fim de estabelecer parcerias consolidadas. Toda essa preparação é necessária para que o seu empreendimento sobreviva em um mercado cada vez mais competitivo e agressivo.

 

Essa idéia de reformulação gerencial partiu há algumas décadas, quando os mercados ocidentais viram-se ultrapassados frente ao conceito de trabalho eficiente dos orientais. Enquanto o ocidentalismo pregava crescimento rápido e empregos que prometiam longo prazo, mas funcionavam a curto prazo, os orientais visavam um plano de carreiras a longo prazo e ascensão de cargos que demoravam anos. Outro fator preponderante na educação oriental (principalmente a japonesa) é de que a empresa(incluem-se até o faxineiro da empresa)  sempre visava o fortalecimento do país, enquanto os ocidentais estavam voltados apenas ao mercado e a competição. Essas características fizeram prevalecer empresas japonesas em mercados internacionais e após algum tempo, isso incomodou e passou a ser compatível aos interesses das empresas da Europa e Estados Unidos. Essa mudança ideológica era extremamente necessária a empresas privadas, que pretendiam estar a frente nas competições que são naturais no mercado, e também a empresas públicas, cada vez mais atrasadas em aplicar interesses públicos. No mundo contemporâneo, essa ideologia está voltada a uma cultura do conhecimento e expansão das atividades empresariais em diversos setores.

Toda essa nova ideologia de proficiência, qualidade de informação, implementação de novas idéias e satisfação do cliente está ligada a gestão do conhecimento.

 

O que é Gestão do conhecimento?

 

Basicamente é o processo sistematizado de identificação de informações, aplicação de novas tendências, integração de logística, incentivar a ideologia de criação nos funcionários e sócios do empreendimento, além de desenvolver um enfoque direcionado na automação de toda a corporação.  Exercer e incentivar uma educação organizacional voltada a intensificar cada vez mais a eficiência do empreendimento.

 

A cada dia, através da competição natural do mercado e o desenvolvimento de melhores tecnologias aliadas a uma estratégia de marketing de guerrilha, realizada por empresas menores, mas totalmente eficientes e ligadas ao conceito global de captação de clientes, as grandes corporações estão perdendo um nicho de mercado que deveria ser apreciado. Por isso, mesmo para pequenas empresas, é necessário se antenar de maneira efetiva ao mercado e desenvolver uma necessidade pelo conhecimento. Essa idéia de perda de mercado que as empresas podem sofrer baseado em uma logística de ignorância a gestão do conhecimento é bem citada por Peter Drucker em A administração na próxima sociedade:

“… conhecimento se deterioriza rapidamente a menos que seja usado constantemente, manter dentro de uma organização uma atividade que é usada apenas de forma intermitente é uma garantia de incompetência.”

Portanto, é necessário a toda e qualquer atividade empresarial o aprimoramento em todos os setores da empresa: RH, venda, compra, gerencial, etc. O conhecimento deve ser tratado como um bem ativo, sendo necessário a massificação de informações úteis a toda a empresa, do baixo ao alto escalão.

 

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Um conceito bastante interessante no campo da gestão do conhecimento é a gestão participativa, no qual o gestor passa a abrir aspectos de gerenciamento aos funcionários, de maneira totalmente democrática, realizando de certa forma, “referendum” popular sobre determinados setores da empresa que precisam sofrer aprimoramento. Entretanto, essa perspectiva de gerenciamento participativo deve ser cuidadosamente aplicada, pois abrir a possibilidade de argumentação dos funcionários sobre qualquer atividade desenvolvida na sua empresa pode correr o risco de ser algo totalmente negativo. Será necessário definir o que vai ser levantado a publico, de maneira organizada e segmentada, para que as opiniões sejam mais valiosas e direcionadas. Empresas que trabalham com enquetes feitas para que seus funcionários respondam conseguem de certa forma superar expectativa e bloqueios em que o gestor poderia enfrentar de maneira solitária. Este conceito visa facilitar a vida do gestor, elevando o nível de eficiência da empresa e conquistando a satisfação dos funcionários visto que suas idéias e necessidades serão consideradas.

Conforme bem observado por Carlos Fontenelle, CEO da empresa Kbizz(Empresa de consultoria na área da gestão do conhecimento):

“A função da gestão do conhecimento é auxiliar pessoas a utilizar os ativos de conhecimento desenvolvidos pela empresa e transformá-los efetivamente em uma vantagem competitiva no mercado que eles atuam. Este é o objetivo principal de uma prática de gestão do conhecimento”

 

[youtube]ZCG2WXEz5uc[/youtube]

(Confira a explicação de Carlos na íntegra)

 

Pense bem: em relação a eficiência, uma empresa que mantém os funcionários estagnados a nível de conhecimento, está equiparada a uma empresa que financia cursos técnicos, estudos e atividades relacionadas a conhecimento a seus empregados? Claro que não. É por conta da gestão do conhecimento, que cada vez mais empresas financiam todos estes projetos a seus funcionários. Essa é uma relação de confiança: a empresa estuda e promove a capacitação das pessoas relacionadas a essa atividade de trabalho, em contrapartida os associados sentem-se motivados a trabalhar em tal ambiente, pois o mesmo preocupa-se em desenvolver suas características intelectuais. Outro fator bastante interessante atrelado a gestão intelectual, é a gestão empreendedora.

 

O fantástico da gestão empreendedora, é que você segmenta o seu negócio em departamentos que são uma espécie de “mini-empresas”. Todas as pessoas envolvidas em determinado setor tem autonomia o suficiente para desenvolver projetos e apresentá-los a seus superiores, além de serem respeitados por cada opinião concedida. Um belo incentivo a este tipo de procedimento é a participação nos lucros por determinada idéia implementada. A grande maioria das pessoas se sente motivada a apresentar projetos que possam agregar valor à empresa e ao próprio valor da pessoa frente aos demais colegas.

Praticamente todas as novas e grandes empresas (Google, yahoo, facebook, etc) trabalham com este tipo de autonomia concedida aos funcionários, conforme você pode ver nesta matéria:

 

[youtube]eSdIyxvb1-w[/youtube]

(facebook e seu estilo de lidar com funcionários)

 

A gestão do conhecimento é um fator imprescindível no processo de um negócio se tornar mais eficiente no mercado. Portanto, você deve se preparar e amplificar este tipo de ideologia se pretende permanecer no mercado atual.

 

 

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