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25 atitudes que te impedem de poupar dinheiro

Dinheiro é bom, todo mundo gosta e a grande maioria das pessoas batalham muito para consegui-lo, não é mesmo?

Mais difícil que ganhar está o ato de separar uma parte para poupar. Seja para realização de um sonho ou para uma emergência: esse é o sonho de muita gente.

Além de poupar, devemos ir aprendendo a encontrar formas de aumentar nossas reservas. Assim fica mais fácil acumular um valor suficiente para deixar mais tranquilo.

Pois bem. Vamos identificar nesse artigo algumas ações e atitudes simples que podem estar te atrapalhando neste objetivo.

Para uma porção de pessoas, o comportamento de “gastar” é um hábito tão natural que não sobra nem tempo para priorizar a economia – e aí não sobra dinheiro.

Mudar essa realidade, realizar sonhos e conquistar o que você quer (e merece!) é possível, com organização e planejamento. Isso é educação financeira.

Foque em desenvolver suas competências, habilidades e caminhar a passos largos na direção dos seus sonhos.

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Escravos e domadores

Você trabalha para o dinheiro ou o dinheiro trabalha para você?

Quem escolhe trabalhar apenas pelo dinheiro uma hora ou outra acaba virando refém dele: almejam ter “tudo ao mesmo tempo agora” e não conhecem o gosto da conquista. É aquela coisa: quando tem dinheiro estão felizes, agora quando não tem, ficam deprimidas.

Já as pessoas que trabalham por uma missão, tem um domínio maior da situação e fazem com que o dinheiro trabalhe para elas. O capital conseguido é multiplicado porque é investido na realização de sonhos, e isso só alimenta um ciclo de riquezas.

Essa é a diferença entre alguém que tem “tudo”, mas se sente como não tivesse “nada” e aqueles que têm tudo e verdadeiramente sabem disso (e têm de fato).

A satisfação de conseguir algo que lutou muito para ter, com muito esforço, é a sensação de quem faz o dinheiro trabalhar para si. E é isso que devemos buscar.

Para tal, temos que abrir mão de certos comodismos e alterarmos o nosso comportamento.

O que de fato te impede de poupar – são muitos “nãos”

Vamos elencar algumas atitudes que, ao serem evitadas, vamos acabar caminhando para outro lado, mais próximo da riqueza e plenitude.

Muitas vezes dizemos “sim” ao dinheiro, mas dizemos “não” para uma infinidade de ações que poderiam mantê-lo mais perto por mais tempo.

Veja se você consegue se identificar em alguns desses atos, e tente avalia-los enquanto mudança.

1. Não planejar

O primeiro e talvez mais importante é o planejamento.

Se não existe um plano a ser seguido, como você vai conseguir juntar algum capital? Isso não acontecerá como um passe de mágica.

Todo mundo sonha com uma aposentadoria tranquila, com qualidade de vida e disposição para aproveitá-la, certo?

É… mas são poucas pessoas que se preocupam de fato em seguir diariamente um plano de independência financeira. O sucesso nesse caso é construído, e não vai aparecer aleatoriamente quando você precisar dele mais para frente.

Inicie um processo de “ganhar, investir e multiplicar” seu dinheiro. E claro, siga o próprio plano que traçou.

Este é um erro muito comum entre as pessoas: não ter um propósito central a ser atingido.

Comece pensando em uma meta específica para poupar. Depois monte um planejamento financeiro e determine exatamente o destino desse acúmulo de dinheiro.

Ao definir a motivação para poupar, automaticamente estamos mais confiantes e seguros para mudar nosso comportamento.

Quer um bom exemplo de meta? Está ai: conseguir dinheiro suficiente para realizar uma festa de casamento, pagar uma pós graduação à vista (e com desconto), bancar um intercâmbio para o filho no exterior… cada um tem uma vontade própria de realizar algo. E isso deve servir de motivação.

Portanto, tenha em mente que você deve criar um plano de ações. Ele indicará o que deve ser feito para que você consiga reter parte de sua renda todo mês, por exemplo.

2. Não se informar sobre investimentos

Se você vai poupar também é preciso investir e fazer esse dinheiro trabalhar a seu favor. Quanto mais cedo você começar a investir, mais tempo você tem para que os juros multipliquem seu capital.

O dinheiro não pode ficar parado.

Por isso, se informe sobre os investimentos adequados para a realidade dos seus rendimentos. Na internet há diversos blogs e artigos que podem te ajudar a dar o primeiro e os próximos passos.

3. Não confiar em especialistas

Sem dúvida, um especialista no assunto pode te ajudar muito na busca pelo investimento certo.

Muita gente não confia ou não acredita nesse tipo de assessoria, e quer fazer tudo sozinho por se tratar de dinheiro.

A decisão final precisa ser sua, mas contar com a ajuda de um especialista pode ser determinante no sucesso do investimento.

Por isso, é fundamental conhecer juros, impostos e se manter informado sobre os rumos da economia. É preciso sentir prazer nesse processo, e não sentir um martírio.

4. Não arriscar

O risco sempre vai existir.

Quem não se arrisca, geralmente acaba seguindo aquilo que os outros estão fazendo e nem sempre isso determinará a sua independência.

Ser cauteloso demais é tão ruim quanto não ter cuidado nenhum. É justamente o investimento e o risco que farão você ganhar mais.

Calcule o risco, use sua inteligência e tato para o cenário e comece a investir valores baixos inicialmente.

E principalmente: arrisque-se com confiança. Muitas pessoas que não conseguem acumular fortuna têm o hábito de tomar decisões de forma lenta e de mudá-las com frequência. Não seja assim. Confie no que você faz.

5. Não ter a cabeça aberta

Muita gente cultiva uma mania de achar que “quem tem dinheiro não o merece”. Ou que quem tem dinheiro usou de artifícios ilegais ou imorais para consegui-lo.

Essa é uma péssima maneira de começar. O fato de “ter dinheiro” não pode ser algo negativo.

Se você acredita que quem tem muito dinheiro explora outras pessoas, deixa a família em segundo plano, rouba, mente, não aproveita a vida ou outras coisas negativas, dificilmente você será rico.

Se você ainda não tem muito dinheiro, provavelmente é porque associa mais “dor” do que “prazer” ao fato de ganhar muito dinheiro.

Pense nisso.

6. Não querer sair da zona de conforto

É muito fácil nos acomodarmos à uma situação de extremo conforto e tranquilidade.

Quando conquistamos um salário e posição que achamos ideal e conseguimos pagar as contas, acabamos entrando em uma perigosa zona de conforto.

A sensação de tranquilidade e garantia atrapalha a realização das nossas metas.

7. Não valorizar os fracassos

As crises existem para serem vividas e superadas. Tanto na vida pessoal, profissional, como na financeira. Esse é o caminho para a independência.

É preciso dar o devido valor às perdas e fracassos, o que não significa se acostumar e concordar com eles.

Todo erro deve ser absorvido para ser superado em seguida. Aprenda com eles, tome as rédeas das frustrações e não se deixe ser dominado(a). Cada obstáculo deve ser encarado de frente, e cada dificuldade não impõe um fim. No fim, é apenas mais uma etapa.

8. Não negociar as dívidas

Esse é um passo fundamental. Só se economiza e enriquece quem não tem dívidas.

Utilizar o cheque especial, atrasar o pagamento de cartão de crédito ou realizar o pagamento mínimo vai te fazer pagar juros altíssimos – e cá entre nós, a taxa de juros só aumenta a cada ano que passa. Em um cenário de recessão econômica então…

O pagamento de todas as dívidas e a negociação de prazos junto aos bancos irá te deixar mais próximo de um planejamento financeiro adequado à sua realidade.

Estar todo mês no vermelho só vai gerar uma dívida crescente. Corte o mal pela raiz.

Mapear suas dívidas e entender sua renda real é o primeiro passo para aproveitar melhor seu dinheiro.Planeje uma forma de quitá-las totalmente, mesmo que optando por algo que diminua os juros.

Uma solução para isso é centralizar suas dívidas através de um empréstimo pessoal, por exemplo. Na prática, essa ação tem taxas de juros muito menores do que cartões de crédito. É algo a ser pensado.

9. Não resistir às tentações

Corra do descontrole, e não em direção às lojas. Às vezes pode parecer “imperdível”, mas é preciso controlar os gastos principalmente em se tratando de consumo.

Lojas e sites oferecem descontos e promoções para atrair você e seu dinheiro. Será que você realmente precisa daquilo?

Não gaste mais do que precisa. Respeite sempre os limites e prioridades do orçamento estabelecido por você.

Aprenda a administrar os gatilhos que te levam a consumir mais e mais. Toda vez em que surgir a vontade de comprar por puro impulso, faça o exercício de imaginar “se este gasto vai impactar na sua meta a médio ou longo prazo”.

Tenha consciência do seu consumo. Uma boa solução é não agir por impulso e pesquisar bastante antes de decidir comprar. A espera pode te fazer concluir a não necessidade de adquirir certo produto ou serviço.

10. Não procurar sempre o melhor preço

Sinta prazer em pagar menos por produtos e serviços. Isso não é defeito, pelo contrário.

A possibilidade de encontrarmos descontos é grande, e muitas vezes as empresas fazem parcerias que facilitam essa conquista. Veja a lista de oportunidades que a sua empresa oferece através dos parceiros.

O importante não é só conseguir o desconto em si, mas sentir prazer por gastar um valor menor em algo que normalmente custaria mais.

Conseguir desconto em uma passagem de avião, que geralmente custa caro, é um dos grandes prazeres da vida, acredite. O serviço muitas vezes é o mesmo que alguém que pagou mais irá receber. Da mesma forma, você pode usufruir de produtos e serviços pagando menos que a maioria das pessoas.

O resultado é mais dinheiro sobrando para quitar dívidas ou ser revertido para um investimento. Ao planejar seus gastos, não tenha preguiça e pesquise: sempre pode haver uma opção mais barata.

11. Não utilizar a lógica

Os especialistas dizem que um dos grandes problemas de quem não consegue poupar é porque o dinheiro é visto com olhos de emoção, e não com a razão.

Tomar decisões financeiras sob forte influência da emoção pode arruinar suas finanças e seu planejamento inicial.

Muitas vezes o investimento tem muito mais a ver com o controle de suas emoções do que com o que fazer com o dinheiro. Um exemplo? A emoção leva investidores inexperientes a comprar ações na alta e vender na baixa, quando deveria ser o contrário.

Parece obvio mas para muita gente não é. Emoções criam situações de perigo, e o ideal mesmo é deixar as emoções de lado e utilizar a objetividade quando lidar com dinheiro.

12. Não saber usar o cartão de crédito

Ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso deixar o cartão de crédito de lado.

Ele pode ser muito útil quando você precisar adquirir produtos pela internet, ou mesmo passagens aéreas. Portanto, deve ser reservado para ações específicas, que não podem ser feitas com dinheiro vivo ou via débito.

O parcelamento de compras sem juros as vezes se mostra uma boa opção para equilibrar o orçamento do mês.

Além do mais, várias empresas de cartão oferecem bons programas de pontos, que garantem os descontos que falamos antes.

Se você consegue ter controle do cartão, não há problema em usá-lo com moderação. É preciso portanto saber usufruir desse recurso com inteligência e cautela.

13. Não cortar coisas supérfluas

Nessa mesma linha, há coisas que já constam no seu orçamento que poderiam ser eliminadas, por serem supérfluas. Isso é diferente de gastar menos… é identificar e cortar aquilo que não é importante.

O uso de telefone fixo ou franquias altas para celular ou TV a cabo (que não são amplamente aproveitadas) são exemplos.

Cortar gastos supérfluos aos quais você está acostumado é extremamente desafiador e, para alguns, um estímulo. Para isso é preciso ter autocontrole e muita disciplina.

Uma boa maneira de conseguir cortar superficialidades é trabalhar com seu orçamento mensal. Ele será o ponto de partida para que você tenha 100% de controle sobre suas finanças. As vezes você não precisa cortá-los, mas sim diminui-los.

Esse orçamento precisa ser realista.

14. Não registrar todos os seus gastos e acompanhá-los rotineiramente

Diferente do orçamento, que você planeja o que vai gastar, é importante registrar aquilo que você gastou ao longo do mês.

Faça o controle daquilo que realmente aconteceu no mês, com o objetivo de verificar se o orçamento previsto foi ou está sendo cumprido.

Com base nestes registros você irá conseguir identificar oportunidades de passar a tesoura e conhecerá a representatividade de cada gasto diário, tornando-lhe mais crítico em relação ao que consome.

Coloque numa planilha de orçamento todos os seus gastos mensais e registre as saídas e entradas de dinheiro extra.

Trabalhe também com o estudo de alternativas para economizar dinheiro dentro da sua rotina. Por exemplo, a avaliação de custos caso mudasse para um apartamento menor. Isso só consegue ser analisado quando se têm a exata noção do quanto se gasta.

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15. Não viver de acordo com seu padrão de vida

Pense sempre na sua renda e no padrão de vida que ela pode te proporcionar. Essa é uma questão que faz com que a maioria das pessoas fracassem, pois elas tendem a ter um padrão de vida superior ao que sua renda pode oferecer.

As despesas precisam ser divididas de forma proporcional. Caso contrário, o endividamento pode se transformar em uma bola de neve.

Não conte com o dinheiro que você não tem. Batalhe por uma margem de segurança e evite assim ficar frustrado e passar apertos.

16. Não se abrir para múltiplas possibilidades

Quem é rico, pensa diferente de você. Comece por aí.

Se você tiver e mantiver uma mente fechada, dificilmente a prosperidade virá com o tempo. Não se conforme com o “hoje”, procure se atualizar em várias frentes e dê valor à outras ideias das quais você não está acostumado(a).

17. Não ter um plano B

Para se conseguir guardar mais, também é preciso pensar em formas alternativas de ganhar mais.

Se apenas o seu salário fixo não é o suficiente para você conquistar seu objetivo, pense em estratégias (como batalhar por um aumento por exemplo) ou em fazer atividades extras que possam complementar sua renda.

18. Não ter ambição

Tenha em mente que para avançar, é preciso querer muito e pagar os pedágios da estrada.

Ir além do medíocre e pensar alto para conseguir uma fonte de riqueza é um dos primeiros passos para o sucesso.

19. Não se dedicar à sua formação

Estar sempre atualizado e em constante aprendizado é o exercício dos mestres. Conhecimento é adquirido e inteligência pode sim ser desenvolvida.

Ter somente um diploma universitário não é suficiente. Não basta ter apenas bagagem, mas ela precisa ser persistentemente aplicada.

“Os homens são pagos não apenas pelo que sabem, mas particularmente por aquilo que fazem com o que sabem”.

Leia, se informe e se mantenha antenado(a) com o que há de novidade e o que pode auxiliá-lo(a) a enxergar o dinheiro com outros olhos.

20. Não cuidar do corpo

Não se esqueça de prezar pela sua saúde.

Do que adianta acumular um dinheiro se não terá disposição para colocar seu objetivo final em prática? Ninguém consegue desfrutar do sucesso sem estar bem consigo mesmo.

Reserve um tempo para se exercitar, mesmo começando aos poucos.

O corpo saudável ajuda a mente a estar também saudável para aproveitar melhor as oportunidades.

21. Não lembrar do lazer

Da mesma maneira, é preciso lembrar que o lazer também é importante na vida de qualquer um. Ninguém vive somente para fazer contas e trabalhar, mesmo que essas sejam experiências prazerosas.

Se for para gastar com o lazer, que seja algo importante e fundamental para você. Claro que há opções de diversão sem gastar, mas se for preciso, não sofra por isso.

22. Não fazer o que gosta

Essa regra é fundamental e talvez deveria ocupar a primeira das ações fundamentais para poupar dinheiro, pois ela deve vir ainda na escolha da profissão.

Você só conseguirá empreender aquilo que gosta. Não leve em frente um emprego que te deixe frustrado(a) ou irritado(a). Abandone-o sem dor e procure outras formas de fazer o que gosta. Claro, isso se o cenário for propício para tal.

Isso com certeza dará uma injeção de entusiasmo e irá retirar uma porção de pedras do seu caminho.

23. Não pensar a longo prazo

Procure não pensar somente no “hoje”, mas também no que você terá e fará “amanhã”.

Reforçamos portanto o valor das metas, o motivo pelo qual está fazendo pequenos sacrifícios diários. Sem esse objetivo é mais fácil você se desmotivar, ceder aos impulsos e, consequentemente, gastar mais do que deve.

24. Não ser otimista

Evite a transmissão de negatividade. O “não” (que mencionamos aqui tantas vezes) pode ser crucial para você deixar de conseguir grandes conquistas.

Uma pessoa negativa certamente não atrairá coisas boas para si. Se suas emoções positivas dominam você, é mais fácil ter prazer em colocar em prática cada uma dessas atitudes.

25. Não ter persistência

Não desista quando perceber sinais de derrota. A fraqueza não é defeito permanente e sim momentâneo.

Se começou animado, termine com a mesma empolgação ou até mais.

A vitória e o fracasso fazem parte, e como dissemos, serve de aprendizado.

Quem acumula fortunas têm o hábito de estar sempre pronto para decidir, arriscar e persistir.

Para finalizar

Ao seguir estes conselhos, com certeza você irá abrir um grande atalho para chegar até onde quer, sem sofrimento.

Passe a administrar sua vida financeira com mais rigor para descobrir o destino do seu dinheiro. E se for o caso, corte excessos e desperdícios.

O tempo que cada uma dessas ações levará será diferente, por isso, é preciso acreditar que no final o sucesso virá. É preciso ter prazer em caminhar por essa estrada.

Se você constantemente esbarra em algumas atitudes, conte para a gente através dos comentários. Da mesma forma, se você tem alguma experiência interessante que o ajudou a conquistar a independência financeira, compartilhe conosco. Boa sorte!

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